http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/issue/feed INTERAÇÕES 2020-04-02T13:18:01-03:00 Flávio Senra interacoes.pucminas@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>INTERAÇÕES</strong> é um periódico científico editado pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, do Departamento de Ciências da Religião da PUC Minas, tem por missão a difusão de estudos relativos à área de Ciências da Religião e Teologia e áreas afins aos estudos da religião.&nbsp;</p> <p><a href="http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/about">Saiba Mais ...</a></p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22186 EXPEDIENTE 2019-12-31T08:47:50-03:00 Flávio Senra interacoes.pucminas@gmail.com 2019-12-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Flávio Senra http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22197 EDITORIAL 2020-03-26T11:01:27-03:00 Flávio Senra interacoes.pucminas@gmail.com <p>não se aplica</p> 2019-12-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Flávio Senra http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/16142 AS CONEXÕES E A CIRCULAÇÃO DE LIVROS ENTRE AS ORDENS TERCEIRAS FRANCISCANAS NAS DUAS MARGENS DO ATLÂNTICO NO SÉCULO XVIII 2020-03-25T09:45:17-03:00 Juliana de Mello Moraes juliana.mel@gmail.com <p>A grande produção e difusão dos livros religiosos durante a Idade Moderna denotaram a essa bibliografia papel relevante naquele período. Além da sua expressividade numérica, as obras religiosas indicavam um leque alargado de preocupações e intenções, visando atender a distintas situações e necessidades tanto dos membros da Igreja quanto dos fiéis. Essa literatura orientava, sobretudo, as práticas religiosas no interior das associações de leigos, tais como irmandades, confrarias e Ordens Terceiras, seja no Reino ou na América portuguesa. A partir do conceito de <em>comunidade de interpretação</em>, cunhado por Roger Chartier, verifica-se a relevância das obras impressas entre os irmãos terceiros franciscanos. Desse modo, a partir da leitura, transcrição paleográfica e análise da documentação produzida pelas Ordens Terceiras franciscanas de Braga (Portugal) e São Paulo (Brasil), ao longo do século XVIII, constatou-se a circularidade dos livros religiosos entre instituições congêneres, bem como os usos destinados a essas obras na conformação de ritos e práticas religiosas.</p> 2019-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/18125 A INTERPRETAÇÃO NA IGREJA ADVENTISTA BRASILEIRA DA TEOLOGIA ECUMÊNICA CONCILIAR 2020-04-02T13:18:01-03:00 Kevin Willian Kossar Furtado kevin@aol.com.br <p>A história da imprensa adventista brasileira começa com a publicação, em 1904, do primeiro periódico impresso em língua portuguesa da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), <em>O arauto da verdade </em>– surgimento que alguns estudiosos da história do adventismo no Brasil acreditam ocorrer em 1900. Em 1906, surge a então chamada <em>Revista Trimensal</em>, hoje, <em>Revista Adventista</em>, nome adotado em março de 1931. Na capa, ela passou a ser identificada como <em>órgão oficial</em> da Igreja brasileira dos adventistas do sétimo dia, designação que continuou até 1974. Considerada <em>órgão geral</em> da denominação em terras brasileiras desde 1975, a <em>Revista Adventista</em> tem por objetivo central noticiar os acontecimentos mais significativos do meio adventista e do cristianismo no Brasil e no mundo. A publicação conta com um acervo digital disponível na internet que abriga, na íntegra, todos os números do periódico, desde a sua primeira edição, em 1906 – de onde parte a pesquisa de fontes e análises expostas no presente texto, que aborda como a revista reportou a teologia ecumênica conciliar. Foram analisadas nove edições, publicadas entre 1962 e 1965 – os anos de realização de concílio –, em que os termos <em>Concílio Vaticano II</em>– e correlatos – e <em>ecumenismo</em> são encontrados. A pesquisa se justifica pelo ineditismo de uma investigação sobre a interpretação do concílio por um órgão da Igreja Adventista brasileira. O exame dos materiais selecionados foi realizado a partir dos conceitos de memória, condições de produção, paráfrase e polissemia da análise do discurso.