Notas Sobre as Bases da Formação Socioespacial Latino-americana

Autores

  • João Vitor Sandri Coelho Universidade Federal de Santa Catarina
  • Edson de Morais Machado Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2020v30n60p21-33

Palavras-chave:

América Latina, Formação Socioespacial, Teoria da Dualidade

Resumo

Através do referencial teórico-metodológico da teoria da dualidade básica (I. Rangel), busca-se com este artigo investigar o desenvolvimento econômico e social da América Latina a fim de explorar a potencialidade explicativa da teoria rangeliana e validá-la como meio para uma análise rigorosa da formação socioespacial latino-americana, em alternativa às perspectivas circulacionistas e cepalinas. Os principais resultados apontam para a superação, por parte da teoria da dualidade, das perspectivas circulacionistas/dependentistas que atribuem foco central nas externalidades, através de uma análise que engendra tanto a esfera da produção quanto da circulação. Bem como supera os modelos cepalinos que se atém a visão nada dialética da contínua reprodução do arcaico em antagonismo ao moderno, e explicita a progressividade da história sob a especificidade de um desenvolvimento desigual e combinado da periferia do sistema capitalista.

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Publicado

2019-11-18

Como Citar

Coelho, J. V. S., & Machado, E. de M. (2019). Notas Sobre as Bases da Formação Socioespacial Latino-americana . Caderno De Geografia, 30(60), 21–33. https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2020v30n60p21-33