PICHAÇÃO E ATIVIDADES ROTINEIRAS

ECOS DA PANDEMIA DE COVID-19 NO HIPERCENTRO DE BELO HORIZONTE

Autores

  • Alexandre Magno Alves Diniz Departamento de Geografia, PUC Minas, Brasil.
  • Erick Vinicius Pereira Lopes Programa de Pós-Graduação em Geografia, PUC Minas, Brasil e École Doctorale de Géographie, Sorbonne Université, França.
  • Lucas Costa Utsch Moreira Graduando em Geografia pela PUC Minas.

DOI:

https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2025v35n83p1120

Palavras-chave:

Pichação, pandemia, atividades rotineiras, cultura urbana, Belo Horizonte

Resumo

Este artigo analisa os impactos da pandemia de COVID-19 sobre a prática da pichação no Hipercentro de Belo Horizonte, utilizando como base a Teoria das Atividades Rotineiras (TAR). A partir de coletas primárias realizadas em 2019, 2022 e 2023, observa-se que, apesar da repressão institucional e do aumento da circulação urbana no período pós-pandêmico, a pichação não apenas se intensificou, como também se adaptou por meio de novos materiais, estilos e suportes. A pesquisa revela que eventos disruptivos, como a pandemia, podem alterar significativamente os padrões espaciais e estéticos de práticas urbanas marginais, evidenciando a pichação como forma de resistência cultural e política.

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Publicado

2025-10-01

Como Citar

Diniz, A. M. A., Lopes, E. V. P., & Moreira , L. C. U. (2025). PICHAÇÃO E ATIVIDADES ROTINEIRAS: ECOS DA PANDEMIA DE COVID-19 NO HIPERCENTRO DE BELO HORIZONTE. Caderno De Geografia, 35(83), 1120. https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2025v35n83p1120