http://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/issue/feedCadernos de História2020-12-23T16:10:34-03:00Sílvia Rachisilrachi.pucminas@gmail.comOpen Journal Systems<p><strong>Cadernos de História</strong> – Publicação semestral do Departamento de História da PUC Minas e do Centro de Memória e de Pesquisa História a PUC Minas, Classificada como B3 na área de História e B2 na área de Educação no QUALIS 2013-2016 (Plataforma Sucupira – CAPES-Brasil).</p> <p><strong>Missão</strong>: Os <em>Cadernos de História</em> tem por missão veicular trabalhos científicos que contribuam para o avanço da pesquisa, especialmente na área da História. Inserida em um projeto político-pedagógico que percebe como indissociáveis os campos do ensino, da pesquisa e da extensão, seu viés interdisciplinar tem como finalidade promover a reflexão crítica sobre as temáticas históricas e afins.</p> <p><strong>History Journals</strong> – Biannual publication of the Department of History of PUC Minas and the Center for Memory and Research Research History at PUC Minas, classified as B3 in History and B2 in the area of Education at QUALIS 2013-2016 (Plataforma Sucupira – CAPES-Brazil).</p> <p><strong>Mission</strong>: The <em>History Journals</em> aim to publish scientific articles that contribute to the advancement of research, particularly in the area of History. Inserted in a political-pedagogical project which considers the fields of teaching, research and university extension as inseparable, their interdisciplinary perspective has the finality of promoting critical reflections about the themes of history and the like.</p>http://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/25263Expediente V.21, N.352020-12-23T16:10:31-03:00Julia Calvojuliacalvo1@gmail.com2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/25264Apresentação2020-12-23T16:10:32-03:00Julia Calvojuliacalvo1@gmail.com2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/25258Os Gregos: a aprendizagem pela narrativa e representação2020-12-23T16:10:32-03:00Amauri Carlos Ferreirajuliacalvo1@gmail.com<p>Este artigo contempla a educação grega que teve início pelas epopeias e as formas elaboradas do processo educativo. A civilização grega contribui de forma decisiva e singular na percepção do mundo. De que maneira esta civilização desenvolveu-se, social e politicamente? Como a formação do ser grego que buscava a perfeição, a liberdade e a democracia irradiou-se culturalmente? Essas perguntas, e tantas outras, correspondem à constituição de uma identidade através da educação que, no sentido grego, seria a paideia. A paideia trata da formação do ser grego. O objetivo desse artigo é apresentar de forma didática a importância dos gregos da antiguidade para a compreensão do processo educativo ocidental. Para tal, buscou-se, a partir da aprendizagem pela narrativa dos mitos e da representação pelo teatro, um modo racional de se compreender o mundo. Assim, os gregos, em seu projeto de paideia, nos legaram um modo de narrar o mundo miticamente ao representá-lo pela arte do teatro e ao educar os indivíduos pela arte de pensar. </p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23408A lei nº 5692/71 e representações da infância: percepções e expectativas em relação à criança na reforma de ensino de 1º grau2020-12-23T16:10:32-03:00Vanessa Queirós Alvesvane_queiros@yahoo.com.br<p>O objetivo deste trabalho é perceber algumas representações de infância presentes em propostas educacionais, a partir da lei nº 5692/71, no ensino de 1º grau, tendo como principal foco o Instituto de Educação do Paraná (IEP). As fontes utilizadas foram documentos elaborados a partir da lei e materiais do próprio IEP, como plano de implantação, boletins informativos, entre outros. Os conceitos para análise das fontes foram o de representação e o de apropriação, advindos dos estudos de Chartier (2002). Além disso, autores como Siqueira (2018), Veiga (2007), Cordeiro (2015), Anjos (2015) e Gouvea (2008) formaram o referencial teórico deste estudo. O trabalho está dividido em duas seções, sendo que a primeira versa sobre representações de infância presentes nos documentos mencionados e a percepção do que se esperava da criança inserida na escola, e a segunda analisa em quais fundamentos filosóficos e psicopedagógicos a lei estava embasada, assim como as apropriações feitas pelo IEP em relação a essas fundamentações. Como resultados do trabalho, a representação da infância revelou-se mais ligada a uma projeção para o adulto futuro, atrelada a uma concepção de meritocracia, na qual a educação e a obtenção de sucesso na vida escolar são reservadas aos “mais capazes”.