http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/issue/feed Scripta 2020-07-08T14:05:53-03:00 Raquel Guimarães scripta.pucminas@gmail.com Open Journal Systems <p>SCRIPTA (eISSN-2358-3428 (OJS)) - uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Letras, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e Centro de Estudos Luso-afro-brasileiros da PUC Minas, classificada como B1 no QUALIS de sua área "Linguística e Literatura" (<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf">Plataforma Sucupira - CAPES-Brasil</a>).</p> <p>Missão: publicar dossiês contendo artigos científicos e ensaios inéditos e de reconhecida qualidade acadêmica, além de entrevistas de interesse e resenhas de obras recentemente publicadas, produzidos por pesquisadores nacionais e estrangeiros, das áreas de Literaturas de Língua Portuguesa e Linguística.</p> http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23792 Frontispício e Sumário 2020-07-08T13:48:55-03:00 Clézio Roberto Gonçalves cleziorob@gmail.com Vera Lopes da Silva verasesamo@gmail.com <p>Frontispício e Sumário da revista</p> 2020-07-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23582 Linguística Aplicada e Literatura 2020-07-08T14:05:53-03:00 Clézio Roberto Gonçalves cleziorob@gmail.com Vera Lopes da Silva verasesamo@gmail.com <p>xxxxx</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23583 Applied Linguistics and Literature 2020-07-08T14:04:43-03:00 Clézio Roberto Gonçalves cleziorob@gmail.com Vera Lopes da Silva verasesamo@gmail.com <p>xxxxx</p> <p>&nbsp;</p> 2020-06-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22891 Se eu digo que emudeci, nada do que eu digo estou dizendo: aspectos do diálogo entre homem e Deus em "Floema", de Hilda Hist 2020-07-08T13:48:56-03:00 Juliano Sippel sippeljuliano@gmail.com <p><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW66657512 BCX0">Neste artigo analiso as categorias de tempo (SINHA; GÄRDENFORS, 2014) e aspecto (DAHL, 1985), nomeadamente aspectos do pretérito perfeito do indicativo (TRAVAGLIA, 2016; CAMPOS, 1997; CAMPOS, XAVIER, 1991) do presente do indicativo (TRAVAGLIA, 2016), do gerúndio e da perífrase estar + gerúndio (MENDES, 2005), no texto&nbsp;</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW66657512 BCX0">Floema&nbsp;</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW66657512 BCX0">de Hilda Hilst (2003). Nesse texto a autora desenvolve um diálogo entre um homem (</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="SpellingError SCXW66657512 BCX0">Koyo</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW66657512 BCX0">) e um Deus (</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="SpellingError SCXW66657512 BCX0">Haydum</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW66657512 BCX0">), que se materializa à sua frente. À medida que a narrativa avança, o que se observa é a representação da impossibilidade de se estabelecer comunicação direta entre Homem e divindade. Em meio a essa inviabilidade de conversa, ao analisar alguns eventos desse texto como categorias&nbsp;</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="SpellingError SCXW66657512 BCX0">aspectuais</span></span><span class="TextRun SCXW66657512 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW66657512 BCX0">&nbsp;(acabadas, não acabadas, cursivas, durativas, perfectivas, imperfectivas), procuro sistematizá-los em momentos específicos, na tentativa de encontrar uma organização textual/discursiva do confronto que ali se apresenta.