http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/issue/feed Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios 2022-11-18T17:01:41+00:00 Raquel Beatriz Junqueira Guimarães cespuc@pucminas.br Open Journal Systems <p><strong><strong>Cadernos CESPUC de Pesquisa</strong></strong>&nbsp;- &nbsp;Revista semestral do Programa de Pós-graduação em Letras e do Centro de Estudos Luso-afro-brasileiros da PUC Minas, classificada como B3 no <em>QUALIS</em> de sua área (Línguística, Letras e Artes).</p> <p><strong>Missão</strong>: &nbsp;A missão da revista é publicar dossiês contendo artigos científicos e ensaios inéditos e de reconhecida qualidade acadêmica, produzidos por discentes do Programa de Pós-graduação em Letras da PUC Minas e de outras instituições de ensino superior nacionais e estrangeiras. Com isso, divulga trabalhos das áreas de Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa e literaturas africanas de língua portuguesa – Literatura Angolana, Literatura Caboverdiana, Literatura Guineense, Literatura Moçambicana e Literatura Santomense –, e das diferentes áreas e subáreas de estudos da Linguística e da Filologia.</p> <p><a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">Classificação de periódicos quadriênio (<em>Qualis</em>) 2013-2016</a></p> http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/29219 Páginas Iniciais 2022-10-25T09:29:53+00:00 Vera Lopes verasesamo@gmail.com Carlos Nogueira carlosnogueira@uvigo.es 2022-09-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/29198 Saramago: amor e engajamento 2022-10-21T11:28:57+00:00 Vera Lopes verasesamo@gmail.com Carlos Nogueira carlosnogueira@uvigo.es 2022-09-08T11:20:19+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28509 Quem se calar quando eu me calei não poderá morrer, sem dizer tudo. 2022-09-21T18:43:57+00:00 Lélia Parreira Duarte leliaduarte2@gmail.com <p>Relembra-se aqui a chegada ao Brasil do <strong>Levantado do chão</strong>, as primeiras análises do romance e a evolução de suas personagens que, inicialmente sem voz, desvalidas e “esquecidas”, tornam-se capazes de um discurso próprio e chegam a líderes de uma revolução transformadora. Focalizam-se também algumas personagens femininas de outros romances do autor, buscando demonstrar o seu especial carinho pelas mulheres fortes de quem ele afirma ter sido criador, mas também criatura. Estuda-se ainda na obra saramaguiana a questão da religião, para concluir ser o autor um estranho comunista que é pessimista e um surpreendente ateu que é religioso: na verdade um grande humanista, sempre preocupado com uma enunciação dialógica problematizadora, capaz de testemunhar o sofrimento e as manobras do poder.</p> 2022-09-12T08:51:27+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28528 A escrita enquanto inferno: 2022-09-21T18:44:23+00:00 Isabela Padilha Papke isabelappapke@gmail.com <p><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">O presente trabalho, tem por objetivo, realizar uma análise&nbsp;da crônica </span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">“</span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">Sem um braço no inferno</span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">”,</span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0"> presente no livro, </span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">A bagagem do viajante</span></span> <span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">(2017</span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">)</span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">, do autor português, José Saramago,&nbsp;através do uso conceito de ironia enquanto reconhecimento da impotência do sujeito por si mesmo, cunhado por </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW178073951 BCX0">Gyorgy</span><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0"> Lukács, em sua&nbsp;obra </span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">Teoria do Romance </span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">(2009). Nossa intenção, portanto, parte do pressuposto de r</span></span><span class="TextRun SCXW178073951 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW178073951 BCX0">evelar o como, o autor, faz o uso&nbsp;desta figura de linguagem, para representar&nbsp;o descontentamento do sujeito protagonista mediante ao caráter finito da vida humana,&nbsp;fazendo uso de uma margem alegórica de interpretação do conceito, de modo a incorporar a ironia enquanto personagem&nbsp;em sua ficção.</span></span></p> 2022-09-09T11:03:23+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28526 Em defesa de uma História total: 2022-09-21T18:44:20+00:00 Mateus Roque da Silva mateusroques@yahoo.com <p>José Saramago é um autor eminentemente histórico. Suas obras são urdidas e (re)significadas a partir desse elemento essencial que, por meio de suas lentes criativas, é capaz de se desdobrar poeticamente em diversas formas alegóricas e representativas do mundo concreto, passado e presente. Diante desse inevitável diálogo entre o literário e o histórico em sua obra, grande parte da crítica tem se dedicado, em múltiplas perspectivas analíticas, à compreensão de sua face leitora dos historiadores (VECCHIO, 2017; CERDEIRA, 2018; SILVA, 2022a), evidenciando, em especial, sua aproximação com os paradigmas marxista e da escola francesa dos Annales. O elo entre as duas correntes epistemológicas encontra-se centrado na concepção de História total, isto é, aquela que almeja compreender, em um mesmo plano narrativo, todos os sujeitos históricos, ricos e pobres, clérigos e leigos, dentre outros. A vista disso, o presente artigo objetiva elucidar como José Saramago, um declarado marxista, coaduna com essa perspectiva teórica de História Total e, ao mesmo tempo, elucidar como essa concepção materializa-se em sua literatura.