http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/issue/feed Cadernos de História 2020-09-07T11:41:49-03:00 Júlia Calvo juliacalvo1@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Cadernos de História</strong> – Publicação semestral do Departamento de História da PUC Minas e do Centro de Memória e de Pesquisa História a PUC Minas, Classificada como B3 na área de História e B2 na área de Educação no QUALIS 2013-2016 (Plataforma Sucupira – CAPES-Brasil).</p> <p><strong>Missão</strong>: Os <em>Cadernos de História</em> tem por missão veicular trabalhos científicos que contribuam para o avanço da pesquisa, especialmente na área da História. Inserida em um projeto político-pedagógico que percebe como indissociáveis os campos do ensino, da pesquisa e da extensão, seu viés interdisciplinar tem como finalidade promover a reflexão crítica sobre as temáticas históricas e afins.</p> <p><strong>History Journals</strong> – Biannual publication of the Department of History of PUC Minas and the Center for Memory and Research Research History at PUC Minas, classified as B3 in History and B2 in the area of Education at QUALIS 2013-2016 (Plataforma Sucupira – CAPES-Brazil).</p> <p><strong>Mission</strong>: The <em>History Journals</em> aim to publish scientific articles that contribute to the advancement of research, particularly in the area of History. Inserted in a political-pedagogical project which considers the fields of teaching, research and university extension as inseparable, their interdisciplinary perspective has the finality of promoting critical reflections about the themes of history and the like.</p> http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/24385 Temática Livre V.21N.33 2020-09-07T11:41:47-03:00 Julia Calvo juliacalvo1@gmail.com <p>Apresenta artigos de temáticas diversas dentro do campo de conhecimento histórico e uma conferência do professor José D'Assunção Barros</p> 2020-09-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/24390 Apresentação 2020-09-07T11:41:47-03:00 Julia Calvo juliacalvo1@gmail.com <p>Apresenta a edição 21.</p> 2020-09-05T11:53:56-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/18366 O Sol, a serpente e o leão: saúde e política nas dissertações acadêmicas de Luís Siqueira Gama (1724-1725) 2020-09-07T11:41:47-03:00 Marcelo Kochenborger Scarparo mar.scarparo@gmail.com <p>No âmbito da Academia Brasílica dos Esquecidos, sediada na cidade de Salvador entre 1724 e 1725, foi elaborada uma série de dissertações históricas, as quais deveriam subsidiar, com relatos sobre o Brasil, a escrita de uma história do Império Português e de seus domínios. Essas dissertações foram divididas - segundo o modelo clássico - em história política, eclesiástica, natural e militar. O bacharel em direito Luís Siqueira da Gama foi designado para a elaboração das dissertações acerca da história política do Brasil. No presente estudo, analisamos sua décima dissertação, "de um maravilhoso caso, e apótema célebre devidamente ponderado nas histórias do Brasil", problematizando as representações da monarquia em função de tópicas retóricas relativas ao corpo humano e à noção de saúde. O letrado desenvolveu sua argumentação a partir de cinco tópicas retóricas, valendo-se de textos e emblemas modernos, cotejados com escritos de pensadores antigos. Seu discurso, ao mesmo tempo em que louva a imagem do Vice-Rei Vasco Fernandes César de Menezes, aponta concepções filosóficas e políticas relevantes para a sua época, no que se estabelece uma relação entre as ideias de saúde individual e de saúde coletiva.</p> 2020-09-05T06:01:24-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/18664 As revoluções educacionais na história da educação e a democratização da escola básica no Brasil: implicações para os objetivos da escola na contemporaneidade 2020-09-07T11:41:47-03:00 Ricardo Fernandes Pataro ricardopataro@gmail.com <p>Este artigo busca entender a escola como instituição dinâmica, que sofre influências da sociedade ao mesmo tempo em que a influencia. Apresentamos três momentos da história da educação nos quais ocorreram revoluções educacionais com mudanças profundas para a sociedade e para a escola. Dentre tais revoluções, destaca-se a democratização da escola básica, que promoveu abertura a parcelas da população antes excluídas. Se, até então, o objetivo era ensinar conteúdos a estudantes de uma elite selecionada, a democratização levou à escola crianças pouco habituadas a esse universo, dando visibilidade à necessidade de repensar os objetivos da escola e responsabilizar-se pela aprendizagem de um novo perfil de estudantes – tarefa diferente daquela desenvolvida anteriormente pelas escolas. Argumentamos que a democratização é um movimento sem precedentes na história da educação brasileira, que estabeleceu a noção de educação como direito e nos colocou o desafio de repensar os objetivos da escola na contemporaneidade para atender à totalidade da população do Brasil.