Marina(s) Silva(s): uma leitura da subjetividade em Patrick Charaudeau

  • Alex Mourão Terzi PUC Minas
  • Hejaine de Oliveira Fonseca Instituto Federal de Educação, Ciência/ Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais – IF Sudeste de MG.
  • Ramony Maria da Silva Oliveira UNIMONTES
Palavras-chave: literaturas de língua portuguesa, linguística, filologia

Resumo

Este trabalho tem o objetivo de analisar e descrever a subjetividade,
tomando por base as concepções de Charaudeau (2001; 2006; 2009),
sobretudo no que tange à Teoria Semiolinguística, que sistematiza
os projetos de fala empreendidos pelos sujeitos que discursivamente
se constroem. O corpus que será objeto de análise é constituído
por três enunciados, todos eles proferidos por Marina Silva: i) dois
fragmentos de uma entrevista no momento em que era senadora da
República; ii) um trecho do discurso de sua candidatura à Presidência
da República, iii) uma fala num culto evangélico. Buscaremos, ainda,
a fim de aprofundar a nossa leitura acerca da constituição dos sujeitos
no ato de linguagem, abordar a noção de ethos, tal como preconizada
por Charaudeau (2006) e Maingueneau (2008).

Palavras-chave: Subjetividade. Análise do Discurso. Teoria
Semiolinguística. Ethos. Marina Silva.

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Publicado
09-12-2013
Como Citar
Terzi, A. M., Fonseca, H. de O., & Oliveira, R. M. da S. (2013). Marina(s) Silva(s): uma leitura da subjetividade em Patrick Charaudeau. Cadernos CESPUC De Pesquisa Série Ensaios, 1(23), 166-177. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/8330
Seção
Dossiê teoria semiolinguística