Subjetividade contemporânea, dispositivos móveis e afetos

  • Ieda Tucherman

Resumo

Neste texto propomos pensar a relação entre a subjetividade contemporânea e as tecnologias digitais, especialmente os telefones celulares e alguns de seus aplicativos, sobretudo os ligados às funções da imagem. Genealogicamente recuperam, em tempo real, antigas práticas tais como os filmes familiares dos irmãos Lumière e os diários de viagem, ao mesmo tempo em que modificam as lógicas de afetos e vínculos. Isto implica em pensar no estatuto atual da experiência, hoje midiatizada, na mudança da pergunta ontológica do Quem para o Onde você está, assim como compreender o surgimento e a prática de um novo mercado de produção e consumo de imagens.

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Publicado
09-05-2017
Seção
Dossiê Objetos técnicos