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/20673 A Contestação dos Preconceitos Raciais na Instrução: O protagonismo de intelectuais negros na Imprensa Negra (1892-1930) 2020-09-07T11:41:47-03:00 Maria Angelica Zubaran angelicazubaran@yahoo.com.br Thanise Guerini Atolini thaniguerini@gmail.com <p>O presente estudo analisa a contestação ao preconceito racial na instrução acionadas pelos redatores do jornal da imprensa negra <em>O Exemplo </em>(1892-1930) no Rio Grande do Sul, no pós-abolição. O objetivo central da pesquisa é visibilizar o protagonismo dos intelectuais negros do jornal <em>O Exemplo</em> no combate aos preconceitos raciais e na defesa da instrução da comunidade negra e reconhecer e valorizar seus saberes e lugar de fala. Recorremos à abordagem teórica dos Estudos Culturais, particularmente, às discussões de Stuart Hall e Tomaz Tadeu da Silva, sobre a contestação aos estereótipos e as pedagogias culturais. Em termos metodológicos, inicialmente mapeamos as denúncias de preconceitos raciais na instrução e as crônicas sobre a campanha contra o analfabetismo. Posteriormente, analisamos os argumentos que os redatores negros construíram em suas denúncias contra o preconceito racial na instrução. Entre os resultados destaca-se que intelectuais negros do jornal <em>O Exemplo </em>contestaram os preconceitos raciais na instrução utilizando-se de um discurso nacionalista e patriótico, que destacava a participação dos negros na construção da nação e como parte do povo brasileiro. Registra-se também a presença de argumentos cristãos que denunciavam os preconceitos como “imorais” e como a principal razão para evasão das crianças negras das escolas.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/20786 Impasse nas relações entre o Governo Imperial Brasileiro e a Santa Sé: do Decreto de n° 373, de 30 de julho de 1844, ao Acordo sobre as Missões Apostólicas de 1862 2020-09-07T11:41:47-03:00 Edilmar Cardoso Ribeiro edillcardoso@hotmail.com <p>Este artigo tem por objetivos esclarecer as causas que levaram o Governo imperial brasileiro a promulgar o Decreto de n° 373, de 30 de julho de 1844, que regulou a distribuição dos missionários Capuchinhos em missão pelas províncias do Brasil; analisar e expor o conteúdo do decreto e os desentendimentos acerca deste que geraram desarmonias nas relações entre o Governo imperial brasileiro e a Santa Sé, e reconstruir as negociações entre o Governo imperial brasileiro e a Santa Sé, que levaram ao acordo sobre as missões apostólicas de 1862. Este estudo é resultado de uma pesquisa qualitativa, descritiva e documental, baseou-se quase exclusivamente em correspondências encontradas no Arquivo de Propaganda Fide (Roma), no Arquivo da Cúria Geral dos Capuchinhos (Roma), no Arquivo da Congregação dos Negócios Eclesiásticos Extraordinários (Cidade do Vaticano), no Arquivo Secreto Vaticano (Cidade do Vaticano), no Arquivo dos Capuchinhos do Rio de<br>Janeiro e no Arquivo Nossa Senhora da Piedade dos Capuchinhos da Bahia (Salvador). Ademais, foram também analisados alguns relatórios do Ministro da Justiça.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/23544 A construção do Estado Imperial brasileiro: Confederação do Equador e a província do Piauí 1823-1825 2020-09-07T11:41:48-03:00 Johny Santana de Araujo johnysant@gmail.com Francisco de Assis Oliveira Silva ihs.francisco@gmail.com <p>A construção do Estado imperial brasileiro está imbricada em uma série de divergências políticas que perpassam as lutas pela independência do Brasil e percorrem a consolidação do Estado que se assenta em meados do século XIX. Nessa conjuntura, abordar a construção e consolidação do império nascente requer um exercício de recuo para observarmos as tensões entre as elites regionais, sua relação com a Corte e os diversos projetos políticos que eram pensados durante o processo de emancipação do Brasil. Neste contexto, o presente texto visa discorrer de forma sucinta, a formação do Estado imperial brasileiro nos primeiros anos pós independência e sua relação com a Confederação do Equador, sobretudo, no que diz respeitos a província piauiense e suas vizinhas do Norte. Abordamos a relação do movimento separatista de 1824 com as lutas pela independência observando os embates entre a construção do Estado Imperial em curso e as ideias dos confederados. Nesse intuito, observamos ainda a historiografia a respeito da temática, inferindo os debates políticos em torno do projeto da Corte e as demais províncias.