Chamada de trabalhos - Linguística: Chamada para Revista Scripta. Tema: Formar pela escrita e para a escrita – olhares sobre a formação docente) - Vol. 23 – Nº 48

CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO (Português)

CALL FOR PAPERS (English)

LLAMADA PARA PUBLICACIÓN (Espanhol)

CHIAMARE PER LA PUBBLICAZIONE(Italiano)

APPEL À CONTRIBUTIONS (Francês)




















 

 

 

 

Chamada para publicação - Revista Scripta (Língua Portuguesa e Linguística) - Vol. 23 – Nº 48. PUC Minas – Brasil

 

Título: Formar pela escrita e para a escrita – olhares sobre a formação docente Coordenada por:

 

- Fanny Rinck (Université Grenoble Alpes, France)

- Maria Angela Paulino Teixeira Lopes (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais)

 

Formar pela escrita e para a escrita – olhares sobre a formação docente

A questão da escrita na formação universitária tem sido bem explorada há alguns anos: que gêneros são praticados? Quais são as dificuldades dos estudantes? Com que propósito se escreve e o que isso contribui para a formação? Quais dispositivos didáticos propor para promover o desenvolvimento das habilidades de escrita dos graduandos, para trabalhar sua relação com a escrita e para melhorar a apropriação dos conhecimentos por meio da escrita, visando à construção profissional, de modo a torná-los conscientes da função essencial da escrita nas disciplinas acadêmicas e no mundo profissional?

Neste número da Revista Scripta, focalizaremos a formação de professores. Para este público, as mesmas questões se colocam quanto às formas e funções da escrita na formação universitária em geral, e, particularmente, em relação à dimensão profissionalizante da formação universitária. No entanto, outro desafio surge: os futuros professores deverão ensinar os seus alunos a escrever.

Focalizaremos prioritariamente os professores de língua e literatura, mas também os professores não especialistas no ensino de línguas, além dos professores de todas as disciplinas que são levados a praticar a escrita em suas aulas (história, geografia, artes, ciências, etc.). Sabemos que a escrita desempenha um papel fundamental em todas as disciplinas e na apropriação pelos alunos dos conhecimentos e do saber fazer, em todos os níveis de escolaridade. Sabemos também que a escrita oferece dificuldades para os professores, que nem sempre sabem o que fazer dos escritos de seus alunos nem como levar seus alunos a escrever.


As contribuições, teóricas ou empíricas, podem se enquadrar em uma das seguintes áreas:

1) A escrita na/para a formação de professores, quais modos, quais funções? Escrita na formação e escrita para a formação. Formação universitária e constituição profissional: desenvolvimento de uma identidade profissional, desenvolvimento de gestos profissionais.

Na continuidade dos trabalhos sobre a escrita na universidade, trata-se de dar continuidade a reflexões e propostas concretas de dispositivos a serem implantados, focalizando-se o público específico dos futuros professores, seja qual for o tipo de ensino (nível de escolaridade, diversidade de disciplinas, públicos específicos, etc.), tendo como objetivo o trabalho dos professores com a escrita em sua profissão, com seus alunos.

2) No centro da temática da formação de professores, encontra-se o desafio da própria formação, seja ela inicial ou contínua, e particularmente, como formar "docentes reflexivos"? O papel da escrita no desenvolvimento da reflexividade e do pensamento para a ação. A formação para a pesquisa e pela pesquisa e seu objetivo em formar profissionais que constantemente necessitam refletir sobre sua prática.

Nesse aspecto, damos continuidade a trabalhos que abordam a questão da escrita na formação como escrita para a formação, ou escritos de formação como escritos para a formação. Por conseguinte, será necessário questionar a dimensão didática da escrita, ou seja, sobre o modo como a escrita em formação é pensada em termos didáticos e, especialmente, na triangulação que ocorre entre o formador, o professor e seus alunos.

