INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes <p><strong>INTERAÇÕES</strong> é um periódico científico editado pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, do Departamento de Ciências da Religião da PUC Minas, tem por missão a difusão de estudos relativos à área de Ciências da Religião e Teologia e áreas afins aos estudos da religião.&nbsp;</p> <p><a href="http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/about">Saiba Mais ...</a></p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> pt-BR <p><a name="pt-direitos"></a>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <ol> <li class="show">1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/">Licença Creative Commons Attribution</a>que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">2. 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Investigadores de várias áreas do saber, entre as quais as Ciências da(s) Religião(ões), têm debatido acerca da polissemia do conceito. Se observarmos publicações sobre o tema, a partir dos anos 1980, vê-se que teologia política se refere à interferência religiosa em temas de interesse público, que se trata do discurso sobre a autoridade política baseada na revelação divina, ou ainda se refere a um modo específico de compreender a influência da teologia no espaço público, entre outras abordagens. Assumiremos aqui a teologia política como disciplina de estudos que investiga e avalia o entrecruzamento, o inter-relacionamento e a influência mútuos da religião, da teologia e da política e suas consequências no espaço público. A metodologia adotada é a da interpretação textual de autores de áreas distintas: filosofia, teologia, ciências religião, <em>religious studies</em>, ciência política, história, entre outras. Para o fim aqui estabelecido, não temos a intenção de estabelecer juízo acerca de métodos específicos de que se valem os estudos nessas áreas. Debatemos a teologia política a partir de diferentes posições teórico-metodológicas analisando suas distintas concepções. Partiremos da hipótese de que a compreensão segundo uma divisão por gêneros e a posterior explicitação das filiações teóricas e repercussões no espaço público põem em destaque a teologia política como um campo de investigação indispensável para as áreas da(s) Ciência(s) da(s) religião(ões) e das humanidades na contemporaneidade.</p> Douglas Ferreira Barros Copyright (c) 2020 Douglas Ferreira Barros http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21200 sex, 10 jul 2020 17:01:16 -0300 DIALÉCTICA DA TEOLOGIA POLÍTICA http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21342 <p>O presente artigo apresenta o debate sobre a teologia política entre Carl Schmitt e Erik Peterson sob a forma de uma estrutura dialéctica. Afirmando a decisão do soberano como uma secularização do milagre, a defesa por Carl Schmitt da soberania é apresentada como o momento afirmativo da teologia política. Ao invés, a negação da possibilidade de uma teologia política cristã, por Erik Peterson, aparece como a sua contraposição dialéctica. Ao opor-se a esta possibilidade, na recusa da teologia política imperial proposta por Eusébio de Cesareia, Peterson confronta-se com a concepção por Carl Schmitt de uma Igreja baseada na autoridade infalível do Papa. Erik Peterson, no entanto, estabelece um abismo entre teologia e política, tornando toda a teologia não política. Agamben parece, por seu lado, tenta pensar não uma teologia não política, mas uma teologia que torne possível uma política contra a política teológico-política. É este o sentido de uma teologia económica – uma afirmação da negação – a qual, no entanto, parece permanecer insuficiente.</p> Alexandre Franco de Sá Copyright (c) 2020 Alexandre Franco de Sá http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21342 sex, 10 jul 2020 13:17:03 -0300 O DOGMA TRINITÁRIO E A TEOLOGIA POLÍTICA http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/20630 <p>Em <em>O Reino e a Glória</em>, o pensador italiano Giorgio Agamben procura demonstrar que o poder, forjado pela teologia cristã, apresenta-se por dois grandes paradigmas: teológico político e teológico econômico.&nbsp; A teologia política aponta não só para a origem estrutural que alicerça o Estado Moderno firmado sob conceitos teológicos, como também enfatiza a primazia do paradigma teológico econômico sobre o teológico político.