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/17309 O sertanejo Bernardino e a fábrica britânica de Maraú 2020-09-07T11:41:48-03:00 Rute Andrade Castro rucastro81@hotmail.com A segunda metade do século XIX foi um período de agitação econômica na vila de São Sebastião de Maraú pois, para surpresa de todos, descobriram nas margens do rio que de nome à vila vários tipos de minérios cobiçados pela indústria. Um grupo de brasileiros se dedicou a tais explorações mas tiveram tal direito arrancado em nome dos interesses governamentais, que pendiam para o atendimento às ambições britânicas e por isso Edward Pellew Wilson conseguiu por decreto imperial ser o responsável pela extração de tais riquezas. Anos depois transferiu ao seu conterrâneo John Cameron Grant tal benefício e este, através da John Grant &amp; Companhia, construíram na fazenda João Branco daquela vila uma fábrica que produzia ácido sulfúrico, velas, sabão etc. Lá trabalhou o sertanejo Bernardino Moreira de Souza, homem sobre o qual a maior fonte de informações vem do processo instaurado por ocasião de sua morte que aconteceu quando tentou matar seus empregadores britânicos. 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/15160 A trajetória do general João Nunes da Silva Tavares (Joca Tavares) através de dados biográficos durante a Revolução Federalista de 1893-1895 2020-09-07T11:41:48-03:00 Gustavo Figueira Andrade figueirandrade@gmail.com Maria Medianeira Padoin mmpadoin@gmail.com <p>Este trabalho visa apresentar uma análise da construção da trajetória do General João Nunes da Silva Tavares (Joca Tavares) através de dados biográficos, durante a Revolução Federalista de 1893-1895. Para tal, partiremos das renovações historiográficas dos anos 1980, as quais permitiram uma ampliação do conceito de fontes históricas, realizando uma revisão dos trabalhos realizados por pesquisadores e historiadores que abordam sua vida e atuação ao longo do século XX. Neste sentido, buscaremos compreender seu lugar social, suas relações de poder, evidenciando por meio das correspondências sua atuação política e os diversos aspectos de sua vida além do militar. Assim, serão utilizados autores que pensam metodologicamente a questão das correspondências; a renovação das biografias e suas possibilidades; redes de relações de poder e as elites.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/17185 Os rosários precederam os coturnos: o anticomunismo nas Cruzadas do Rosário em Família na América Latina e os golpes civil-militares (1960-1964) . 2020-09-07T11:41:48-03:00 Anderson Jose Guisolphi hystoriander@hotmail.com <p>O artigo trata das <em>Cruzadas do Rosário em Família</em> como ações anticomunistas nos meios católicos brasileiros entre 1962 e 1964. O Padre Patrick Peyton fundou nos EUA um movimento religioso católico denominado <em>Holy Cross Family Ministries</em>, (HCFM) - chamado no Brasil de <em>Cruzadas do Rosário em Família</em> -, caracterizado pela divulgação da oração do rosário associada a grandes astros e estrelas do cinema e a divulgação da oração como uma arma no combate ao comunismo nos anos da chamada <em>Guerra Fria</em>.&nbsp; Em particular, nosso olhar se volta sobre os objetivos das <em>Cruzadas do Rosário em Família </em>e os interesses dos EUA, através da CIA, em patrocinar os eventos na América Latina. No Brasil, as Cruzadas do Rosário foram realizadas entre 1962 a 1964 em várias cidades, consolidando o imaginário anticomunista e estimulando a oração em família – evidenciando, deste modo, como as atividades das Cruzadas do Rosário e a atuação do Padre Patrick Peyton podem ser consideradas como vetores que ajudaram a criar um clima propício para a aceitação do golpe civil-militar em 1964.