3) Em relação à perspectiva de formar professores que sejam atentos ao escrito e à escrita em sua profissão docente, a questão do ensino da didática da escrita no âmbito da formação. Que constatações podem ser feitas sobre as necessidades de formação de professores, em relação à escrita em sua prática profissional? Na formação, professores e futuros professores propõem aulas especificamente sobre a escrita de seus alunos? Que conteúdos, que abordagens apresentar em relação à escrita dos alunos (independentemente do nível de ensino e das disciplinas envolvidas)? São propostas atividades de produção escrita em sala de aula (por meio de vídeos, transcrições de interações em aulas, etc.)? Propõe-se um trabalho com os textos dos alunos? Há um foco na escrita do aluno, considerando-se as relações existentes entre as condições sociais e a produção escrita, as contribuições da sociologia para o exame das relações entre a escrita e o fracasso escolar, além dos subsídios da psicolinguística para analisar o processo da escrita e a aquisição de habilidades de produção textual, ou ainda os estudos da genética de textos etc. ? Focaliza-se a escrita literária, a escrita em todas as disciplinas, a escrita fora do mundo escolar, por exemplo, as práticas de letramento digital entre adolescentes?

4) A promoção da escrita na universidade para que os futuros professores levem seus alunos a escrever. Trata-se de cruzar a questão das práticas de escrita na / para a formação universitária e a questão da formação de professores atentos, em seu ofício, à importância da escrita de seus alunos. Quais objetivos alcançar? Quais dispositivos devem ser colocados em prática para que a escrita na universidade seja uma oportunidade de prática e reflexão que capacitaria os professores para lidar com os escritos de seus alunos? Qual o papel da escrita nas disciplinas e que atividades implementar no espaço formativo? Uma proposta frequentemente feita também em outras áreas além da escrita é aquela baseada em um "princípio de homologia": os futuros professores são submetidos a uma situação didática idêntica àquela experimentada pelos alunos, com o objetivo de capacitar tanto a apropriação de conteúdos de formação quanto o desenvolvimento de gestos profissionais assegurados e eficientes frente aos alunos. Como implementar concretamente esse princípio? Os efeitos desse tipo de dispositivo podem ser avaliados? Pode-se pensar em outros tipos de abordagens?

O desafio deste número da Revista Scripta é, primeiramente, promover uma evolução da questão da escrita no campo dos letramentos acadêmicos, focalizando-se um público específico, o dos futuros professores e professores, de qualquer nível e de qualquer disciplina, de modo a aprofundar o questionamento da dimensão didática da escrita na formação. Além desse objetivo, pretende-se propiciar uma reflexão sobre como pensar as práticas de escrita e as contribuições da didática da escrita na formação, para formar professores que, ainda que não sejam todos especialistas, pelo menos especializados no ensino da escrita e pela escrita junto a seus alunos.


Outras informações sobre a publicação:

1) Para acessar: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/announcement/view/182

2)    Normas para submissão: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/about/submissions#authorGuidelines

 2) Período de submissão:  1º/09/2018 a 20/02/2019, pelo sistema SEER: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/index.

3)     Idiomas: português, espanhol, francês, inglês e italiano.

4)     Publicação: agosto de 2019.

 

Mais informações pelo: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/index ou pelo e-mail: cespuc@pucminas.br



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CALL FOR PAPERS – City in Literature

 

 

 

LOREM IPSUM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Llamada para la Revista Scripta (Lengua Portuguesa y Lingüística) - Vol. 23, Nº 48. PUC Minas – Brasil

 

 

 

 

Título: Formar por la escritura y para la escritura – miradas sobre la formación del docente

La cuestión de la escritura en la formación universitaria  ha sido muy bien explorada desde  hace unos años: ¿Cuáles son los géneros que se practican? ¿Cuáles son las dificultades de los estudiantes? ¿Con qué propósito se escribe y  qué eso contribuye a la formación? ¿Qué dispositivos didácticos se debe proponerles a los graduandos para promover el desarrollo de sus habilidades de escritura; para trabajar  su relación con la escritura y para mejorar la apropiación de los conocimientos por medio de la escritura, con vistas a la construcción profesional,  haciéndoles  conscientes del papel fundamental de la escritura en las disciplinas académicas y en el mundo profesional?

En este número de la Revista Scripta, nos concentraremos en la formación de los profesores. Para ese público, se proponen las mismas cuestiones con relación a las formas y las funciones de la escritura en la formación universitaria de manera general, y, particularmente, en relación a la dimensión profesionalizante de la formación universitaria. Sin embargo, surge otro reto: los futuros profesores deberán enseñar a sus alumnos a escribir.

