Guimarães Rosa, o demiurgo da linguagem

  • José Carlos Garbuglio

Resumo

Reflexão quanto à linguagem rosiana em seu relacionamento com a poesia e o contexto através do estudo das peculiaridades e do potencial da palavra que, na frase e no interior do sistema de travamento do texto, ganha diversidade, riqueza e explica-se em beleza e sentido.



Referências

LORENZ, Günter. Catálogo da exposição do livro alemão. Frankfurt on Mein: Deutsche Buchausstellung, 1971.

ROSA, João Guimarães. Corpo de baile. 2. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1960.

ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. 2. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1958.

ROSA, João Guimarães. Sagarana. 6. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1964a.

ROSA, João Guimarães. O Cara de Bronze. In: ROSA, João Guimarães. No Urubuquaquá, no Pinhém. 3. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1965. p. 5-70.

ROSA, João Guimarães. São Marcos. In: ROSA, João Guimarães. Sagarana. 6. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1964b. p. 221-251.

Publicado
21-03-2002
Como Citar
Garbuglio, J. C. (2002). Guimarães Rosa, o demiurgo da linguagem. Scripta, 6(10), 158-176. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/12393