O cupê e o carro de bois: imagens de belo horizonte na poesia de Carlos Drummond de Andrade

  • Silvana Maria Pessôa de Oliveira UFMG
Palavras-chave: Boi tempo, Carlos Drummond de Andrade, poesia, símbolos, Belo Horizonte, dualidade

Resumo

A cidade de Belo Horizonte apresenta-se - na escrita memorialística de Boi tempo - como ponto de convergência de duas configurações sociais distintas: a velha ordem rural do clã e a nova ordem urbana. As imagens do carro de bois e do cupê funcionam, então, como emblemas de uma tensão entre o velho e o novo, o arcaico e o moderno.

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Referências

ANDRADE, Carlos Drummond de. Boitempo II. Rio de Janeiro: Record, 1986.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Reunião; 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969.

ARAÚJO, Laís Corrêa de. Sedução do horizonte. Belo Horizonte: Centro de Estudos Históricos e Culturais. Fundação João Pinheiro, 1996.

SANTOS, Luís Alberto Brandão Ferreira dos. Cartografia literária. In: REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 49, 1997. Anais... São Paulo: SBPC, 1997. v. 1, p. 29-30.

Publicado
27-03-1998
Como Citar
Oliveira, S. M. P. de. (1998). O cupê e o carro de bois: imagens de belo horizonte na poesia de Carlos Drummond de Andrade. Scripta, 1(2), 76-81. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/10182
Seção
Parte 1: Dossiê Belo Horizonte centenária - a cidade e seus escritores