 Nos centramos, prioritariamente, en los profesores de lengua y literatura, sin embargo, incluiremos, también, los no especialistas en la enseñanza de lenguas, además de los profesores de otras asignaturas que son llevados a practicar la escritura en sus clases (Historia, Geografía, Artes, Ciencias, etc.).

Sabemos que la escritura desempeña un papel fundamental en todas las asignaturas y en la apropiación de los conocimientos y del saber hacer por los alumnos, en todos los niveles de escolaridad. Sabemos, incluso, que la escritura ofrece dificultades para los profesores, que no siempre saben qué hacer de los escritos de sus alumnos, ni cómo llevarlos a escribir.

 

Las contribuciones, teóricas o empíricas, se pueden encajar en una de las siguientes áreas:

1) La escritura en la/para la formación de profesores, ¿cuáles son los modos? ¿cuáles son las funciones? Escritura en la formación y escritura para la formación. Formación universitaria y constitución profesional: desarrollo de una identidad profesional, desarrollo de gestos profesionales.

En la continuidad de los trabajos sobre la escritura en la Universidad, se trata de dar continuidad a reflexiones y propuestas concretas de dispositivos a implantarse, concentrándose en el público específico de los futuros profesores, sea cual sea el tipo de enseñanza (nivel de escolaridad, diversidad de asignaturas, públicos específicos, etc.) teniendo como objetivo el trabajo de los profesores con la escritura en su profesión, con sus alumnos.

2) En el centro de la temática de la formación de profesores, se encuentra el desafío de la propia formación, inicial o continua, y, particularmente, ¿cómo formar "docentes reflexivos"? El papel de la escritura en el desarrollo de la reflexividad y del pensamiento para la acción. La formación para la investigación y por la investigación y su objetivo en formar profesionales que constantemente necesitan reflexionar sobre su práctica.

En ese sentido, seguimos con estudios que tratan la cuestión de la escritura en  la formación como la escritura para la formación o escritos de  formación como escritos para la formación. Por lo tanto, es necesario cuestionar la dimensión didáctica de la escritura, es decir, sobre cómo se piensa la escritura en formación en términos didácticos y, especialmente, en la triangulación que se produce entre el  formador, el profesor y sus alumnos.

3) En relación con la perspectiva de formar  profesores que sean atentos a los escritos y a  la escritura en su profesión docente, la cuestión de la enseñanza de la didáctica de la escritura en el campo de la formación. ¿Qué observaciones pueden hacerse acerca de las necesidades de formación de profesores en relación con la escritura en su práctica profesional? ¿En la formación, profesores y futuros profesores proponen clases específicamente sobre la escritura de sus estudiantes? ¿Cuáles son los contenidos, cuáles son los abordajes que se deben presentar en relación con la escritura de los estudiantes (independientemente del nivel de enseñanza y de las disciplinas involucradas)? ¿Se proponen  actividades de producción escrita en el aula (por videos,  transcripciones de interacciones del aula, etc)? ¿Se propone un trabajo con los textos de los estudiantes? ¿Hay un enfoque en la escritura, teniendo en cuenta las relaciones existentes entre las condiciones sociales y la producción escrita, las contribuciones de la  Sociología para el examen de las relaciones entre la escritura y el fracaso escolar, además de las subvenciones de la psicolingüística para analizar el proceso de la escritura y la adquisición de habilidades de producción textual, o aun, los estudios de la genética de textos, etc? ¿Se centra en la escritura literaria, en la escritura en todas las disciplinas, en la escritura del entorno escolar, por ejemplo, en las prácticas de alfabetización digital entre los adolescentes?