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/22645A expansão e interiorização do ensino superior público no paraná: o caso da região de Guarapuava- PR (1980-1990)2020-12-23T16:10:32-03:00Anderson Szeuczukander1957@yahoo.com.brJoão Carlos da Silva Joao.Silva@unioeste.br<p>Este artigo discute a interiorização do ensino superior público no Estado do Paraná, examinando os determinantes sociais e políticos na constituição do ensino superior público na região Centro-Sul paranaense a partir de 1970. Tem como referencia de análise a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Guarapuava (FAFIG), atualmente Universidade Estadual do Centro Oeste-UNICENTRO, fundada em 1990. Analisa a expansão da educação superior paranaense a partir de especificidades locais e regionais. Grupos hegemônicos locais disputavam e reivindicavam espaço no sentido na criação das Instituições de Ensino Superior (IES). A interiorização da educação superior no Paraná, desencadeou-se a partir dos anos 70, por meio de políticas públicas voltadas à criação das fundações educacionais de direito privado. Além de uma revisão bibliográfica sobre a temática, tendo como principais referencias Saviani (2001), Sheen, (1986), Cunha (2007), Dourado (1997) e Freitag (1979), destaca fontes documentais tendo como base leis, decretos e relatórios junto ao Centro de Documentação e Memória (CEDOC). No processo de constituição das IES, interesses diversos se entrecruzaram, desde os interesses político-eleitoreiros, passando pelas demandas sociais e econômicas e pela luta da educação como direito.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/24452Três teses sobre a Economia Doméstica no Brasil2020-12-23T16:10:32-03:00José Carlos do Amaral Juniorjcamaral1987@gmail.com<p>Esse estudo apresenta uma análise das três teses prevalentes nos trabalhos acadêmicos sobre a Economia Doméstica no Brasil, essa importante área de formação técnica e superior de origem estadunidense. Apresentando cada uma delas - a da centralidade da categoria gênero, a político-instrumental e a histórico-crítica - demonstra-se como as leituras históricas sobre a gênese e extinção do projeto educativo da Economia Doméstica são substancialmente alteradas em função dos seus elementos centrais. Nessa perspectiva, entende-se que a terceira tese avança na construção de uma abordagem histórica que resolve algumas das lacunas apresentadas, englobando as dimensões educativas da trajetória da Economia Doméstica nos EUA e no Brasil.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23113Patriotas, mães e esposas: um estudo da representação das mulheres nos periódicos estudantis em São Paulo (1889-1930)2020-12-23T16:10:33-03:00Renata Marcílio Candidoremarcilio@gmail.comMilena Cacau de Carvalhomilenacacaudecarvalho@gmail.com<p>O artigo em tela apresenta os resultados da pesquisa realizada sobre a participação das mulheres nas organizações estudantis do ensino superior e profissionalizante no Estado de São Paulo entre o final do século XIX e o início do século XX. Para o desenvolvimento desta pesquisa, foi feito o levantamento dos periódicos produzidos por estes órgãos/associações, em seguida, empreendeu-se a análise temática destes documentos buscando identificar a participação das mulheres nestes colegiados, tanto de forma ativa assumindo cargos e autoria de textos, quanto de maneira indireta, sendo citadas nos artigos e na própria existência de “colunas femininas”. Deste modo, através das fontes documentais e bibliográficas, foi possível estabelecer duas categorias de análise: 1) textos produzidos sobre as mulheres 2) textos produzidos pelas mulheres, mas não necessariamente destinados a elas. Percebe-se que ao mesmo tempo em que as organizações estudantis eram incorporadas ao discurso de consolidação de espaços democráticos que ascendiam no contexto histórico e social, foram também palco de reproduções de valores e identidades ditas masculinas e/ou femininas.