Agrotóxicos: a semente plantada no corpo e na mente dos trabalhadores rurais DOI - 10.5752/P.1678-9563.2013v19n3p389

José Newton Garcia de Araújo, Maria Regina Greggio, Tarcísio Márcio Magalhães Pinheiro

Resumo


Este artigo discute uma experiência de assistência médica e psicológica atrabalhadores rurais, no Serviço Especializado em Saúde do Trabalhador(SEST), no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de MinasGerais. Essa experiência baseou-se no modelo de intervenção e pesquisainterdisciplinares, envolvendo equipes de Medicina do Trabalho ePsicologia do Trabalho. Os sujeitos assistidos apresentavam, em muitoscasos, sintomas difusos de adoecimento físico e mental que podemestar associados tanto aos efeitos do contato com agrotóxicos quantoàs condições precárias de trabalho e à vulnerabilidade psicossocial emque vivem. Tais sintomas podem ser compreendidos no quadro dostranstornos mentais menores ou da “síndrome geral de fadiga nervosa”,por meio da qual Le Guillant (2006) estudou os nexos entre processosde trabalho e adoecimento. Com base em algumas teorias clínicas dotrabalho, são discutidos alguns fragmentos dos casos acompanhados noSEST.

Palavras-chave


Trabalhadores rurais. Adoecimento mental. Medicina do trabalho. Psicologia do trabalho. Trabalho interdisciplinar.

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DOI: https://doi.org/10.5752/P.1678-9563.2013v19n3p389

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