&nbsp; É a partir dessa dupla estrutura advinda da teologia cristã que se consolida a máquina governamental na qual todo poder tipicamente soberano articula-se segundo essas duas polaridades, Reino e Governo, o poder de julgar e o exercício do julgamento, trindade imanente e trindade econômica. Ao buscar incansavelmente renovar essa clássica separação entre as “duas trindades”, Deus e sua práxis, Jürgen Moltmann parece observar, tal como Agamben, problemas na constituição da dogmática trinitária. Nosso objetivo é apresentar alguns pontos desse diálogo acerca da doutrina trinitária, cujo pano de fundo revela a crítica dos dois pensadores ao atual modo de governo, o teológico político.</p> Mariana Pfister Copyright (c) 2020 Interações http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/20630 sex, 10 jul 2020 13:22:51 -0300 A TEOLOGIA PÚBLICA NO BRASIL http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/19388 <p>No decorrer das últimas duas décadas, as pesquisas em torno do tema da teologia pública são recorrentes. Por meio de um mapeamento de coletâneas, teses, dissertações, artigos, entre outras pesquisas que se dedicaram à problematização de teologias públicas ou que utilizaram a nomenclatura, é possível dispor um quadro panorâmico que aponta para os principais assuntos tratados nesse horizonte. Desde uma catalogação em grupos temáticos, a presente pesquisa demonstra assuntos, modos e contextos da utilização do termo. Compreende-se, portanto, que a nomenclatura teologia pública está atrelada às seguintes dinâmicas: 1. Na relação entre religião/teologia e espaço público; 2. Como dimensão pública da fé; 3. Como campo de pesquisa; 4. No debate sobre a teologia na universidade; 5. Na discussão sobre um discurso público da teologia.</p> Jefferson Zeferino Copyright (c) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/19388 qui, 06 fev 2020 00:00:00 -0300 RELIGIÃO, VIOLÊNCIA E POLÍTICA NO BRASIL http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21519 <p>A</p> <p>Apesar dos avanços que se pode perceber na Nova República brasileira, no que concerne aos direitos humanos, em que se incluem os direitos das minorias, bem como os direitos difusos, observa-se, no contexto da própria democracia, a escalada dos discursos e das propostas políticas de cunho ultraconservador, notoriamente também lastreadas em movimentos religiosos de caráter moralista. Seria este um fenômeno atípico, anacrônico e desconectado das estruturas de poder do Brasil? Ou ele é apenas uma das faces, talvez a mais reveladora, da forma como se constitui a política e a economia neste país, e que ganha, nos últimos tempos, enorme visibilidade, galgando o <em>podium </em>da política institucional nacional ao ter, como seu porta-voz, o próprio presidente da República? O caráter quase nada dialógico dessa forma de fazer política, arvorada na intolerância e no sectarismo, indica uma anomalia na tradição política brasileira ou demonstra, sem qualquer prurido, o caráter autoritário e violento de nosso Estado e de nossas elites políticas, sociais e econômicas? No vértice da teologia política, este artigo pretende investigar as relações entre a religião, a violência e a política no Brasil, entendendo que estamos, ainda, muito distantes de um estado, de fato, democrático.</p> Glauco Barsalini Copyright (c) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21519 sex, 10 jul 2020 17:50:53 -0300 A TRINDADE E A GLÓRIA DO ESTADO MODERNO http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21524 <p class="Textopadro" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Georgia',serif;">Este artigo realiza uma análise político-teológica do estado a partir dos acontecimentos de junho de 2013. Esses eventos foram decisivos para a compreensão da política brasileira, pois colocaram em questão os modos de vida esperados em uma dinâmica de cidade e, também, os modos de organização da política em sua democracia liberal. O ponto decisivo desse texto é apresentar a relação entre dois <em>polos</em> do estado (soberania e biopolítica) como uma determinada teologia trinitária, algo evidenciado pelo filósofo Giorgio Agamben. A hipótese é que <em>junho</em> desvela essa atuação da <em>máquina governamental</em>. Com essa perspectiva, metodologicamente, esse artigo analisa, desde as provocações agambeanas, algumas grafias – como pichações, cartazes e faixas – feitas durante esse período. Como estrutura, esse artigo está dividido em algumas partes: i) uma introdução que retoma a técnica como uma problemática de junho de 2013; ii) a investigação das relações entre trindade e o estado moderno; iii) a apresentação da <em>inoperosidade</em> no centro da <em>máquina governamental</em> do estado; e iv) a relação entre as tentativas de encobrimento do vazio anárquico do estado, por meio dos dispositivos aclamatórios, e os rastros de junho potentes em sua capacidade <em>inoperosa</em>.