</p> 2022-09-09T11:05:38+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28523 As Intermitências da morte: 2022-09-21T18:44:18+00:00 Augusto Rodrigues Silva Jr augustorodriguesdr@gmail.com Marcos Eustáquio de Paula Neto marcoseustaquio94@gmail.com Sara Gonçalves Rabelo saragrabelo@gmail.com <p>Analisamos a obra&nbsp;<em>As intermitências da morte</em>&nbsp;(2005), de José Saramago, articulando duas arenas estruturais da prosa: a da coletividade, explorada na primeira parte do livro, e os dramas humanos e amorosos vividos pelo violoncelista e pela morte “mulherificada”. A escrita de morte – tanatografia (SILVA JUNIOR, 2014) – viabiliza a verificação de tais elementos enquanto motores de um debate que atravessa política e filosofia, sistemas e condições humanas. Conforme é revelado nas arenas públicas e nas alcovas saramaguianas, discussões sobre o humano, a arte e o amor movimentam-se nessa profunda consciência de que ninguém disse a última palavra. Em interação com as categorias da alteridade e do inacabamento (BAKHTIN, 2006), o engajamento de Saramago compreende o caráter “desalienante” instigado pelas pulsões amorosas e pensamentais dessa novela filosófica das paixões como atividades essenciais (MARX, 2005). Das reverberações marxistas o caréter objetivo da história do humano foi afirmado e transformado.&nbsp;<em>As intermitências da morte&nbsp;</em>são marcadas e demarcadas pela expressão “no dia seguinte ninguém morreu” (SARAMAGO, 2005): nela, é a falta que alguém sente que leva ao outro e o caráter da história ganha camadas dialógicas e filosóficas. Se a sociedade é a soma de todos os seus relacionamentos e todos os sentidos encontram sentido no ter, no encontro com o outro constitui-se a consciência da metamorfose. Nesse sentido, José Saramago encontra na tanatografia que ama a verdadeira outra área do conhecimento – o amor.</p> 2022-09-09T11:08:12+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28521 Amor e adaptação em “O homem duplicado”, de Denis Villeneuve e José Saramago 2022-09-21T18:44:15+00:00 Frederico Teixeira fred.dias@live.com <p>O presente artigo tem o intuito de analisar a obra “O homem duplicado”, de José Saramago, e sua adaptação para o cinema, intitulada “Enemy”, de Denis Villeneuve, e as diferentes concepções de amor presentes nas obras. O trabalho segue uma linha de raciocínio que entende a obra romanesca e fílmica com isonomia sem que se construa uma relação hierárquica entre obra de origem e adaptação. Desse modo, entende-se o diretor de cinema no mesmo patamar autoral de um autor literário, com a liberdade de alterar o material de origem conforme julgar necessário para que sua visão de mundo esteja presente na obra.</p> 2022-09-09T11:10:26+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28517 A estética do homem bestificado: 2022-09-21T18:44:13+00:00 Junia Paula Saraiva Silva juniamendes-barbosa@hotmail.com <p>As obras Ensaio sobre a cegueira (1995) e Ensaio sobre a lucidez (2004) do escritor português José Saramago mostram a transformação do homem em um ser bestializado diante do sistema capitalista que o transforma em vítima de sua própria criação. Saramago reproduz essa bestialização humana na escrita através da uma estética própria e instigante, o leitor dos ensaios se depara com a intranquilidade de obras que espelham a brutalidade do capitalismo social. Nesse caminho, o autor, através de um percurso bem delineado, nos leva a compreender a necessidade de luta do proletariado.</p> 2022-09-09T11:16:15+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28514 Gênero e gênero em Saramago 2022-09-21T18:44:11+00:00 José Leite Júnior leiteufc@gmail.com <p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Este trabalho explora dois sentidos da palavra gênero: o de gênero do discurso e gênero refente sexualidade feminina. O corpus são trechos da obra de José Saramago, autor reconhecido pela valorização do gênero feminino em todos os gêneros literários que ele produziu. O estudo segue a proposta teórico-metodológica proposta de Algirdas Julien Greimas. Sem pretensão de exaustividade, o trabalho tem como objetivo identificar invariantes de sentido do gênero feminino na poesia e na prosa de José Saramago. A análise dos trechos permite deduzir que as variantes figurativas femininas reiteram a invariante actancial adjuvante, já que a mulher ajuda o sujeito (individual ou coletivo) a adquirir as competências cognitivas e pragmáticas sem as quais seria frustrada a realização do contrato narrativo. A análise confirma o valor transgressivo do gênero feminino, a quem é reservado o poder de desmascarar a dissimulação ideológica, um gesto de amor à humanidade.