4) La promoción de la escritura en la Universidad para que  los futuros docentes lleven a sus estudiantes a escribir. Se trata de cruzar la cuestión de la práctica de la escritura en la / para la formación universitaria y la cuestión de la formación de docentes atentos, en su profesión, a la importancia de la escritura de sus estudiantes. ¿Cuáles son los objetivos? ¿Cuáles son los dispositivos que se deben poner en práctica para que la escritura en la Universidad sea una oportunidad para la práctica y la reflexión que permitan a los profesores hacer frente a los escritos de sus alumnos? ¿Cuál es el papel de la escritura en las disciplinas y qué actividades se deben llevar a cabo  en el espacio formativo? Una propuesta hecha, a menudo, incluso, en otras áreas además de la escritura es la que se basa en un "principio de homología": los futuros docentes son sometidos a una situación didáctica idéntica a la experimentada por los estudiantes, con el objetivo de potenciar tanto la apropiación de contenidos de formación como el desarrollo de gestos profesionales seguros y eficientes  delante de los estudiantes. ¿Cómo aplicar ese principio concretamente? ¿Se puede evaluar los efectos  de ese tipo de dispositivo? ¿Se puede pensar en otros tipos de enfoques?

 

El desafío de este número de la Revista Scripta es, en primer lugar, promover una evolución de la cuestión de la escritura en el campo de los  letramentos académicos, centrándose en un público específico, el de los profesores y de los futuros profesores, de cualquier nivel y de cualquier disciplina con el fin de profundizar  el cuestionamiento de la dimensión didáctica de la escritura en la formación. Además de ese objetivo, se pretende ofrecer una reflexión sobre la manera de pensar las prácticas de escritura y los aportes de la didáctica de la escritura en la formación de profesores que, aunque no sean todos expertos, por lo menos que sean especializados en la enseñanza de la escritura  y por la escritura junto a sus estudiantes.

 

Organizada  por:

- Fanny Rinck (Université Grenoble Alpes, France)

- Maria Angela Paulino Teixeira Lopes (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais)


Para acceder:

http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/announcement/view/182


Otras informaciones sobre la publicación:

1)    Normas para sumisión: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/about/submissions#authorGuidelines

 2) Período de sumisión:  01/09/2018 a 20/02/2019, por el Sistema Electrónico de Editoración:   http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/index.

3)     Idiomas: portugués, español, inglés, italiano y francés.

4)     Publicación: agosto del 2019.

 

 

 

 

 

 


















Call for papers Rivista Scripta (Lingua Portoghese e Linguistica) - Vol. 23,  Nº 48. PUC Minas – Brasile

 

Titolo: Formare tramite la scrittura e per la scrittura – sguardi sulla formazione dei docenti

Il caso della scrittura nell'istruzione universitaria è ben esaminato da alcuni anni: quali generi vengono praticati? Quali sono le difficoltà degli studenti? Con quale scopo si scrive e che cosa questo apporta alla formazione? Quali dispositivi didattici proporre per promuovere lo sviluppo delle abilità di scrittura degli studenti di laurea, per lavorare il loro rapporto con la scrittura e per migliorare l'acquisizione delle conoscenze attraverso la scrittura, mirando alla costruzione professionale, in modo da renderli consapevoli della funzione essenziale della scrittura nelle discipline universitarie e nel mondo professionale?

In questo numero della Rivista Scripta, ci concentreremo sulla formazione degli insegnanti. Per questo pubblico, vengono poste le stesse domande sulle forme e le funzioni della scrittura nell'insegnamento universitario in generale, e in particolare per quanto riguarda la dimensione professionale dell'istruzione universitaria. Tuttavia, sorge un'altra sfida: i futuri insegnanti dovranno insegnare i loro studenti a scrivere.

Ci concentreremo soprattutto sugli insegnanti di lingua e letteratura, ma anche sugli insegnanti non esperti nell'insegnamento delle lingue, oltre ai docenti di tutte le discipline che sono spinti a praticare la scrittura nelle loro lezioni (storia, geografia, arte, scienze, ecc.) Sappiamo che la scrittura gioca un ruolo fondamentale in tutte le discipline e nell'appropriazione da parte degli studenti di conoscenze e know-how a tutti i livelli di istruzione. Sappiamo anche che la scrittura pone delle difficoltà agli insegnanti, che non sempre sanno che cosa fare con i testi scritti dai loro studenti o come far scrivere ai propri studenti.


