FAHRENHEIT 451: diálogos com a filosofia de Deleuze

  • Marcela Penaforte Fernandes Centro de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)
Palavras-chave: Deleuze. Ficção. Desejo. Máquina despótica. Linguagem.

Resumo

Este artigo pretende identificar na história em quadrinhos FAHRENHEIT 451, de Tim Hamilton (2019), traços da filosofia de Deleuze, tendo em vista a construção de uma linguagem da multiplicidade que envolve tecnologia e imaginário cultural. Uma experimentação que pretende ler a ficção norte-america sob o olhar do desejo em contraste com uma sociedade de controle. O conhecimento como ameaça ao assujeitamento na esteira do pensamento sem imagem, da criação dentro do universo marcado pela transitoriedade. O livro como recurso de combate à máquina despótica. O fogo dos bombeiros como signo da ordem. Apontamentos que constatam as ações de liberdade e opressão numa dada sociedade do controle.  

 

Biografia do Autor

Marcela Penaforte Fernandes, Centro de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)

Formação acadêmica: Letras Português/Inglês pela PUC Minas (2008). Idiomas: inglês (fluente), mandarim (básico), italiano (intermediário). Mestrado Acadêmico em curso: Literatura, Cultura e Tecnologia pelo Programa de Pós- Graduação em Estudos de Linguagens do CEFET-MG (2018). Atuação: professor de Inglês, cursos de Português e de Inglês, tradução de documentos, revisão de textos.

Publicado
02-12-2020
Como Citar
Fernandes, M. P. (2020). FAHRENHEIT 451: diálogos com a filosofia de Deleuze . Cadernos CESPUC De Pesquisa Série Ensaios, (37), 236-248. https://doi.org/10.5752/P.2358-3231.2020n37p236-248