Henriqueta Lisboa: a memória do vivido/imaginação do transcendente

  • Melânia Silva de Aguiar
Palavras-chave: Henriqueta Lisboa, Poesia, Memória, Transcendência.

Resumo

São raros na poesia de Henriqueta Lisboa os traços de uma experiência pessoal (ou “biografemas”), uma vez que sua obra perseguiu sempre “de modo pertinaz e intensivo, a essência do ser, a substância do que é vital.” Apesar disso, Henriqueta foi uma poeta de seu tempo, quer por sua concepção de poesia, de tradição neo-simbolista, marca de toda uma geração, quer pela troca intelectual exercida com escritores de sua época. Silenciando a memória do vivido, cria em sua poesia uma imaginação do transcendente, como legado de infinito e de beleza.



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Referências

ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1973.

ANDRADE, Mário de. Querida Henriqueta – cartas de Mário de Andrade a Henriqueta Lisboa. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1990.

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MENDES, Murilo. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995.

MOURA, Emílio. Itinerário poético. Poemas reunidos. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1969.

PAZ, Octavio. Os filhos do barro: do Romantismo à Vanguarda. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

Publicado
20-03-2003
Como Citar
Silva de Aguiar, M. (2003). Henriqueta Lisboa: a memória do vivido/imaginação do transcendente. Scripta, 6(12), 27-36. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/12466
Seção
Dossiê Escritores Brasileiros Centenários