&nbsp;</span></span><span class="EOP SCXW66657512 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}">&nbsp;</span></p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23331 L’enseignement de la littérature et de la langue dans les manuels de FLE des classes d’examens en Algérie 2020-07-08T13:48:56-03:00 Souad Benabbes souadbenabbes@yahoo.fr Chibane Rachid chibanerachid0@gmail.com <p>Este estudo está alinhado com o trabalho de apreender a questão do ensino de EFD usando textos literários, a fim de melhorar as habilidades linguísticas e interculturais dos alunos argelinos matriculados nas aulas de exame. Mesmo que ninguém duvide da importância da literatura na aprendizagem de línguas como reservatório de conhecimentos linguísticos e culturais, hoje ocupa um lugar limitado com o advento da abordagem comunicativa. Este último dá todo o seu interesse a documentos autênticos e favorece os atos da linguagem em situações comunicativas reais. Dito isto, nossa contribuição examina o uso e o desafio de textos literários em livros didáticos destinados ao ensino da língua francesa nas aulas de exame na Argélia e responderá ao seguinte problema: os textos literários integrados nos livros didáticos do FLE permite melhorar as habilidades comunicativas e linguísticas dos alunos nas aulas de exame?</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22630 A língua não-padrão em traduções literárias brasileiras: nova tendência ou legado histórico? 2020-07-08T13:48:56-03:00 Vanessa Lopes Lourenço Hanes vanessahanes@gmail.com <p>Há no Brasil uma tendência a elevar o registro do discurso direto em traduções literárias ao introduzir elementos linguísticos da norma culta pouco comuns na oralidade. Por outro lado, análises de traduções recentes do inglês para o português brasileiro, particularmente daquelas publicadas pós- anos 2000, demonstraram tentativas de tradução de variações linguísticas do discurso direto como alguma forma de (pseudo) variação linguística do português brasileiro. Nesse contexto questiona-se: as tentativas de utilização de variação no texto-alvo na tradução da variação do texto-fonte são realmente fenômeno recente na tradução literária? Ou seria possível encontrar elementos que apontam para uma resistência contra o uso homogeneizado da norma culta ao traduzir o discurso direto não-padrão já nas primeiras décadas do século XX? Achados indicam que a tentativa de dar voz às representações do discurso não-padrão em traduções literárias brasileiras utilizando português não-padrão é uma prática relativamente antiga, ainda que nunca tenha sido homogênea.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22814 Interfaces entre a Linguística e a Literatura : um estudo de Madame Bovary 2020-07-08T13:48:56-03:00 Renata Aiala de Mello demello.renata@gmail.com <p>Literatura e Linguística são duas disciplinas que, historicamente, foram tratadas de maneira separada. Hoje, aparentemente, há um reconhecimento recíproco por parte dos estudiosos de cada área. Com este trabalho, mostramos algumas interfaces possíveis entre os estudos linguísticos e os estudos literários através de uma análise discursiva do romance <em>Madame Bovary</em>, de Gustave Flaubert (1856, 1951). Com o arcabouço teórico da AD, delineamos as imagens de si (<em>ethos</em>) da personagem principal, Emma Bovary. Além disso, com o auxílio do quadro comunicacional da Semiolinguística de Charaudeau (1983), contextualizamos o romance e seu discurso na sociedade francesa do século XIX, fazendo, assim, uma análise pluridisciplinar da obra.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22904 Língua, literatura e impressos franceses no Brasil do século XIX 2020-07-08T13:48:56-03:00 Rita Cristina Lima Lages ritallages@yahoo.com.br <p>A proposta deste trabalho é tratar da circulação de livros, e impressos de modo geral, que circularam no Brasil no século XIX, e que foram apropriados para o ensino da língua francesa. Nos primeiros momentos de escolarização do idioma, mapas que traziam os programas dos exames indicaram a utilização não só de manuais específicos, as gramáticas, como também a apropriação de obras de belas letras, de filosofia, política e economia para o ensino da língua. Tomaremos de modo mais específico a experiência da província de Minas Gerais. Destacou-se na província mineira uma ambiência cultural marcada por uma forte influência francesa que se fazia, sobretudo, pela circulação de livros e impressos.