PESQUISAR/INTERVIR NA EDUCAÇÃO BÁSICA: O GRUPO COMO RESISTÊNCIA

  • Roberta Carvalho Romagnoli PUC Minas
Palavras-chave: educação básica; dispositivo grupal; intervenção psicossocial;

Resumo

Este artigo coloca em discussão a potência do dispositivo grupal na produção
de dados da pesquisa “Educação básica e família: reproduções e invenções no
programa Escola Integrada de Belo Horizonte (PEI)”, que busca conhecer
as relações estabelecidas pelos coordenadores e alunos em formação docente
nas oficinas. Trata-se de um programa de formação docente implantado
e mantido pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, com base na
ampliação da jornada escolar, com estudantes universitários de diferentes
áreas do conhecimento. Este estudo tem a pesquisa-intervenção como
metodologia e as ideias de Deleuze e Guattari como marco teórico, em
diálogo com as ideias de Bourdieu. Com base nas discussões do território
escolar, no que se refere à relação com a família e à violência, o grupo aparece
aqui como resistência, como um dispositivo que favorece a emergência do
coletivo na criação de processos de subjetivação inventivos.

Biografia do Autor

Roberta Carvalho Romagnoli, PUC Minas

Doutora em Psicologia pela PUC-SP, professora no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), pesquisadora do CNPq e da Fapemig.

Publicado
16-02-2021
Seção
Dossiê resistência e criação