</span></p> Daniel Santos Souza Copyright (c) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/21524 sex, 10 jul 2020 18:17:12 -0300 TEOLOGIA E POLÍTICA http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/20937 <p>É sabido que no Brasil historicamente encontramos entre candidatos a cargos eletivos a menção recorrente do nome de Deus no seu currículo de vida. A finalidade parece evidente: promover sua ilibada dignidade moral e religiosa entre possíveis eleitores. Existem muitos estudos sociológicos sobre a relação entre religião e prática política no Brasil. O presente texto segue esta linha de investigação, mas com uma nova abordagem desde a perspectiva da teologia prática. Uma pressuposição evidente em nosso texto é que, nas últimas eleições gerais que tivemos no Brasil em 2018, se pode verificar amplamente o uso e abuso explícito do nome de Deus por muitos candidatos, boa parte deles eleitos. Tais candidatos assumiram que eles tinham uma mensagem exclusiva e religiosamente fundamentada ao povo que crê em Deus. Tentamos explorar aqui este uso e abuso desde o exemplo específico do presidente eleito, capitão reformado do Exército Brasileiro Jair M. Bolsonaro.</p> Roberto Ervino Zwetsch, Hans Alfred Trein Copyright (c) 2020 Roberto Ervino Zwetsch, Hans Alfred Trein http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/20937 sex, 10 jul 2020 13:50:36 -0300 A LIBERTAÇÃO DOS EGÍPCIOS (Ex 3, 22; 12, 36) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/20572 <p>A macronarrativa sobre o êxodo nos últimos quatro livros do Pentateuco, literatura que origina todas as teologias políticas de cunho judaico-cristão, não conta apenas como os hebreus foram libertados da servidão no Egito. Ao contrário, de forma expressa e surpreendente, os textos também insistem, por duas vezes, na libertação dos egípcios, dinâmica inicialmente realizada a partir de um diálogo entre mulheres hebreias e egípcias. Em vista de uma maior clareza desse detalhe, o artigo aqui apresentado investiga parte das formulações em Ex 3, 22; 12, 36, sendo que as duas palavras hebraicas em questão – ver a raiz verbal traduzida aqui como <em>libertar</em> e o substantivo traduzido como <em>egípcios</em> – se tornam o objeto de estudo nesta pesquisa. De acordo com a metodologia comumente proposta pela exegese moderna, valorizam-se estudos linguístico-literários e histórico-teológicos pormenorizados das formulações bíblicas, sendo que todas as investigações partem da análise do texto originalmente composto em hebraico. Como resultado, será possível descobrir detalhes que, no que se refere à complexidade e à abrangência do projeto do êxodo, permitem uma compreensão mais exata e, portanto, melhor do que a narrativa bíblica, como literatura religiosa, propõe a seu ouvinte-leitor.</p> Matthias Grenzer, Patricia Carneiro De Paula Copyright (c) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/20572 qui, 20 fev 2020 00:00:00 -0300 TEXTOS QUE ABREM PORTAS http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/19547 <p>A <em>Leitura Popular da Bíblia</em> foi/é uma das grandes contribuições da interpretação que a Igreja no Brasil fez das intuições do Concílio Vaticano II. Nesta trajetória, Carlos Mesters e o Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos (CEBI) são grandes expoentes. A preocupação com um método de leitura da bíblia que contribuísse (e tivesse significado) para a vida das pessoas foi um dos objetivos centrais. O uso de leituras bíblicas como síntese metodológica e a compreensão do êxodo como evento fundante também marcam este estilo hermenêutico. O presente artigo visa fazer uma recapitulação desse processo a partir de uma literatura próxima do CEBI, bem como sinalizar possibilidades hermenêuticas para uma leitura bíblica a partir dos jovens.