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22511 O gênero canção nos livros didáticos de literatura e língua portuguesa 2020-07-08T13:48:57-03:00 Sílvio Rodrigo de Moura Rocha silvioramiro@yahoo.com.br <p>Este artigo se insere na discussão sobre o ensino de língua e literatura, tendo em vista que visa a discutir o papel do gênero canção na sala de aula e analisar coleções didáticas disponíveis no mercado contemporâneo brasileiro. Ademais, e a partir disso, ensaiamos propor percursos possíveis com a canção em situações de ensino-aprendizagem, sobretudo no ensino médio. Nosso objetivo alinha-se, pois, tanto às diretrizes e às pesquisas que hoje balizam o ensino de língua portuguesa e literatura, considerando-se o enfoque no ensino a partir dos gêneros textuais e da formatação estética dos textos, quanto a um lugar sociocultural que a canção ocupa em nosso país, sendo um gênero importante para a formação da identidade nacional.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23803 Literatura indígena entre tradição ancestral e crítica do presente: sobre a voz-práxis indígena em termos estético-literários 2020-07-08T13:48:57-03:00 Leno Francisco Danner leno_danner@yahoo.com.br Julie Dorrico juliedorrico@gmail.com Fernando Danner fernando.danner@gmail.com <p>Argumentaremos que a literatura de minorias de um modo geral e a literatura indígena em particular possibilitam a publicização da voz-práxis dessas mesmas minorias (em nosso caso, aqui, dos indígenas) desde uma perspectiva que intersecciona eu e comunidade-grupo e que se funda e se constitui por meio da tríade memória (enquanto comunidade e como vítima), autoafirmação (como minoria) e resistência político-cultural (contra a marginalização, a exclusão e a violência sofridas e vividas como minorias). No que se refere à literatura indígena brasileira, argumentaremos que ela se desenvolve nessa correlação de retomada e afirmação da tradição comunitária ancestral (o que liga de modo totalmente imbricado sujeito estético-literário e comunidade de cultura) e crítica do presente (a constituição de uma voz-práxis vinculada, carnal e política, relatada autobiográfica e mnemonicamente), possibilitando-se e impulsionando-se a publicização da própria condição e o ativismo estético-político do indígena frente às instituições e aos demais sujeitos epistemológico-políticos, rompendo-se com o silenciamento em torno à questão indígena estabelecido em termos de esfera pública. Assim, nosso argumento central consiste em que a literatura de minorias e a literatura indígena se constituem diretamente como ativismo estético-literário por meio seja da utilização da – e em termos da própria vinculação à – tradição comunitária (o eu-nós lírico, político, cultural), seja da voz-práxis de denúncia e de desvelamento da condição de exclusão, de marginalização e de violência vividas – essa é, defendemos, uma condição fundamental para se analisar o sentido da autoria e da expressão estético-literária das minorias em geral e das produções indígenas em particular.</p> 2020-07-08T11:48:27-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23804 Tendências da produção científica brasileira na área de Letras sobre letramento acadêmico na formação de professores 2020-07-08T13:48:57-03:00 Elisa Bragança Curi Magalhães de Souza elisabcms@gmail.com Jéssica do Nascimento Rodrigues jessica_rodrigues@id.uff.br <p>Apesar de decorrer das práticas sociais vivenciadas pelos universitários, o ensino da escrita acadêmica tem sido pouco presente nos cursos de licenciaturas. Isso se reflete na formação desses estudantes e futuros professores, que costumam apresentar lacunas no ler-escrever textos da esfera acadêmica. Considerada ainda a escassez de produções científicas brasileiras acerca desse tema, este estudo busca investigar as principais tendências da produção científica sobre letramento acadêmico na formação de professores na área de Letras, publicadas no banco de teses da CAPES, entre 2013 e 2017, visando mapear os desafios e as contribuições do debate acerca do letramento acadêmico na formação de professores. