Scripta http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta <p>SCRIPTA (eISSN-2358-3428 (OJS)) - uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Letras, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e Centro de Estudos Luso-afro-brasileiros da PUC Minas, classificada como B1 no QUALIS de sua área "Linguística e Literatura" (<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf">Plataforma Sucupira - CAPES-Brasil</a>).</p> <p>Missão: publicar dossiês contendo artigos científicos e ensaios inéditos e de reconhecida qualidade acadêmica, além de entrevistas de interesse e resenhas de obras recentemente publicadas, produzidos por pesquisadores nacionais e estrangeiros, das áreas de Literaturas de Língua Portuguesa e Linguística.</p> PUC Minas pt-BR Scripta 1516-4039 <p>O envio de qualquer colaboração implica, automaticamente, a cessão integral dos direitos autorais à PUC Minas. Solicita-se aos autores assegurarem:</p> <ul> <li class="show">a inexistência de conflito de interesses (relações entre autores, empresas/instituições ou indivíduos com interesse no tema abordado pelo artigo), e</li> <li class="show">órgãos ou instituições financiadoras da pesquisa que deu origem ao artigo.</li> <li class="show">todos os trabalhos submetidos estarão automaticamente inscritos sob uma licença <a title="Creative Commons License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0" target="_blank" rel="noopener">creative commons</a> do tipo "by-nc-nd/4.0".&nbsp;</li> </ul> Frontispício e sumário http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22143 <p>Frontispício e sumário</p> Márcia Marques de Morais Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 1 9 Antonio Candido, no tempo da delicadeza http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22144 <p>Este texto, à guisa de Editorial, tem três objetivos. No primeiro momento, pretende historiar, com brevidade, o surgimento do projeto de organizar esta edição 49 da Revista SCRIPTA, em homenagem a Antonio Candido, com textos que privilegiassem três eixos do trabalho do intelectual: o Professor, o Crítico, o Político, e constata o imbricamento dessas três vertentes na vida e produção intelectual do homenageado. Para além dessa constatação, registra enfaticamente o afeto que permeia suas experiências, seus testemunhos, sua convivência e sua escrita. Em um segundo momento, apresenta, muito sucintamente, os artigos selecionados para a publicação, bem como as entrevistas e textos a que se chamou “Do afeto”. Em seguida, vale-se da oportunidade de relatar duas experiências pessoais com Antonio Candido que evidenciam a “reversibilidade” entre literatura e vida. Para tanto, vale-se de ensaio do autor sobre jagunços mineiros (“Jagunços mineiros: de Cláudio a Guimarães Rosa”), cuja exposição – escrita a partir de aulas e palestras em curso ministrado na USP –, enlaça, afetuosamente, vida e literatura.</p> Márcia Marques de Morais Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 11 27 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p11-27 Comentários a “Martírio e Redenção” de Antonio Candido http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/21811 <p>Comento aqui, sucintamente, &nbsp;“Martírio e Redenção”,&nbsp; este texto comovente de Antonio Candido, encontrado datilografado, “assinado” à máquina de escrever, e com a data escrita manualmente, no seu talhe inconfundível: abril 2001.</p> Adélia Bezerra de Meneses Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-18 2019-12-18 23 49 32 41 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p32-41 Antonio Candido ou direito à poesia http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22146 <p>O artigo analisa o livro Na sala de aula: caderno de análise literária, de Antonio Candido, situando-o no contexto amplo da obra crítica, teórica e historiográfica do autor. “O caderno”, como o denomina o próprio Candido, foi apresentado em sua primeira edição como uma coletânea de exercícios críticos de análise de poesia. É transcrição quase fiel de um conjunto de seis ensaios analíticos apresentados em um curso de pós-graduação, ministrado pelo professor. A alusão à sala de aula, desde o título da obra, explicita o vínculo estreito entre o professor e o crítico. O que se pretende discutir é como o modelo analítico empregado e como a própria seleção e ordenação dos poemas analisados desvelam, ainda que de forma implícita, a vinculação estreita entre a atividade crítica e todo o conjunto da obra teórico-historiográfica de Antonio Candido. A hipótese que se pretende verificar é como na análise de poesia, Antonio Candido deixa antever os mesmos pressupostos que nortearam todo o conjunto de sua obra.</p> Waltencir Alves de Oliveira Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 42 68 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p42-68 Candido e Freud: fragmentos do vivido em Boitempo I http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22148 <p>Antonio Candido, no artigo “Poesia e ficção autobiográfica”, enfoca a questão da memória em autores mineiros, centrando-se, sobretudo, em Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes e Pedro Nava. A leitura aqui pretendida rastreia sua proposta analítica relacionada ao primeiro poeta, mais especificamente a seu livro Boitempo I, sublinhando os fragmentos do vivido, capturados a partir de “cenas, casos e emoções da infância” do poeta. Candido destaca a construção de tais traços pelo eu lírico adulto, ou seja, a forma pela qual o presente atua no passado, ressignificando-o literariamente e sem ignorar diferentes olhares interpretativos, inclusive citando Freud, ao retomar J. Guilherme Merquior, incorporando, portanto, o apoio teórico da psicanálise. Na esteira da crítica, o ensaísta reafirma – e vai além – a presença do humor mais leve em Drummond, algo distinto do conjunto de sua obra e mais voltado para a “trama do mundo como espetáculo”, ideia fulcral vinculada a uma associação entre o eu e a cultura, mas também a um “dar a ver”, que pode ser pensado em termos psicanalíticos. Como na maioria de seus textos, Antonio Candido sintetiza finas reflexões que, desmembradas, abrem aos leitores vários caminhos interpretativos. É um deles que se intenta trilhar aqui.