Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais <p><strong>Estudos Internacionais</strong>&nbsp;- Estudos internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas é uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, classificada como B2 no QUALIS de sua área "Ciência Política e Relações Internacionais" (Plataforma Sucupira - CAPES-Brasil, 2013-2016).</p> <p><strong>Missão</strong>: Estudos Internacionais tem por missão veicular trabalhos científicos que contribuam para o avanço da pesquisa, especialmente na área de Relações Internacionais, da formação acadêmica crítica e integral, aberta ao diálogo, à perspectiva interdisciplinar e à pluralidade de ideias.</p> <p><strong>Estudos Internacionais</strong>&nbsp;- Estudos internacionais: PUC Minas International Relations journal - is a quarterly journal published by the Post-Graduate Program in International Relations - of the Pontifical Catholic University of Minas Gerais, rated B2 at QUALIS/CAPES, in its area "Political Science and International Relations" <span style="display: inline !important; float: none; background-color: transparent; color: #000000; cursor: text; font-family: 'Noto Sans',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">(Plataforma Sucupira - CAPES-Brazil, 2013-2016).</span></p> <p><strong>Mission</strong>: Estudos Internacionais aims to convey scientific papers that contribute to the advancement of research, particularly in the area of International Relations. Its main purpose is to provide a critical and integral education, open to dialogue, to interdisciplinary perspective and to the plurality of ideas.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais pt-BR Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas 2317-773X <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>1.&nbsp;Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>2.Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>3.Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> <p>&nbsp;</p> <p><img width="88" height="31" alt="" src="https://licensebuttons.net/l/by/3.0/88x31.png"></p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Páginas Iniciais http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/27935 <p>Estudos Internacionais</p> Estudos Internacionais Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 1 6 International Relations and football: limits and possibilities for China to become a global football power by 2050 http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/24127 <p>Com a liderança do presidente Xi Jinping, a revitalização do futebol se converteu em um objetivo estratégico essencial para China. Seus três desejos são se classificar regularmente, organizar e ganhar a Copa do Mundo FIFA para 2050. Considerando o estadismo do sistema esportivo internacional e a motivação política da China para alcançar objetivos tão ambiciosos, este artigo aplicará uma análise do futebol sob a perspectiva das Relações Internacionais. Nesse sentido, são identificadas três premissas básicas para a análise do futebol: 1. O interesse nacional no esporte é conquistar títulos. 2. O interesse nacional não é tão relevante quanto a habilidade e capacidade do Estado de vencer. 3. Mais recursos e investimentos podem garantir melhor desempenho, mas não necessariamente ganhar títulos. Concluindo, embora o futebol na China tenha tido um desenvolvimento considerável ao longo desta década, se considerarmos que a conversão de recursos em títulos não é a mesma para todos os países, a China pode enfrentar um paradoxo de poder, sendo incapaz de tirar proveito de suas habilidades extraordinárias. para obter títulos e se tornar uma potência mundial do futebol.</p> Carlos Pulleiro Méndez Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 7 24 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p7-24 A Nova Rota da Seda e o dilema de Xinjiang http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/24535 <p>Para além da já reconhecida relevância da Nova Rota da Seda, ou Iniciativa do Cinturão e Rota (<em>Belt and Road Initiative</em> - BRI), para a estratégia de inserção internacional da China, sua plena implementação também dialoga incisivamente com a continuidade do processo de unificação e reorganização nacional do país. Analisando as questões pertinentes à região de Xinjiang, o presente artigo sustenta a noção de que a Nova Rota da Seda interage diretamente com o imperativo e os esforços securitários nacionais de estabilização das fronteiras e de diluição das ameaças separatistas, ao promover a <em>continentalização </em>do desenvolvimento chinês. Além do mais, é possível argumentar que essa região representa um <em>enlace territorial</em> do processo de integração eurasiática liderado pela China. O artigo se divide em três partes: primeiro, apresentamos os principais vetores da ascensão e implementação da Nova Rota da Seda; em seguida, abordamos o histórico das tensões entre o processo de reconstrução nacional chinesa e os movimentos separatistas de Xinjiang; por fim, analisamos como a Nova Rota da Seda interage com as estratégias de contenção aos movimentos separatistas e terroristas da região.</p> Diego Pautasso Tiago Nogara Ana Paula Bernardo de Sousa Gaio Doria Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 25 42 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p25-42 Competição entre China e Estados Unidos na América Latina: evolução, perspectivas e implicações no contexto do COVID-19 http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/24362 <p><em>Na última década, a China se estabeleceu como um ator-chave no sistema internacional e sua influência se irradia para todos os cantos do mundo. A América Latina não é exceção a esse fenômeno. A participação econômica da China na região teve impactos políticos que levaram à competição inevitável com os Estados Unidos. É neste contexto de competição que surge a pandemia COVID-19, com profundas consequências para os países latino-americanos.</em></p> <p><em>O objetivo deste artigo é analisar as relações entre a América Latina e a China no contexto da competição com os Estados Unidos e a pandemia do COVID-19. O artigo aborda como a competição evoluiu, principalmente na área da saúde após o surto de COVID-19. Para isso, são discutidas as principais ações da China na região a partir de uma perspectiva teórica da economia política internacional e a partir de conceitos como diplomacia de máscaras e “wolf warrior diplomacy”.