</p> 2019-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/18226 MONANTROPISMO E MOVIMENTO PARA A PAZ NO PENSAMENTO DE VIKTOR FRANKL 2020-02-20T17:25:54-03:00 Thiago Antonio Avellar Aquino logosvitae@hotmail.com Josilene Silva Cruz josileneufpb@gmail.com Eliseudo Salvino Gomes salvinno@hotmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo apontar as possibilidades de construção de uma cultura de paz a partir do conceito de <em>monantropismo</em>, segundo a Logoterapia e Análise Existencial de Viktor Frankl. Ademais, identificaram-se interlocuções entre a educação e a cultura de paz. Concluiu-se que, para se contrapor à cultura de guerra, torna-se necessário desenvolver o espírito de uma humanidade única, além de cultivar algumas virtudes fundamentais, tais como: a tolerância, o perdão, a responsabilidade coletiva e individual.</p> 2019-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21279 FORMAÇÃO HUMANISTA E EDUCAÇÃO 2020-02-20T18:26:38-03:00 Roberlei Panasiewicz roberlei@pucminas.br Camila Campos Marçal da Cruz camilacamposmarcaldacruz@hotmail.com Dinéia Fontoura Gonçalves dineiacei@gmail.com <p>A prática da intolerância e da violência, seja no campo religioso ou não, é constante na sociedade contemporânea. Neste contexto e a partir do ambiente educacional, pergunta-se: é possível educar para a valorização do humano e diminuir a violência? Esta reflexão visa responder a esta pergunta ao mesmo tempo em propõe que a formação humanista deve participar de maneira articulada com a formação intelectual no processo de ensino-aprendizagem das crianças e adolescentes. Este estudo faz parte de uma pesquisa mais ampla sobre a tolerância e a promoção da cultura de paz em algumas escolas públicas de Ensino Fundamental da periferia da cidade de Belo Horizonte/MG. Partindo da análise dos Projetos Políticos Pedagógicos, dos planos de aula da disciplina de Ensino Religioso e da observação participativa buscou-se compreender como os temas das humanidades são tratados nestes espaços. Urge uma educação para a alteridade e para a cidadania que perpasse disciplinas, projetos e temas transversais. Esta reflexão se estrutura apresentando os desafios do processo de ensino-aprendizagem, da educação para a tolerância e para o diálogo inter-religioso como princípios para bem saber e bem viver no ambiente escolar. A vivência da cultura da paz e da cidadania devem perpassar o ensino fundamental e superar contextos de intolerância e de violência de forma a educar para a responsabilidade social.</p> 2019-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Roberlei Panasiewicz, Camila Campos Marçal da Cruz, Marçal da Cruz, Dinéia Fontoura Gonçalves Gonçalves http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/P.1983-2478.2019v14n26p332-360 EXPERIÊNCIAS PARA A EDUCAÇÃO PATRIMONIAL VISANDO A EDUCAÇÃO RELIGIOSA 2020-02-20T17:26:02-03:00 Taciane Jaluska taci_pl@hotmail.com Sérgio Junqueira srjunq@gmail.com <p class="western" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Georgia, serif;">A educação patrimonial voltada ao patrimônio religioso refere-se a um processo permanente de trabalho educacional centrado no espaço sagrado como fonte primária de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo. A presente pesquisa pretende, por meio de um estudo de caso qualitativo, apresentar e realizar uma análise de três atividades de educação patrimonial realizadas em Curitiba, o roteiro 'Na Trilha do Sagrado', a 'visita guiada na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz' e a 'visita noturna ao Cemitério Municipal de Curitiba' com a finalidade de compreender a importância da mediação no patrimônio cultural para a educação cultural e religiosa dos participantes. Os resultados da pesquisa apontam que a atividade de educação patrimonial em espaços voltados para o sagrado</span><span style="font-family: Georgia, serif;"> os aproximam da sociedade, auxiliam na preservação da memória, na criação de um sentimento de pertença e para criação de um elo entre passado e presente que podem auxiliar tanto na conservação desse bem quanto na difusão do conhecimento. Conclui-se que conhecer o diversificado patrimônio religioso da cidade permite ao indivíduo respeitar as diferentes manifestações culturais e a melhor compreendê-las, aliando assim conhecimento, ação e preservação. </span></p> 2019-12-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/19532 VIOLÊNCIA, HUMOR E RELIGIÃO 2020-02-20T17:26:05-03:00 Lauro Eustáquio Guirlanda de Moura lauroguirlanda@hotmail.com <p align="justify"><span style="font-family: Georgia, serif;">Notícias de violência em resposta a piadas com religião, e violência relacionada à religião