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23190A Liberdade Religiosa na História do Direito: as considerações de João Baptista Pereira sobre o ‘crime indígena’2020-12-23T16:10:33-03:00Adriana Gomesadrigomes.rj@outlook.com<p>O artigo pretende trazer para a discussão a receptividade do Código Penal de 1890 legislado por João Baptista Pereira no meio jurídico brasileiro, sobremaneira os entendimentos relacionados ao Artigo 157, que cerceou a liberdade religiosa dos espíritas. Por meio da análise de fontes históricas, analisaremos os antecedentes à promulgação da norma penal republicana que substituiu o Código Criminal de 1830 e os desdobramentos depreciativos entre os magistrados do país ante a rejeição à nova legislação, que adveio com falta de diálogo em diversos pontos polêmicos. Em suas tentativas de evitar a substituição da norma criminal, Baptista Pereira reafirmou a necessidade de manter o código legislado por ele e ratificou a imprescindibilidade do espiritismo ser uma transgressão penal com punição carcerária por se tratar de um “crime indígena” por, em sua consideração, se a incivilidade e a indisciplina social, que tanto eram refutados pelo regime republicano, mas que faziam parte do cenário brasileiro.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23383Os índios de Pedra Branca-Bahia (1825-1889): uma história de conflitos e resistência em defesa da terra indígena 2020-12-23T16:10:33-03:00Edilmar Cardoso Ribeiroedillcardoso@hotmail.com<p>A história da vila (municipalidade) e depois aldeamento de Pedra Branca (1822-1890), atual povoado de Pedra Branca, localizado no município de Santa Teresinha-Bahia, foi marcada por conflitos entre indígenas, autoridades públicas e colonos locais. Os indígenas de Pedra Branca frente ao processo de exclusão da participação da administração pública da vila e, principalmente, frente ao processo de usurpação das terras indígenas, isto é, de uma légua e meia de terra que os indígenas diziam ter herdada dos seus antepassados e, por isso, de ser os legítimos donos. As formas de resistências dos índios frente a esse processo: a ocupação dos cargos de vereadores e juízes como uma forma de controlar a administração da terra indígena e garantir sua posse, as negociações com as autoridades não indígenas, a insubordinação às autoridades constituídas não indígenas, e as revoltas. As medidas das autoridades públicas não indígenas (vereadores, diretores de índios, delegados, juízes, militares, vigários, missionários) para controlar e enquadrar os indígenas dentro de uma ordem: as negociações, a diretoria dos índios, o diretor missionário e as expedições militares. O resultado deste processo conflituoso foi: a extinção da municipalidade e do aldeamento, a invasão das terras por posseiros e a dispersão dos indígenas.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23078Expulsão e retorno: estratégias dos Xavante de Parabubure e de Marãiwatsédé para a demarcação de seus territórios2020-12-23T16:10:33-03:00Natália Araújo de Oliveiranatalia.oliveira@ufrgs.br<p>Os Xavante ou A'uwe (gente), como se autodenominam, é um grupo indígena que pertence a família linguística Jê, do tronco Macro-jê, situados no Mato Grosso. Chegaram ao estado entre 1820-1870 fugindo do contato com os não índios e dali se subdividindo em diferentes regiões do estado, contudo, políticas desenvolvimentistas empregadas a partir do governo Vargas os alcançaram e expulsaram de seus territórios. O presente trabalho tem por objetivo analisar as táticas destes indígenas para retomar seus territórios, em especial a TI Parabubure e a TI Marãiwatsédé. Para tanto, é uma pesquisa qualitativa que faz uso de entrevistas e falas de atores divulgadas em documentários e jornais ao longo do processo. A TI Parabubure foi demarcada no contexto de fim da ditadura militar e, para pressionar o governo, os Xavante iam a Brasília, invadiam os órgãos governamentais e faziam “performances culturais” afim de atrair atenção às suas demandas. Já a TI Marãiwatsédé, que teve sua demarcação estabelecida a partir de várias batalhas judiciais, teve como marco o amparo dos indígenas na lei como sua âncora de convencimento.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23087Conflito de terras nos anos finais dos oitocentos mediados pela construção da imagem negativa pela fofoca depreciativa no território de Piúma-ES2020-12-23T16:10:33-03:00Solange Faria Pradosolangeprado40@gmail.com<p>Este texto tem como objetivo discorrer sobre como a fofoca depreciativa tem o poder de construir negativamente a imagem de qualquer pessoa, manchando sua reputação e prestígio, especialmente se for considerada um desafeto político ou social. Pautou-se na teoria da Configuração de Norbert Elias buscando compreender, por meio de leitura e análises de relatórios oficiais e artigos de jornais, as tramas do tecido social possibilitando descortinar particularidades e singularidades da História Local e Regional capixaba.