</em></p> Florencia Rubiolo Diego Telias Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 43 62 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p43-62 Perspectivas teóricas predominantes en la aproximación de China a las RI como disciplina: entre la autonomía y la integración http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/26735 <p>El ascenso de la República Popular China (RPCh) en el sistema internacional tiene<br>efectos y consecuencias en todas las áreas de estudio, incluidas las Relaciones<br>Internacionales (RI) como disciplina. Tras un inicial período de aislamiento, luego<br>de la Revolución liderada por Mao Zedong, en 1949, el proceso de Reforma y<br>Apertura, conducido por Deng Xiaoping, a partir de 1978, hizo que la academia<br>china volviera a reconectarse con un campo de estudios dominado por marcos<br>teóricos procedentes del mundo anglosajón. Esta reaproximación supuso que<br>los especialistas chinos vivieran una etapa de absorción acrítica de esos conocimientos,<br>catalogada como de “aprendizaje y copia”, en la que se incorporaron<br>los mismos debates que se han dado en Occidente, sin mayores cuestionamientos.<br>Sin embargo, en la segunda mitad de los 1980, surgen voces que plantean la<br>necesidad de una perspectiva china en el abordaje de estos asuntos. Se genera,<br>así, una literatura propia en torno a esta temática, y ya en los 2000 aparecen y se<br>consolidan dos miradas integrativas: las de Yan Xuetong y Qin Yaqing, quienes<br>proponen, con distintas énfasis e intenciones, vincular la Teoría occidental de<br>RI con el pensamiento clásico chino. Otro autor, Zhao Tingyang, reivindica la<br>Tianxia (Todo lo que hay bajo el Cielo), cosmovisión de la era pre-Qin (2100<br>a 221 a. C.), como una alternativa posible frente al paradigma westfaliano. El<br>siguiente trabajo analiza este fenómeno, así como los nuevos enfoques epistemológicos<br>que implica asumir este desafío.</p> Carlos Monge Aristegui Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 63 89 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p63-89 Da nova economia do projetamento à globalização instituída pela China http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/25823 <p>O artigo propõe uma interpretação da ascenção da China a partir de uma síntese entre economia política Internacional e geopolítica e tem como objetivo decifrar dois processos políticos que se entrecruzam. Um de caráter doméstico, outro global. O primeiro é o surgimento da Nova Economia do Projetamento e seus impactos externos quanto os valores civilizacionais construídos ao longo de 5000 anos de história levando ao surgimento de um contraponto geopolítico à globalização neoliberal liderada pela grande finança e pelos Estados Unidos. O segundo processo é a globalização instituida pela China (GIC) que se apresenta como um constructo histórico institucional e multidimensional que se fortalece com a iniciativa do Cinturão e a Rota. A nossa hipótese é que ambos processos se conjugam, não sem contradições, desfaiando os fundamentos institucionais liberais de Ocidente em quatro dimensões simultâneamente: a) geopolítica: o multipolarismo frente ao unipolarismo imperial; b) econômica: a globalização instituída frente à globalização neoliberal; c) institucional: o multilateralismo inclusivo anticolonial frente ao unilateralismo imperial; e d) ideacional: a comunidade de destino compartilhada para a humanidade frente ao sistema westfaliano</p> Elias Jabbour Alexis Dantas Javier Vadell Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 90 105 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p90-105 Nuevo momento geopolítico mundial: La Pandemia y la aceleración de las tendencias de la transición históricaespacial contemporánea http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/25881 <p>A Pandemia acelerou um conjunto de tendências na transição histórico-espacial mundial contemporânea, a partir da qual um novo momento dessa transição se estabeleceu, manifestando-se como uma nova situação no mapa do poder mundial. As tendências centrais incluem o ascensão relativa da China e da Ásia-Pacífico e o declínio relativo dos Estados Unidos; crescentes contradições político-estratégicas que alimentam guerras em múltiplas frentes e territórios; a crise da hegemonia anglo-saxã americana e sua evolução no estágio de “desordem mundial”; uma crise econômica estrutural; transformações nas relações de produção articuladas a um novo paradigma tecnológico. Neste artigo é abordado esse novo momento da transição histórico-espacial, em relação às tendências citadas e em duas dimensões articuladas: a crise econômica acelerada pela pandemia em relação à transformação geoeconômica global e, por outro lado, as características do novo momento geopolítico.</p> Gabriel Merino Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 106 130 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p106-130 Barack Obama e Donald Trump: a China na grande estratégia dos Estados Unidos (2009-2019) http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/24135 <p>O artigo analisa a política dos Estados Unidos (EUA) para a República Popular da China (RPC), nos governos de Barack Obama (2009-2016) e de Donald Trump (2017-2019). Para tanto, o artigo baseia-se na discussão teórica sobre grande estratégia, entendida como as coordenadas gerais de atuação de um Estado no sistema internacional, e sobre a operacionalização de seu estudo, pelo marco das políticas setoriais, cuja compreensão, sugere-se, deve ser realizada em relação à política global, ou seja, em relação à grande estratégia. É nesse sentido que a política dos EUA para a China é compreendida. Busca-se discutir seus principais elementos históricos e defende-se a tese de que há, nos governos de Obama e de Trump, a continuidade dessa política com vistas à constranger a China à ordem e normas internacionais historicamente lideradas e formuladas pelos EUA, em um contexto de crescente consenso bipartidário doméstico nesse sentido.</p> Rúbia Marcussi Pontes Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 131 149 10.5752/P.2317-773X.2021v9n4p131-149 Edição Completa http://periodicos.pucminas.br/index.php/estudosinternacionais/article/view/27936 <p>Estudos Internacionais</p> Estudos Internacionais Copyright (c) 2022 Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-01-10 2022-01-10 9 4 1 149