Reflexões sobre o ensino da Metáfora: a dimensão subjetiva e suas implicações nos exames seletivos

Palavras-chave: Metáfora, Exame Nacional do Ensino Médio, Ensino de língua portuguesa

Resumo

Partindo de alguns parâmetros pedagógicos, propostos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), sobre o ensino de língua materna na educação brasileira, sobretudo em relação ao ensino da metáfora, este artigo propõe a análise de algumas questões do Exame Nacional do Ensino Médio que tematizam a metáfora, a fim de demonstrar que o ENEM é, de fato, um exemplo paradigmático das discrepâncias e assimetrias existentes entre o ensino básico, os seus dispositivos regulares e os seus mecanismos didático-avaliativos. Por fim, foram apresentadas algumas constatações importantes para corroborar a ideia de que, para além do fenômeno comparativo, a metáfora deve ser ensinada também enquanto uma categoria do pensamento humano, conforme preconiza a Linguística Cognitiva.

Biografia do Autor

Aldria Rodrigues, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)

Possui graduação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Letras da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Bolsista da CAPES. Atualmente trabalha como Professora de Língua Portuguesa e Produção de Textos.

Publicado
20-12-2019
Seção
Artigos