Relato de experiência no Programa PIM-PIA: Políticas Públicas e primeira infância

  • Daniel Dall'Igna Ecker Mestrando (bolsista CNPq) no Grupo de Pesquisa - Estudos Culturais e Modos de Subjetivação - dentro do Núcleo de Estudos em Políticas e Tecnologias Contemporâneas de Subjetivação - e-politcs - do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGPSI - UFRGS).
  • Samantha Torres Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional (PPGPSI) do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Palavras-chave: Políticas públicas. Instalações e serviços comunitários. Desenvolvimento da criança.

Resumo

Este relato de experiência tem como objetivo descrever a inserção nas políticas públicas, especificadamente, no Programa Primeira Infância Melhor – Porto Infância Alegre (PIM-PIA). O PIM-PIA é uma política que tem como o objetivo estimular o desenvolvimento de forma integral na primeira infância, principalmente, da população considerada em situação de vulnerabilidade. O Programa atende a gestantes e crianças de 0 a 6 anos buscando trabalhar aspectos sócio-emocionais, cognitivos, de aprendizagem e de comportamento em uma perspectiva de promoção da saúde. Na condição de visitadores do Programa, discutimos as ações que foram realizadas durante um ano de inserção no PIM-PIA. No percurso de trabalho foi possível evidenciar que o PIM-PIA se insere na região atendida para dar conta de uma rede educacional pública que ainda se mantêm precária e com acesso limitado. Através da experiência de campo na região, nos parece evidente a relevância da proposta do Programa que, se efetuada com cautela, ética e crítica, pode contribuir para a produção de saúde dos participantes envolvidos, principalmente no que se refere à maternidade e ao desenvolvimento infantil.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Daniel Dall'Igna Ecker, Mestrando (bolsista CNPq) no Grupo de Pesquisa - Estudos Culturais e Modos de Subjetivação - dentro do Núcleo de Estudos em Políticas e Tecnologias Contemporâneas de Subjetivação - e-politcs - do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGPSI - UFRGS).
Psicólogo, graduado na Faculdade de Psicologia (FAPSI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Atua como Mestrando (bolsista CNPq) no Grupo de Pesquisa - Estudos Culturais e Modos de Subjetivação - dentro do Núcleo de Estudos em Políticas e Tecnologias Contemporâneas de Subjetivação - e-politcs - do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGPSI - UFRGS). Filiado à Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO) desde o ano de 2012. Possui experiência na área da Psicologia, Psicologia Social e Políticas Públicas atuando, principalmente, nos seguintes temas: Políticas Públicas, Produção de subjetividade e Governo das populações.
Samantha Torres, Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional (PPGPSI) do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Formada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) em 2013/2. Atualmente é Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional (PPGPSI) do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Colaboradora da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia 7ª Região (RS), além de atuar como Educadora Popular trabalhando os seguintes temas: Modos de Produção, Desigualdade Social, Mídia e Subjetivações, Meio Ambiente, Alternativas Sociais.
Publicado
09-12-2015