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23592Estado de Exceção e Supressão das Liberdades: da normatização francesa à pragmática da contemporaneidade2020-12-23T16:10:34-03:00Antonio Gasparetto Júniorantonio.gasparetto@gmail.com<p>Durante o período revolucionário francês do final do século XVIII, a primeira Constituição francesa adotou o instituto constitucional do estado de sítio. Inicialmente considerado como medida de caráter militar, o dispositivo sofreria progressivas adequações para emergências externas e internas e se converteria, com o passar do tempo, na noção iniciada no século XIX do que entendemos como estado de exceção. Essa perspectiva excepcional de administração de crises introduziria a formalização da suspensão de algumas garantias constitucionais. Neste sentido, o presente artigo procura relacionar a gênese da noção de exceção no período revolucionário francês com a perspectiva do filósofo italiano Giorgio Agamben de exceção como paradigma da contemporaneidade pelo viés da supressão das liberdades. Para isso, tomam-se como fontes de pesquisa documentos franceses dos séculos XVIII e XIX e as reflexões de Agamben registradas em sua obra filosófica. Analisando esses materiais, nota-se que o estado de exceção extrapolou elaborações constitucionais de suas raízes revolucionárias na França, envolvendo aspectos e situações mais amplos que permeiam a contemporaneidade.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23312Brizola, as eleições de 1958 e as disputas em torno do Trabalhismo no Rio Grande do Sul (1956-1959)2020-12-23T16:10:34-03:00Samuel da Silva Alvessamuel.alves13@outlook.com<p>Este artigo é um recorte de uma pesquisa de mestrado, já finalizada, que tratou da candidatura e da campanha eleitoral de Leonel de Moura Brizola ao governo do Rio Grande do Sul em 1958. As eleições de 1958 inserem-se no chamado “segundo tempo do trabalhismo”, de um PTB sem Getúlio Vargas, marcado por disputas em âmbito nacional e estadual entre lideranças, antigas e em ascensão, pelo domínio da máquina partidária, pelas redefinições dos conteúdos programáticos e pelo legado do carisma varguista. Nesse artigo, buscamos analisar de que forma a disputa entre Leonel Brizola e Loureiro da Silva pelo posto de candidato do PTB ao governo estadual e a tentativa de impugnação da candidatura trabalhista por parte de Guilherme Mariante, ex-deputado estadual do PTB, se enquadram nesse contexto do trabalhismo pós-1954. O ponto de partida teórico para esta análise é a teoria do campo político, proposta pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu.</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23237As Conferências de Ministros de Defesa das Américas (1995-2008): a construção do conceito de segurança2020-12-23T16:10:34-03:00Glauber Eduardo Ribeiro Cruzglaubereduardoribeirocruz@gmail.com<p>As Conferências de Ministros de Defesa das Américas são reuniões propostas para pensar, discutir e definir um novo conceito de segurança para o continente americano. No período histórico definido como Guerra Fria, a concepção de segurança internacional vigente na região esteve direcionada para as decisões políticas e militares balizadas pela Doutrina de Segurança Nacional, a qual incluía a participação efetiva dos militares na política. A partir da década de 1990 buscou-se, por meio de fóruns, conferências, cúpulas e reuniões, rever, construir e delimitar um novo conceito de segurança, assimilando as posições políticas e as prioridades dos países latino-americanos dentro dos blocos regionais, a partir da ampliação do diálogo entre civis e militares, para definir a atuação e a ação política dos países americanos diante dos desafios impostos à segurança do continente. A ampliação do conceito de segurança e a responsabilidade de cada membro em relação ao seu país realçam o impacto da segurança como tema público relevante no início do século XXI. </p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de Históriahttp://periodicos.pucminas.br:80/index.php/cadernoshistoria/article/view/23555O liberalismo progressista e alguns de nossos males históricos2020-12-23T16:10:34-03:00Herbert Gler Mendes Anjosherbertanjos@hotmail.com<p>Resenha de SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 273 p</p>2020-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Cadernos de História