Valores de biodireito e bioética

mulher deseja gestar embrião congelado a vinte e seis anos que é seu irmão

Autores

  • Paulo Franco Taitson Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Sarah Vieira Costa Lerman Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Luiza Mourthe Taitson Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Palavras-chave:

Embrião Humano, Reprodução humana, Bioética, Biodireito

Resumo

O presente relato de caso é de uma filha que deseja gestar um embrião congelado a vinte e seis anos que é seu irmão. A doação de embrião de pais para uma filha pode aumentar a consanguinidade dentro de uma família, o que pode aumentar o risco de doenças genéticas recessivas. M. J., residente no Texas, Estados Unidos, levantou um debate nas redes sociais, ao compartilhar alguns de seus pensamentos sobre a reprodução humana. “Sou adulta e fui gerada por reprodução assistida. Agora, quero implantar meus irmãos gêmeos em mim”. Ela conta que seus pais passaram por um bebê de proveta para que ela pudesse  ter nascido, assim como sua irmã. No Brasil, por exemplo, isso, provavelmente, não seria possível. Embora não haja uma lei específica para regular a reprodução assistida no país, as clínicas seguem as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM). Segundo as regras atuais, os gametas ou embriões podem ser doados por parentes de até quarto grau, mas desde que não ocorra sanguinidade, como seria o caso de M. J. com seus pais.

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Biografia do Autor

Paulo Franco Taitson , Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Pós-doutor em Reprodução Humana pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pós-doutor em Bioética/Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas). Diretor (1º Secretário) Nacional da Sociedade Brasileira de Reprodução (SBRA).

Sarah Vieira Costa Lerman, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Acadêmica de Direito na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas).

Luiza Mourthe Taitson, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Acadêmica de Direito na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas).

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Publicado

2025-11-28

Edição

Seção

ARTIGOS/ARTICLES