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo estado da arte que considera os trabalhos completos de dissertações e teses publicadas nessa plataforma e desenvolvidas no contexto brasileiro. Nessa investigação, encontraram-se apenas quatro trabalhos publicados sobre o tema na área de Letras, reafirmando a necessidade de investimento em pesquisa para avançar nas imbricações entre letramentos acadêmicos e letramento docente. </p> 2020-07-08T11:47:48-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22850 ‘Caminho de São Tiago’ ou ‘Via Láctea’: por onde passam as escolhas lexicais no atlas linguístico do Paraná? 2020-07-08T13:48:57-03:00 Selma Sueli Santos Guimarães selmasu@ufu.br <p>Investigar uma língua e suas variações implica investigar também a cultura, pois é possível dizer que as características culturais de uma sociedade são, normalmente, armazenadas por meio do sistema linguístico, sobretudo por meio do léxico. No Brasil, a língua falada é o português. Apesar disso, verifica-se, em todo o País, uma grande diversidade na escolha lexical feita pelo sujeito para nomear a realidade à sua volta. O registro das variações linguísticas é, normalmente, obtido pela aplicação do Questionário Semântico-Lexical. O presente estudo tem o objetivo de depreender e identificar a produção de sentidos e os registros da memória discursiva subjacente aos elementos textuais-discursivos presentes nas respostas dos sujeitos a uma questão do Questionário Semântico-Lexical, utilizado para a elaboração do Atlas Linguístico do Paraná, por Aguilera em 1994. A questão é: <em>“Em noite bem estrelada, como se chama aquele espaço cheio de estrelas, até esbranquiçado, que fica bem no meio do céu?”.</em>&nbsp;Para a análise, foram examinados os itens lexicais utilizados pelos sujeitos em suas respostas, as notas relativas aos cartogramas e as observações da autora do atlas. A análise permitiu observar que as diversas escolhas lexicais, ao produzir novos efeitos de sentido, constituem-se no registro da memória discursiva na qual se inscrevem os sujeitos e da qual eles se apropriam em suas interações, sustentando a ideia de que o sentido se produz em um espaço social diretamente ligado à inscrição ideológica do sujeito, pois sua voz revela esse espaço social no qual ele se inscreve.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/20127 A linguística, o texto e o ensino da língua. 2020-07-08T13:48:58-03:00 Clézio Roberto Gonçalves cleziorob@gmail.com Elaine da Fonseca Ramos elainemariana35@gmail.com <p>Resenha do livro:&nbsp;AZEREDO, José Carlos de. <strong>A linguística, o texto e o ensino da língua</strong>. São Paulo: Parábola, 2018. 200 p.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22831 Isolamento e porosidade do personagem em Heróis e figurantes, de Enrico Testa 2020-07-08T13:48:58-03:00 Pedro Barbosa Rudge Furtado pedro.sonata@gmail.com <p>O nosso objetivo principal, na breve resenha, é analisar a construção dos conceitos de "personagem absoluto" e "personagem relativo" criados por Enrico Testa em&nbsp;<strong>Heróis e figurantes</strong>: o personagem no romance. Tal obra, lançada em 2019 no Brasil, traz à tona pertinentes debates acerca da categoria narrativa do personagem, sobretudo no fito de constatar o desenvolvimento do ser-de-papel no que está relacionado à sua porosidade, sobretudo diante da confluência de perspectivas encerradas na diegese. <em>Grosso modo</em>, enquanto o personagem absoluto enovela-se sobre si, irradiando o mal-estar da solidão, o relativo mostra-se aberto, mesmo que minamente, à cosmovisão do outro.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23127 Entrevista com prof. Dr. Carlos Alberto Faraco - Os estudos bakhtinianos na interface entre filosofia e ciências da linguagem 2020-07-08T13:48:58-03:00 Filipe Almeida Gomes filipegomeslc15@gmail.com <p>Entrevista concedida pelo prof. Dr. Carlos Alberto Faraco a respeito de questões próprias dos estudos em torno do Círculo de Bakhtin.</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/23269 Entrevista com Profa. Dra. Márcia Marques de Morais - Leitura literária e ensino: trouxeste a chave? 2020-07-08T13:48:58-03:00 Clézio Roberto Gonçalves cleziorob@gmail.com Vera Lopes da Silva verasesamo@gmail.com <p>Entrevista com Profa. Márcia Maques de Morais (PUC Minas)</p> 2020-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Editora PUC Minas