</p> Cleusa Rios P. Passos Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 69 89 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p69-89 Recortando Antonio Candido http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22150 <p>Lembranças pessoais e afetivas de Antonio Candido e de seu discípulo Alfredo Bosi em episódios da vida acadêmica na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), seguidas da abordagem dos sete textos da autoria de Candido, publicados em 1993, no livro Recortes, porém inéditos até aquela data, comentando-os em sua contextualidade com o objetivo de detectar no crítico um discurso e/ou uma temática diferente daqueles pelos quais foi e é mais conhecido e estudado na academia: o resenhista de resenha literária, o defensor da integração literária da América Latina, o literato memorialista, o crítico genético-comparatista e o cidadão indignado com a violência e a censura.<br><br></p> Letícia Malard Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 90 114 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p90-114 Antonio Candido e Mário de Andrade (anotações preliminares) http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22151 <p>Embora geralmente reconhecida, a importância do pensamento e do exemplo de Mário de Andrade como teórico e crítico para o desenvolvimento das concepções de Antonio Candido ainda não foi objeto de investigação sistemática, com mapeamento de paralelos, afinidades e divergências nas ideias e na orientação. Neste artigo, procuro examinar alguns pontos de contato em textos dos dois intelectuais, tomando como eixo o debate sobre “arte livre” e “arte participante” dos anos 1940 no Brasil, e destacando a centralidade da noção de técnica na reflexão de Mário de Andrade sobre a função social da arte.<br><br></p> Edu Teruki Otsuka Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 115 140 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p115-140 Formação da literatura nacional: balizas histórico-culturais http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/21768 <p>Objetivamos rediscutir os marcos histórico-cronológicos e culturais da formação da literatura brasileira. Tais marcos foram delineados entre as décadas de 1830 e 1880 e sistematizados nos decênios seguintes, quando se estabeleceram suas balizas fundamentais, determinando-se um cânone de obras e autores de acordo com escolas ou tendências numa sequência evolutiva. As fronteiras entre as escolas só começaram a ser objetadas a partir da década de 1960 com a publicação de estudos, especialmente o de Antonio Candido, <em>Formação da literatura brasileira</em> de 1959. Nesse livro, tomando como base a herança histórico-crítica precedente e incorporando muitos de seus elementos, o autor repensa os marcos histórico-culturais do nascimento da literatura e propõe, como seus momentos decisivos, o Arcadismo no século XVIII e o Romantismo no XIX de acordo com o estabelecimento de um sistema literário. Seis décadas depois, apresentamos uma sugestão de redefinição dos limites históricos das tendências literárias nacionais, incorporando resultados de perspicazes pesquisas anteriores, sobretudo a de Antonio Candido.</p> Maria Célia Leonel José Antonio Segatto Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 141 166 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p141-166 O diálogo crítico de Ángel Rama e Antonio Candido na perspectiva da hermenêutica de Gadamer http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22153 <p>A distância temporal que nos separa da obra de Candido e Rama permite que os situemos em um período histórico – marcado pela consolidação do estado nacional e a crença na modernização como uma força homogeneizadora na sociedade – que já foi concluído e, portanto, pode ser visto como uma unidade. Nos termos de Gadamer, pode-se dizer que essa tradição está suficientemente morta para que possa ser compreendida por inteiro. Por outro lado, os problemas que afetam a crítica literária latino-americana hoje não são tão diferentes daqueles enfrentados por esses autores. Porque os efeitos da tradição de Candido e Rama ainda se fazem sentir, existe interesse em manter vivo um diálogo com eles. Nesse processo, somos convidados a repensar nosso lugar na tradição que nos foi transmitida e reconciliar a estética com a crítica cultural. <br><br></p> Ney A. G. Canani Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 167 199 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p167-199 “Lições do mestre“: da tradução como viagem e da literatura como direito http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/21771 <p>Numa retrospectiva em forma de perspectivação crítica e, ao mesmo tempo, balanço pessoal, espero poder contribuir para o que poderia ser considerado o legado de Antonio Candido. A exemplo da experiência de ter traduzido para o alemão os ensaios reunidos numa antologia publicada em 2005, vou exemplificar as leituras e reflexões do tradutor, para partir dali a repensar algumas questões fundamentais tratadas na obra de Antonio Candido, particularmente a da tarefa crítica da docência e do estudo literário, como também a da (ir)relevância da literatura na sociedade atual, como ficou refletida no conhecido ensaio “O direito à literatura”, de 1988.