Abordagem da dor torácica pelo enfermeiro em uma unidade de pronto atendimento na visão do paciente

Fabiana dos Santos, Paula Bernardes Freire, Jairo Antônio Ribeiro

Resumo


O estudo verificou a visão do paciente da habilidade e das estratégias usadas pelo enfermeiro na identificação
da dor torácica. Trata-se de um estudo quanti-qualitativo, realizado na unidade de pronto atendimento de um
município de Minas Gerais. Foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da PUC Minas (CAAE
41896815.0.0000.5137). Os critérios de inclusão foram voluntariedade, maioridade, estado hemodinâmico
estável e assinatura do Termo de Concentimento Livre Esclarecido. Os dados quantitativos foram tratados pelo
Microsoft Excel 2010, e os qualitativos a partir da análise de conteúdo proposta por Minayo (2010). Dos 23
sujeitos pesquisados: 12 (52,00%) eram mulheres, 11 (47,83%) com ensino fundamental incompleto e 6
(26,09%) com idade entre 50 e 59 anos. Em relação ao atendimento da recepção e do enfermeiro: 12 (52,17%)
consideram de ótima qualidade; 3 (13,04%) apresentaram dúvidas relacionadas à entrevista e 20 (86, 96%)
consideraram adequado o tempo de atendimento e a gravidade do quadro apresentado. Em relação às três
questões norteadoras sobre a dor torácica, comunicação do enfermeiro e importância do processo de
classificação de risco, emergiram quatro, quatro e uma categoria, respectivamente. O enfermeiro usa
adequadamente as habilidades na abordagem da dor torácica. O protocolo de Manchester é a principal
ferramenta utilizada para a classificação da dor e o tempo adequado para cada atendimento.


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