de uma maneira geral, têm sido frequentes na grande mídia, o que nos leva a buscar soluções e possibilidades para um convívio pacífico entre cidadãos religiosos e seculares. Esse convívio se dará, inevitavelmente, pelo diálogo entre a razão e a religião. Esse artigo visa estabelecer reflexões sobre essas possibilidades, pela perspectiva dos filósofos Jürguen Habermas, Giovanni Vattimo e Roger Scruton, do teólogo Joseph Ratzinger, e do antropólogo René Girard. A reflexão desse artigo focará na importância do estado secularizado e sua função de conter os extremismos, bem como no reconhecimento de que foi o Cristianismo que em grande parte possibilitou o advento do estado secularizado, com liberdade de culto religioso (incluindo o ateísmo). Soluções são propostas ao longo do artigo.</span></p> 2019-12-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/18510 ENTRE INCULTURAÇÃO E LIBERTAÇÃO 2020-02-20T17:25:52-03:00 Maria Cecília Simões ceciliasrsimoes@gmail.com <p class="Default" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Georgia',serif;">O objetivo deste artigo é compreender a formulação de uma teologia pastoral elaborada a partir da atuação missionária entre os povos indígenas, aqui denominada de <em>missiologia indigenista</em>. Partindo dos ideais de inculturação e libertação, buscou-se percorrer o processo que reflete os intermeios entre teoria e prática na pastoral indigenista católica, especificamente a partir da missiologia de Paulo Suess. Para tanto, traçou-se um caminho metodológico que se inicia com a apresentação do histórico e desenvolvimento de uma pastoral indigenista, representada sobretudo pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário – perpassando pelas discussões que envolvem o uso ideal da inculturação da fé como proposta pastoral, relacionando-o aos ideais de encarnação e de libertação da teologia latino-americana. A análise culmina em uma leitura crítica dos limites e avanços que a missiologia indigenista consegue atingir ao se propor fazer uma leitura sócio-política da realidade dos povos indígenas e da atuação da igreja com esses povos no Brasil.</span></p> 2019-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/19268 O LEITOR-EXERCITANTE 2020-02-20T17:26:08-03:00 Pedro Barbosa Lima Junior pbljunior81@gmail.com Ceci Maria Costa Baptista Mariani cecibmariani@gmail.com <p>O presente artigo propõe demonstrar que existe uma correlação entre a imaginação ricoeuriana, presente na filosofia hermenêutica de Paul Ricoeur e a mistagogia dos <em>Exercícios Espirituais</em> de Santo Inácio de Loyola (EE) que se dá mediante um método próprio de leitura e contemplação dos textos bíblicos. Desta forma, o <em>leitor </em>(no sentido ricoeuriano) e o <em>exercitante</em> (no sentido inaciano) estariam realizando uma atividade interpretativa através da leitura, porém, por óticas díspares, a saber, uma filosófica e a outra espiritual. Se é durante a leitura que se realiza a hermenêutica, é, igualmente na linguagem narrativa em que se faz uma leitura de si. E se interpretação é hermenêutica, é justamente aqui que empregamos a imaginação ricoeuriana numa aproximação dialógica com a contemplação inaciana.</p> 2019-12-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/18959 O CONHECIMENTO AMOROSO ADVAITA 2020-02-20T17:25:50-03:00 Rita Macedo Grassi ritagrassi2010@gmail.com <p>A partir da perspectiva hindu, conhecida como <em>advaita</em> ou <em>adualidade</em>, Panikkar faz uma crítica à primazia do pensamento científico em detrimento de uma visão mais holística da realidade que, para ele, estaria relacionada à experiência de uma <em>nova inocência</em>. Tal experiência exige uma visão do terceiro olho, que integra a razão e os sentidos, que também pode ser chamada de experiência mística ou <em>intuição</em> <em>advaita</em>. Na visão panikkariana, a mística é uma relação <em>adualista</em> entre a ação e a contemplação, o conhecimento e o amor. Através de pesquisa bibliográfica em uma perspectiva metodológica crítico-analítica, mostraremos de que forma ele constrói sua crítica e aponta o caminho que, ao seu entender, leva a um tipo de <em>conhecimento amoroso</em>, mais integrado ao que chama de <em>experiência da Vida</em>.</p> <p>&nbsp;</p> 2019-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22185 NOMINATA 2020-03-26T11:06:21-03:00 Flávio Senra interacoes.pucminas@gmail.com 2019-12-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Flávio Senra