</p> Marcel Vejmelka Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-18 2019-12-18 23 49 200 218 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p200-218 Uma comparação entre as análises de Antonio Candido e Roberto Schwarz sobre José de Alencar http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22154 <p>Este trabalho objetiva mapear os posicionamentos de Antonio Candido e Roberto Schwarz sobre a produção de José de Alencar, mais especificamente o romance Senhora. Para tanto, serão considerados os ensaios “Os três alencares”, de Antonio Candido, publicado em Formação da literatura brasileira (1959); e “A importação do romance e suas contradições em Alencar”, de Roberto Schwarz, publicado em Ao vencedor as batatas (1977). Ambos os críticos são comumente relacionados pela crítica por compartilharem do mesmo arsenal teórico e metodológico, no entanto, as análises sobre José de Alencar revelam diferenças importantes sobre a concepção de modernidade literária dos autores. Nesse sentido, a partir da comparação entre os dois textos críticos sobre a produção alencariana, este artigo pretende debater as tensões e descontinuidades entre o posicionamento de Antonio Candido e Roberto Schwarz. <br><br></p> Ana Karla Canarinos Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 219 243 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p219-243 Os menores na leitura e os pormenores na escrita de Antonio Candido http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22155 <p>A partir de palestras e ensaios a respeito do crítico literário Antonio Candido, produzidos por dois outros grandes críticos brasileiros, objetivamos, com este trabalho, promover uma discussão acerca do que os autores desses artigos pensavam e pensam sobre a contribuição para a literatura brasileira desse crítico, levando em consideração, sobretudo, os conceitos, os ensaios e a perspectiva mais fecundos do homenageado para o cenário crítico atual. A escrita neste ensaio foi fiel às pontuações feitas pelos dois críticos literários e professores da USP: Prof. PhD Adélia Bezerra de Meneses e Prof. Dr. Davi Arrigucci Júnior. A novela “A estória de Lélio e Lina”, de Guimarães Rosa (2001), principalmente um caso oral que é relatado dentro dessa novela, servirá como uma tentativa de exemplificação dos pontos seminais da vasta teoria defendida pelo crítico Antonio Candido. <br><br></p> Simone Guimarães Matheus Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 244 259 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p244-259 Um mestre inesquecível http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22156 <p>Resumo</p> Antonio Arnoni Prado Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 260 267 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p260-267 Duas lembranças bem guardadas http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22158 <p>Resumo</p> Roberto Gambini Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 271 283 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p271-283 Antonio Candido militante http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22159 <p>Resumo</p> Frei Betto Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 285 290 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p285-290 Antonio Candido, uma amizade http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22160 <p>Resumo</p> Antonio Carlos Fester Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 292 318 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p292-318 Ao mestre, com saudade http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/21812 <p>O texto se ampara em algumas obras fundamentais para pensar a educação cidadã e o papel formador de quem a ela dedica o seu trabalho, com ȇnfase na Universidade, onde essa questão é frequentemente relegada aos cursos de pedagogia, sem que seja considerada suficientemente relevante por quem lida com as outras disciplinas. Trata-se de homenagear o Mestre a partir de uma reflexão sobre esse conceito, concebendo-o como&nbsp; orientador, guia e exemplo, &nbsp;sobretudo em tempos “do contra”, quando a defesa da vida e dos direitos humanos exige um pensamento militante e uma militancia pensante. De um lado, o Mestre como presenca decisiva ao longo do convívio com seus/suas aprendizes, mas, de outro, como alguém que sabe retirar-se no momento certo, permitindo-lhes empreender o próprio vôo.</p> Ligia Chiappini Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-18 2019-12-18 23 49 320 345 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p320-345 Notas sobre a “Ocupação Antonio Candido” http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22161 <p>Resumo</p> Walnice Nogueira Galvão Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 347 353 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p347-353 Antonio Candido por ele mesmo: a entrevista como momento de mediação http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22162 <p>Antonio Candido concedeu inúmeras entrevistas ao longo da vida, oportunidade para não somente aprofundar questões pontuais de sua produção intelectual, como também para estabelecer os devidos vínculos e implicações entre elas. Arranjados em tom coloquial e próximo, esses depoimentos apresentam uma profundidade inquestionável, colocando o papel das ideias em comunicação com o momento histórico vivido e a visão de mundo do autor. Este artigo tem o objetivo de analisar o conteúdo desses depoimentos, procurando assim situar – por meio das considerações do próprio Antonio Candido – a posição como intelectual diante de seus objetos de reflexão e estudo, bem como a concepção de política, sociedade e educação, atentando para o seu caráter integrativo, pautado por um trabalho de mediação de conceitos e princípios que irão marcar a personalidade de nosso homenageado.<br><br></p> Marcos Rogério Cordeiro Ivanete Bernardino Soares Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 355 388 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p355-388 Entrevista de Antonio Candido sobre Jurandir Ferreira http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/22163 <p>Resumo</p> Ludmila Menezes Zwick Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-20 2019-12-20 23 49 389 401 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p389-401 Entrevista para o Jornal Brasil de Fato http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/21895 <p>Entrevista</p> Jornal Brasil de Fato Copyright (c) 2019 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-18 2019-12-18 23 49 402 415 10.5752/P.2358-3428.2019v23n49p402-415