Fenonomia e Isonomia no Contexto da Modernidade: Possibilidades de um Novo Modelo Social para as Organizações DOI – 10.5752/P.1984-6606.2013v13n32p87

Marcio Jacometti, Belmiro Valverde Jobim Castor, Daniel Moraes Pinheiro, João Pereira de Castilho Filho

Resumo


Este trabalho lida com duas categorias centrais da Teoria da Delimitação dos Sistemas Sociais proposta por Ramos (1989): as fenonomias e as isonomias. Juntas, elas estabelecem o chamado paradigma paraeconômico da organização social. Ao caracterizar estes dois modelos, o artigo revisa seus conceitos fundamentais para explicar as causas e consequências da combinação destas categorias como alternativa ao modelo econômico moderno fundado na racionalidade formal. A partir da lógica inerente à racionalidade substantiva, o texto propõe estudos sobre como as organizações de setores diferenciados adotam ou não princípios da fenonomia e isonomia em suas práticas, motivadas por pressões ambientalistas e sociais. Pela noção de homem parentético, sugere-se que, além do conflito entre modelos na estrutura social, existe também o conflito ao nível do indivíduo que se submete ao modelo de homem econômico, abrindo mão da realização pessoal. De modo reativo a essa realidade, observa-se o surgimento de muitas organizações que se baseiam em valores distintos dos da racionalidade instrumental como é o caso das organizações de economia social. Contudo, é necessário investigar estas questões para se compreender até que ponto essa combinação é realmente um modelo social que está sendo adotado em alguns setores da economia.


Palavras-chave


Fenonomia, Isonomia, Organizações de Economia Social, Homem Parentético

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