PET-SAÚDE EM FOCO: LIMITES E ALCANCES DE UMA PRÁTICA FORMADORA

Tatiane Pereira Santos, Maria Cristina Martins de Andrade

Resumo


Este artigo busca discutir os limites e alcances do PET-Saúde (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde). Optou-se pela realização de um estudo de caráter qualitativo e exploratório, utilizando-se para tal de pesquisa de campo e de entrevistas semiestruturadas para coleta de dados. Foram entrevistados 6 sujeitos, sendo eles: 2 ex-alunos e 1 ex-preceptora do projeto PET “Saúde do Idoso – Intervenção Multidisciplinar ao Idoso Frágil”; 2 ex-alunas e 1 ex-preceptora do PET “Vigilância em Saúde do Idoso Frágil e em risco de Fragilização”. Ambos os projetos foram executados na cidade de Belo Horizonte entre os anos de 2012 e 2015. De acordo com os relatos, tanto de alunos, quanto de preceptores, durante a execução de ambos os projetos não houve qualquer tipo de comunicação entre eles; nem bolsistas, nem preceptores e nem projetos conversavam entre si. Também foi possível constatar que ambos os programas tiveram dificuldades no campo de trabalho, o que impossibilitou o desenvolvimento pleno do que havia sido planejado inicialmente; ao mesmo tempo, houve muitos ganhos advindos destas experiências. Embora as práticas do programa sejam permeadas por inúmeros atravessamentos, seu potencial educativo e formador se destaca e vai além de suas limitações.

Palavras-chave


PET-Saúde; Idoso; Cuidado; Saúde do idoso; Formação

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