AS FACES DO "FACE": AUTOEXPOSIÇÃO ADOLESCENTE

Daine de Almeida Costa, Betânia Diniz Gonçalves

Resumo


O presente estudo é o resultado de pesquisa de conclusão de curso que buscou compreender se o adolescente tem clareza dos limites e cuidados com a autoexposição no Facebook, uma vez que vivemos hoje em um mundo globalizado, no qual o acesso às redes está ao alcance da maioria das pessoas. Assim, muitas vezes, estar ou não conectado resume-se a inclusão e a exclusão. Uma das redes sociais mais acessadas do mundo, o Facebook, tem se tornado uma grande vitrine virtual, onde se expõe fotos, vídeo, particularidades para um grande número de “amigos”, muitos deles desconhecidos. As novas tecnologias, apesar de proporcionarem ao adolescente uma perspectiva mais abrangente do mundo à sua volta, podem trazer riscos e consequências, como fazê-los serem alvos de bullying e cyberbullying, dentre outros. Esta é uma pesquisa qualitativa, e para a coleta de dados, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com adolescentes entre 13 e 17 anos, mediante assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido pelos adolescentes e pais. Os dados analisados indicaram os motivos da autoexposição que se manifesta de forma diferente no que diz respeito às meninas e aos meninos, mas ambos, em sua singularidade, expõem suas “faces” na vitrine virtual do modo como querem ser vistos. Todavia, temos que tomar cuidado para não vermos somente as “faces”, mas enxergar esses sujeitos em suas vicissitudes.

Palavras-chave


Adolescentes; Facebook; Autoexposição; Psicologia

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