I contributi, teorici o empirici, possono rientrare in una delle seguenti aree:

1) Scrivere nella/ per la formazione degli insegnanti, quali modalità, quali funzioni? Scrivere durante la formazione e scrivere per la formazione. Istruzione universitaria e costituzione professionale: sviluppo di un'identità professionale, sviluppo di gesti professionali.
Proseguendo il lavoro sulla scrittura presso l'università, si deve dare continuità alle riflessioni e alle proposte concrete di dispositivi da impiantare, concentrandosi sul pubblico specifico dei futuri insegnanti, indipendentemente dal tipo di istruzione (livello di istruzione, diversità di discipline, pubblici specifici, ecc.), mirando al lavoro degli insegnanti con la scrittura nella loro professione, con i loro studenti.

2) Al centro del tema della formazione degli insegnanti c'è la sfida della propria formazione, sia essa iniziale o continua, e in particolare, come formare "insegnanti riflessivi"? Il ruolo della scrittura nello sviluppo della riflessività e del pensiero per l'azione. La formazione per la ricerca e tramite la ricerca e il suo obiettivo di educare professionisti che hanno costantemente bisogno di riflettere sulla propria pratica. A questo proposito, diamo continuità a lavori che affrontano il problema della scrittura nella formazione come scrittura per la formazione, o  di testi scritti di formazione come scritti per la formazione. Sarà quindi necessario mettere in discussione la dimensione didattica della scrittura, cioè come la scrittura di formazione è progettata in termini didattici e in particolare la triangolazione che si verifica tra il formatore, l'insegnante e i suoi studenti.

3) Per quanto riguarda la prospettiva di formare insegnanti che siano attenti ai testi scritti e alla scrittura nella loro professione docente, la questione dell’insegnamento della didattica della scrittura nell’ambito della formazione. Quali conclusioni si possono trarre riguardo alle esigenze di formazione degli insegnanti in relazione alla scrittura nella loro pratica professionale? Nella formazione, gli insegnanti e i futuri insegnanti offrono lezioni specifiche sulla scrittura dei loro studenti? Quali contenuti, quali approcci presentare per quanto riguarda la scrittura degli studenti (indipendentemente dal livello di istruzione e dalle discipline coinvolte)? Le attività di produzione testuale sono proposte in classe (attraverso video, trascrizioni di interazioni scolastiche, ecc.)? Si propone di lavorare con i testi degli studenti? C'è una messa a fuoco della scrittura degli studenti, considerando i rapporti esistenti tra le condizioni sociali e la produzione scritta, i contributi della sociologia per l’esame dei rapporti tra la scrittura e l'insuccesso scolastico, o ancora gli apporti della psicolinguistica per analizzare il processo della scrittura e l’acquisizione di abilità di produzione del testo scritto, oltre agli apporti degli studi di genetica testuale, ecc. ? Ci si concentra sulla scrittura letteraria, sulla scrittura in tutte le discipline, sulla scrittura al di fuori del mondo scolastico, come le pratiche di alfabetizzazione digitale tra gli adolescenti?

4) La promozione della scrittura nell'università perché i futuri insegnanti facciano scrivere ai loro studenti. Si tratta di superare la questione delle pratiche di scrittura nell’ / per l'istruzione universitaria e la questione della formazione di insegnanti attenti, nel loro mestiere, all'importanza della scrittura dei loro studenti. Quali obiettivi raggiungere? Quali dispositivi dovrebbero essere messi in pratica in modo che scrivere all'università sia un'opportunità di pratica e riflessione che consenta agli insegnanti di affrontare la produzione testuale dei loro studenti? Qual è il ruolo della scrittura nelle discipline e quali attività realizzare nello spazio formativo? Una proposta spesso fatta in aree diverse dalla scrittura è quella che si basa su un "principio di omologia": i futuri insegnanti vengono sottoposti a una situazione didattica identica a quella vissuta dagli studenti, al fine di consentire sia l'appropriazione di contenuti formativi sia lo sviluppo di gesti professionali sicuri ed efficienti davanti agli studenti. Come realizzare concretamente questo principio? Si possono valutare gli effetti di questo tipo di dispositivo? Si può pensare ad altri tipi di approccio?

