Turismo religioso, adventismo e lugares de memória

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Rodrigo Follis

Resumo

Halbwachs coloca três possibilidades de constituição da memória oficial de um grupo religioso, a saber 1) um evento; 2) uma pessoa; ou, 3) um local geográfico. Tal autor considera que o espaço geográfico sempre será a melhor das opções, devido a sua materialidade ao fornecer uma construção de memória menos efêmera. Assim, é possível enfatizar a importância das mais diversas denominações cristãs de focarem seus esforços em fortalecer o turismo religioso. Como estudo de caso, e a partir dessa base teórica, o presente artigo analisa o adventismo do sétimo dia, através de sua revista oficial, a Revista Adventista, em busca de se perceber como o periódico, nos últimos tempos, tem articulado a importância de lugares de memória do movimento e tem se aberto para o turismo religioso, mesmo que de maneira ainda embrionária. Conclui-se com um alerta de que a memória constituinte adventista, assim como de qualquer outro grupo religioso, precisa ser constantemente repensada e retransmitida aos membros. E os locais de memória, em conjunto com o turismo religioso, podem ajudar para a manutenção desse projeto.

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Como Citar
FOLLIS, R. Turismo religioso, adventismo e lugares de memória. HORIZONTE - Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religião, v. 16, n. 49, p. 38-65, 30 abr. 2018.
Seção
Artigos/Articles: Dossiê/Dossier
Biografia do Autor

Rodrigo Follis, Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp)

Doutor em Ciências da Religião e Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. Professor nos cursos de Teologia e Comunicação Social no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). Diretor da Unaspress.