O processo de internacionalização das empresas brasileiras: o caso de Sergipe
Resumo
O presente artigo destina-se a pesquisar – à luz dos modelos da Universidade de Uppsala e do Inovation Related Model – o processo de internacionalização de empresas estabelecidas
no estado de Sergipe. Tais estudos, desenvolvidos em fins das décadas de 70, partiram de um pressuposto básico: o grau de inserção de uma empresa no mercado internacional estaria condicionado ao nível de conhecimento que esta deteria do mesmo. A intensificação da globalização, a evolução tecnológica e o avanço dos estudos organizacionais revelaram outras variáveis importantes na análise do modo de internacionalização. Tendo em vista o objetivo de apresentar as etapas realizadas pelas empresas sergipanas em sua entrada em mercados estrangeiros, o estudo caracteriza-se como descritivo, sendo o levantamento o
método adotado para a coleta de dados, que abrangeu uma amostra, não probabilística, de 18 empresas. Como resultado verificou-se que as empresas sergipanas que iniciaram suas
exportações há pouco mais de cinco anos se encontram em um estado inicial de comprometimento, onde o investimento de recursos financeiros e físicos não apresenta, ainda, muita expressividade. Para essas empresas o mercado externo configura-se como uma alternativa acessória, aquém de uma estratégia consolidada de crescimento firmada na busca
de mercados estrangeiros e preparada para a concorrência internacional. Porém, percebeu-se que a tendência, tanto relacionada à aquisição de experiência por essas organizações, quanto à dinâmica do mercado, cujos últimos resultados têm estimulado a atividade exportadora
brasileira, é aumentar os esforços dedicados ao mercado internacional.
no estado de Sergipe. Tais estudos, desenvolvidos em fins das décadas de 70, partiram de um pressuposto básico: o grau de inserção de uma empresa no mercado internacional estaria condicionado ao nível de conhecimento que esta deteria do mesmo. A intensificação da globalização, a evolução tecnológica e o avanço dos estudos organizacionais revelaram outras variáveis importantes na análise do modo de internacionalização. Tendo em vista o objetivo de apresentar as etapas realizadas pelas empresas sergipanas em sua entrada em mercados estrangeiros, o estudo caracteriza-se como descritivo, sendo o levantamento o
método adotado para a coleta de dados, que abrangeu uma amostra, não probabilística, de 18 empresas. Como resultado verificou-se que as empresas sergipanas que iniciaram suas
exportações há pouco mais de cinco anos se encontram em um estado inicial de comprometimento, onde o investimento de recursos financeiros e físicos não apresenta, ainda, muita expressividade. Para essas empresas o mercado externo configura-se como uma alternativa acessória, aquém de uma estratégia consolidada de crescimento firmada na busca
de mercados estrangeiros e preparada para a concorrência internacional. Porém, percebeu-se que a tendência, tanto relacionada à aquisição de experiência por essas organizações, quanto à dinâmica do mercado, cujos últimos resultados têm estimulado a atividade exportadora
brasileira, é aumentar os esforços dedicados ao mercado internacional.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.5752/P.1984-6606.2006v6n13p%25p
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