La sfida di questo numero della Rivista Scripta è, in primo luogo, sviluppare la questione della scrittura nel campo dell'alfabetizzazione accademica, concentrandosi su un pubblico specifico, quello dei futuri insegnanti e insegnanti, di qualsiasi livello e di qualsiasi disciplina, allo scopo di approfondire il dibattito sulla dimensione didattica della scrittura nella formazione. Oltre a questo obiettivo, si intende fornire una riflessione su come pensare alle pratiche di scrittura e ai contributi della didattica della scrittura nella formazione, per formare insegnanti che, sebbene non tutti specialisti, siano almeno specializzati nell’insegnamento della scrittura e tramite la scrittura presso i loro studenti.


Comitato organizzativo:

- Fanny Rinck (Université Grenoble Alpes, Francia)

 - Maria Angela Paulino Teixeira Lopes (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais)


Per accedere:

http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/announcement/view/182


Ulteriori informazioni sulla pubblicazione:

1)      Norme editoriali: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/about/submissions#authorGuidelines

2) Periodo di invio delle proposte: dal 1º/09/2018 al 20/02/2019, attraverso il Sistema di Editorazione Elettronica: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/index.

3) Lingue: portoghese, spagnolo, inglese e francese.

4) Pubblicazione: agosto 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Appel à contributions pour la Revue Scripta, Vol. 23, no. 48PUC MINAS -  Brésil.

 

 

Numéro en français coordonné par :

- Fanny Rinck (Université Grenoble Alpes, France)

- Maria Angela Paulino Teixeira Lopes (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brésil)

 

Former par et pour l’écriture en formation d’enseignants

 

La question de l’écriture dans la formation universitaire est bien explorée depuis plusieurs années : quels genres sont pratiqués ? Quelles sont les difficultés des étudiants ? Avec quelles finalités fait-on écrire, qu’est-ce que ça apporte en formation ? Quels dispositifs proposer, pour favoriser le développement des compétences rédactionnelles des étudiants, mais aussi pour travailler leur rapport à l’écriture, pour améliorer l’appropriation des connaissances à travers l’écriture, pour viser la construction professionnelle, pour leur faire prendre conscience du caractère central de l’écriture dans les disciplines universitaires et dans le monde professionnel ?

Dans ce numéro, nous souhaitons nous centrer sur la formation des enseignants. Pour ce public se posent les mêmes questions des formes et fonctions de l’écriture en formation à l’université en général, et notamment par rapport à la dimension professionnalisante de la formation universitaire. Cependant, un autre enjeu s’ajoute à cela : les futurs enseignants feront à leur tour écrire leurs élèves. Sont visés en premier lieu les enseignants de langue et littérature, mais aussi les enseignants non spécialistes qui doivent cependant donner des cours de français, et enfin les enseignants de toutes disciplines qui sont amenés à pratiquer l’écriture dans leurs cours (en histoire, en arts, en sciences etc.) : on sait que l’écriture joue un rôle fondamental dans toutes les disciplines, et dans l’appropriation des savoir et savoir-faire disciplinaires par les élèves à tout niveau de la scolarité. On sait aussi que c’est un lieu de difficultés pour les enseignants, qui ne savent pas toujours comment faire écrire en classe, hors de la prise de notes, ni que faire des écrits de leurs élèves.

Les contributions, d’ordre théorique ou empirique, pourront s’inscrire dans l’un ou l’autre des axes suivants :

1) L'écrit dans/pour la formation des enseignants, quelles formes, quelles fonctions ? Ecriture dans la formation et écriture pour la formation. Formation universitaire et construction professionnelle : développement d’une identité professionnelle, développement de gestes professionnels. Dans la continuité des travaux sur l’écriture à l’université, il s’agit ici de poursuivre les réflexions et propositions concrètes de dispositifs à mettre en place, mais en se centrant sur le public spécifique des futurs enseignants, quel que soit le type d’enseignement visé (niveau de scolarité, disciplines variées, publics spécifiques, etc.), et en gardant en vue que la finalité questionnée ici est celle d’enseignants travaillant l’écriture dans leur métier, avec leurs élèves.