</span></span></p> 2022-09-09T11:20:23+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28513 “Cegos que, vendo, não veem”: 2022-09-21T18:44:07+00:00 Renata Villon renatavillon@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo busca analisar, baseado nas teorias da animalidade, a importância da visão no processo de apagamento de subjetividade. A partir de alguns escritos de Helène Cixous, que fala tanto de cegueira quanto do amor ao animal, o trabalho passa a dissecar a obra saramaguiana</span><em><span style="font-weight: 400;"> Ensaio sobre a cegueira</span></em><span style="font-weight: 400;"> e a forma como a animalização é retratada nela. O estudo se delineia de tal forma a ponto de concluir que Saramago aborda com a obra uma cegueira muito maior do que a física, que é a cegueira para o Outro, e como ela tem danificado as relações humanas e não-humanas igualmente. Conclui-se, enfim, que a verdadeira visão seria a que considera o Outro, e que a violência e a desolação retratadas e que ocorrem quotidianamente se devem a uma falta de empatia a tudo e todos que são considerados menos que humanos.</span></p> 2022-09-09T11:21:50+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28501 O ano de 1993: 2022-09-21T18:44:05+00:00 Fernângela Diniz da Silva fernangelasd@gmail.com <p><strong>Resumo: </strong>Última obra da fase poética saramaguiana, <em>O ano de 1993</em> (1975), narra a jornada de pessoas contra a perseguição e a violência provocadas por forças autoritárias responsáveis por submetê-las ao controle e à hostilidade. No entanto, essa gente resiste e procura lutar coletivamente para reconquistar o seu lugar de direito. Um dos aspectos figurativizados como força auxiliadora desse povo é o amor, especialmente o relacionado ao erotismo. A propósito, o próprio corpo funciona sutilmente como meio de proteção e de alívio. A partir disso, o presente artigo pretende identificar e analisar o amor e o sexo na produção <em>O ano de 1993</em>, com o interesse de perceber a construção temático-figurativa do discurso, bem como o surgimento do efeito insólito dos acontecimentos. Para tanto, a Semiótica Discursiva greimasiana funciona nesta pesquisa como base teórica para a investigação, especialmente o nível discursivo do Percurso Gerativo de Sentido. Sendo assim, os estudos de Greimas e Courtés (2008), José Luiz Fiorin (2008) e Diana Luz Pessoa de Barros (2005) apresentam-se como fundamentais. Ademais, as referências literárias pautadas em Carlos Reis (2018), Horácio Costa (2020), Juan Arias (2003) e Octavio Paz (1994) são valiosas para a concepção crítica e analítica deste artigo.</p> 2022-09-09T11:23:43+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28512 Em busca do eu desconhecido: 2022-11-18T17:01:41+00:00 Vanessa Cardozo Brandão vcbrandao@gmail.com <p>Em romances, contos, crônicas e livros de viagem, José Saramago trata do tema da viagem de forma recorrente. Na perspectiva filosófica, pode-se logo perceber a temática como reflexão sobre o homem e sua viagem no mundo. A viagem da vida, do ser, do “ser-no-mundo” (Heidegger). Em dupla interpretação, a viagem poder ser lida ainda como percurso do próprio texto – viagem da escrita, viagem da leitura, percorrer de sentidos em movimento, errantes como o próprio viajante. Em “O conto da ilha desconhecida”, (1998) escolhido para esse trabalho, a dupla leitura da viagem como tema é atravessada ainda pela reflexão sobre a subjetividade. No conto, a ideia de um sujeito dado como pronto, inteiro (que poderíamos relacionar ao sujeito cartesiano) é colocada em xeque para que então se apresente um outro modelo de subjetividade atravessada pelo encontro com o outro como aventura, a partir da relação amorosa desenhada no texto. Tomando “O conto da ilha desconhecida” como micro-narrativa exemplar na obra de Saramago, pretende-se mostrar como o autor coloca a questão de uma subjetividade em processo, que busca seu questionamento filosófico fora de si, no outro, e ainda na escrita. Para isso, principalmente as ideias de Derrida e Blanchot serão importantes operadores de leitura do texto.</p> 2022-09-09T11:26:23+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/28551 O amor possível em José Saramago 2022-09-21T18:43:59+00:00 Daniel Vecchio Alves danielvecchioalves@hotmail.com <p>Neste artigo, veremos que as histórias de amor escritas por José Saramago em <em>Memorial do Convento</em> (1982) e <em>História do Cerco de Lisboa</em> (1989) consistem em uma reunião de sutis e amplas manifestações de sentimentos e afetos que formam as virtudes do contato íntimo entre homens e mulheres. Com isso, o que observaremos em Saramago é um amor materializado na possibilidade do viver porque, como o próprio escritor afirma no livro-entrevista de Juan Arias, <em>Saramago: o amor possível</em>, de 2000, o amor representado em suas narrativas é sempre “possível”, sem sofrimentos desmedidos ou tarefas irrealizáveis, distante, portanto, das representações mais convencionais que se prendem aos aspectos físicos e idealizadores das relações amorosas.</p> 2022-09-09T11:28:01+00:00 Copyright (c) 2022 Editora PUC Minas