</p> Joilson de Souza Toledo Copyright (c) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/19547 sex, 10 jul 2020 18:35:08 -0300 AS TRAJETÓRIAS DA MÚSICA ROCK NA COMUNIDADE CAVERNA DE ADULÃO http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/17515 <p>O presente artigo mostrou como ocorreu a construção social na relação entre a religião e a cultura com os jovens adeptos da música <em>rock</em> e das tribos urbanas. Posteriormente foi mostrada a perda da força do <em>rock</em> como único elemento socializador e a entrada de outros elementos em seu lugar. Foi analisado como ocorrem os vínculos sociais entre os jovens na comunidade, com a autonomia para práticas religiosas diferenciadas, em que a cidade e a pós-modernidade possibilitam novas formas de viver e crer, na atualidade. A metodologia utilizada foi a revisão bibliográfica, com o objetivo de analisar as fontes primárias e secundárias acerca do pensamento de Michel Maffesoli sobre as tribalizações juvenis, a partir do Portal de Periódicos da Capes, e das bibliotecas da PUC Minas e UFMG. Também foi realizada uma pesquisa de campo com o método antropológico-etnográfico, que aconteceu com as técnicas de observação participante e de grupo focal. Desse modo, a adesão desses jovens à Comunidade Caverna de Adulão aconteceu, a princípio, com a música <em>rock,</em> pelo fato de se sentirem integrados com sua cultura; depois ocorreu a abertura para outros elementos socializadores e para pessoas de várias idades.</p> Flávio Lages Rodrigues Copyright (c) http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/17515 sex, 07 fev 2020 00:00:00 -0300 “QUANDO ALGUÉM LÊ ISAIAH BERLIN, SENTE-SE EM BOAS MÃOS” http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/23534 <p><span style="font-weight: 400;">O filósofo político e historiador das ideias Isaiah Berlin (1909-1997) é considerado um dos principais intelectuais do século XX. Russo-judeu naturalizado britânico, Berlin ofereceu importantes contribuições nos debates sobre liberdade e pluralismo de valor. Como não era um escritor sistemático, seu trabalho se tornou amplamente conhecido a partir do trabalho do também filósofo britânico Henry Hardy (1949), que desde a década de 1970 é o principal editor das obras de Isaiah Berlin. Nesta entrevista, publicada originalmente no portal Estado da Arte, do jornal O Estado de S. Paulo, no dia 17 de fevereiro de 2019, Hardy comenta e interpreta importantes temas abordados por Berlin e que permanecem em destaque no debate contemporâneo.</span></p> Jonathan Goudinho, Rodrigo Coppe Caldeira Copyright (c) 2020 Jonathan Goudinho, Rodrigo Coppe Caldeira http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/23534 sex, 10 jul 2020 13:07:26 -0300 MATAR NOSSOS DEUSES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/23143 <p>Em tempos de pandemia, as imagens de Deus cultivadas no imaginário religioso de nossa gente são colocadas em xeque. Elas não dão conta de explicar a dor e o sofrimento pelos quais a humanidade tem passado. A teologia cristã tem a tarefa de ajudar a desmontar essas imagens para dar lugar ao Deus de Jesus Cristo.</p> Solange Maria Carmo, Eduardo César Calil Copyright (c) 2020 Solange Maria CARMO, Eduardo César Rodrigues Calil http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/23143 sex, 10 jul 2020 13:38:01 -0300 CIÊNCIA DA RELIGIÃO APLICADA http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22982 <p>O livro “Ciência da Religião Aplicada: ensaios pela autonomia e aplicação profissional” (2018), organizado pelos cientistas e autores em Ciência da Religião Fábio Stern e Matheus Oliva da Costa, configura-se como um marcador para os programas de Ciência das Religiões no Brasil, bem como para a afirmação e o estabelecimento de uma disciplina capaz de abrir horizontes de atuação profissional dentro do <em>corpus </em>acadêmico: a “ciência da religião aplicada". O livro supracitado é fruto do Seminário de Ciência da Religião Aplicada (SEMCREA), realizado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) desde 2017, e tem como proposta semear ideias e discussões norteadas pela valorização dessa ciência na sociedade.</p> Flávio Bastos Copyright (c) 2020 Flávio Pereira Bastos http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22982 sex, 10 jul 2020 13:43:45 -0300 MANUAL DE SUBMISSÃO DE ARTIGOS PARA INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22861 <p>MANUAL DE SUBMISSÃO DE ARTIGOS PARA INTERAÇÕES</p> Brasil Barros Copyright (c) 2020 Brasil Barros http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/22861 sáb, 21 mar 2020 00:00:00 -0300 MANUAL DE AVALIAÇÃO DE ARTIGOS PARA INTERAÇÕES http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/23282 <p>Manual de Avaliação de Artigos para Interações.</p> Brasil Fernandes de Barros Copyright (c) 2020 Brasil Fernandes de Barros http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/23282 ter, 19 mai 2020 15:44:35 -0300