2) Au cœur de la thématique de la formation des enseignants, la question de l’enjeu d’une telle formation, qu’il s’agisse de formation initiale ou de formation continue, et notamment : comment former des « praticiens réflexifs » ? Le rôle de l’écriture dans le développement de la réflexivité et d’une pensée pour l’action. La formation à la recherche et par la recherche et son intérêt pour former des praticiens qui doivent sans cesse penser leur pratique. On se situe là encore dans la continuité des travaux qui abordent la question de l’écriture dans la formation comme écriture pour la formation, ou des écrits de la formation comme écrits pour la formation. Il faudra donc s’interroger sur la dimension didactique de l’écriture, autrement dit sur la manière dont l’écriture en formation est pensée de manière didactique et notamment dans la triangulation qui s’opère entre le formateur, l’enseignant et ses élèves.

3) Par rapport à la perspective de former des enseignants capables d’une attention à l’écrit et à l’écriture dans leur métier d’enseignant, la question de l’enseignement de la didactique de l’écriture dans le cadre de la formation. Quels constats peut-on faire sur les besoins de formation des enseignants, concernant l’écriture dans leur pratique professionnelle ? En formation, les enseignants et futurs enseignants se voient-ils proposer des cours portant spécifiquement sur la question de l’écriture de leurs élèves ? Quels contenus, quelles approches présenter par rapport à l’écriture des élèves (là encore quel que soit le niveau de scolarité concerné et les disciplines visées) ? Fait-on travailler les enseignants sur des séances de production écrite en classe (à l’aide de vidéos, de transcriptions d'échanges en classe…) ? Les fait-on travailler sur les textes des élèves ? Met-on l’accent sur le rapport à l’écrit des élèves, sur les sociabilités autour de l’écriture, sur les apports de la sociologie et du lien entre écrit et échec scolaire, sur les apports de la psycholinguistique, sur le processus d’écriture et l’acquisition des compétences rédactionnelles, ou encore sur la génétique des textes etc. ? Met-on l’accent sur l’écriture littéraire, sur l’écriture dans toutes les disciplines, sur l’écriture en dehors du monde scolaire, par exemple les pratiques de littéracie numérique adolescentes ?

4) La question de faire écrire à l’université pour que les enseignants fassent écrire leurs élèves. Il s’agit ici de croiser la question des pratiques d’écriture dans/pour la formation universitaire et la question de la formation d’enseignants attentifs, dans leur métier, à l’importance de l’écriture chez leurs élèves. Quels objectifs se donner ? Quels dispositifs mettre en place pour que l’écriture à l’université soit l’occasion d’une pratique et d’une réflexion qui outilleraient les enseignants face aux écrits de leurs élèves, au rôle de l’écriture dans leurs disciplines, aux activités à mettre en œuvre dans leurs classes ? Une proposition souvent faite et dans d’autres domaines que l’écriture est celle reposant sur un « principe d’homologie » : on met les enseignants en formation dans une situation didactique identique à celle dans laquelle ils pourraient mettre leurs élèves, avec pour objectif de favoriser à la fois l’appropriation des contenus de formation, et le développement de gestes professionnels assurés et efficients auprès des élèves. Comment mettre en œuvre concrètement ce principe ? Peut-on évaluer les effets de ce type de dispositifs ? Peut-on penser d’autres types d’approches ?

L’enjeu de ce numéro est donc, d’abord, de faire évoluer la question de l’écriture dans le champ des littéracies universitaires en restreignant la problématique à un public spécifique, celui des futurs enseignants et enseignants, de tout niveau et de toutes disciplines, pour mieux approfondir le questionnement sur la dimension didactique de l’écriture en formation ; il est aussi de développer une réflexion nouvelle, celle de savoir comment penser les pratiques d’écriture et les apports de la didactique de l’écriture dans la formation, pour former des enseignants qui soient, sinon tous spécialistes, du moins spécialisés dans l’enseignement de et par l’écriture auprès de leurs élèves.


Renseignements et calendrier :

1)      Pour accéder : http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/announcement/view/182

2)      Voir les normes de soumission sur http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/about/submissions#onlineSubmissions

3)      Dates de soumission : 1er Septembre 2018 à 20 Février 2019 sur SEER: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/index.

4)      Langues : français, anglais, portugais, espagnol, italien.

5)      Parution du numéro : Août 2019