</p> 2020-09-05T10:21:37-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/20783 Razões para a queda do lulismo 2020-09-07T11:41:48-03:00 Diego Pereira Siqueira diegofolkmetal@gmail.com <p><em>O presente artigo tem por objetivo apresentar uma contribuição ao debate sobre o significado do ciclo político-econômico “lulista” no Brasil e as razões de seu dramático declínio. O texto busca apontar algumas das causas para o esgotamento de um modelo que se colocou como alternativa ao liberalismo que caracterizou a década de 1990, também denominado de neoliberalismo ou Consenso de Washington. Em nossa hipótese, uma das razões para o esgotamento da fórmula de conciliação de classes encarnada por Lula foi o fortalecimento de um padrão de reprodução capitalista exportador de especialização produtiva, encarnado no setor do agronegócio e das atividades financeiras. Embora os grandes superávits comerciais proporcionados por esse setor tenham sido decisivos para os programas sociais que garantiram o sucesso político do lulismo, quando a conjuntura econômica modificou-se a partir da crise mundial de 2008, o agronegócio tornou-se o pivô de um realinhamento no bloco de poder, que se expressou no colapso do lulismo no impeachment de 2016. </em></p> <p><strong><em>Palavras chave:</em></strong><em> lulismo, capitalismo dependente, padrão de reprodução do capital.</em></p> 2020-09-05T10:43:41-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/21072 A memória em Caminho como uma casa em chamas de António Lobo Antunes 2020-09-07T11:41:49-03:00 DÓRIS HELENA Soares da Silva Giacomolli dorishssg@gmail.com <p>Esse artigo apresenta, como objetivo, refletir as concepções de tempo e suas relações com a memória no que se refere à constituição das narrativas e analisa a concepção de memória em <em>A Memória, A História e o Esquecimento</em>, de Paul Ricoeur e como esta se apresenta em <em>Caminho como uma casa em chamas</em>, de António Lobo Antunes, bem como expõe algumas singularidades do romance através de uma revisão narrativa baseando-se na obra de Ricoeur. Sendo a memória uma capacidade de lembrar, de guardar subsídios, indícios e vislumbres, ela é de importância fundamental para o indivíduo. <em>Caminho como uma casa em chamas</em>, o romance de António Lobo Antunes forma uma conexão com o trabalho de Paul Ricoeur quando esse no diz que lembrar-se de algo não é tão simples como somente receber uma imagem do passado, não é um ato passivo, mas ativo; o sujeito deve ir buscá-la, ativamente sendo a memória, portanto, exercitada. Os resultados evidenciaram que Ricoeur entende a memória como uma experiência que o indivíduo tem de ressignificar ou representar; a memória se transforma em elemento primordial, é tratada e discutida na perspectiva de conferir um dever de legitimação. As lembranças são usadas durante toda narração, de um modo constante, de forma a se refletir no presente dos narradores. A memória, enquanto construção de caráter mutável e repleta de subjetividades, aparece em <em>Caminho como uma casa em chamas</em> como um arquivo de lembranças, intensamente marcadas, bem como de esquecimentos e vazios que podem se preencher de ruínas, rasgos de sonhos e pesadelos.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/20841 A crítica ao paradigma culturalista na interpretação da formação histórica brasileira 2020-09-07T11:41:49-03:00 Renato Somberg Pfeffer renato.pfeffer@fjp.mg.gov.br <p>A formação histórica brasileira tem sido estudada a partir da influência, direta ou indireta, de um arcabouço weberiano. Essa matriz teórica assume a ideia de que a estrutura política brasileira não conseguiu superar a cultura política patrimonialista de origem portuguesa. O motivo disso seria uma peculiar articulação entre o autoritarismo social com a acumulação capitalista que teria bloqueado a construção da cidadania no país. Além das divergências internas, essa vertente culturalista tem sido questionada por suas limitações e incongruências. O presente texto pretende discutir teoricamente as críticas que o paradigma culturalista tem recebido e que explicitam as fragilidades analíticas desse modelo que busca situar e explicar o Brasil como país periférico marcado pelo amálgama da dominação tradicional/racional e associaram o atraso em relação ao centro capitalista com a herança patrimonialista ibérica.</p> 2020-09-05T11:13:05-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/21827 Seis desafios para a historiografia do novo milênio 2020-09-07T11:41:49-03:00 José Assunção jose.d.assun@globomail.com <p>A palestra – proferida na Pontifícia Católica Universidade de Minas Gerais em sete de novembro de 2019 – procura refletir criticamente sobre a historiografia contemporânea, identificando seus principais desafios e demanadas. Após uma breve comparação com as demandas dos dois séculos anteriores, a palestra segue discutindo sucessivamente aqueles que podem ser considerados os seis principais desafios da historiografia para as próximas décadas: a responsabilidade social, a criatividade na escrita, as novas interdisciplinaridades, a variedade de suportes, a abragência de públicos e a transferência criticidade.</p> 2020-09-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cadernos de História