A CONSERVAÇÃO DAS ESTAÇÕES FERROVIÁRIAS, REFLEXÕES: O CASO DO TRIÂNGULO MINEIRO E ALTO PARANAÍBA

  • Clayton França Carili Unitri
  • Marília Maria Brasileiro Teixeira Vale UFU
Palavras-chave: Arquitetura. Patrimônio Ferroviário. Estações Ferroviárias. Preservação. Conservação.

Resumo

A implantação da ferrovia auxiliou no desenvolvimento da região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
Vários foram os fatores que levaram à decadência e ao abandono das estações, entre os quais se destaca
a perda de sua principal função: o transporte de pessoas. Das 110 estações aqui construídas, 53% foram
demolidas, majoritariamente aquelas localizadas na zona rural. O objeto de estudo são as estações ainda
existentes, com um interesse particular sobre as de embarque que se encontram em uso (21 exemplares),
buscando verificar seus processos de conservação, seus agentes e seu papel na preservação da
memória ferroviária. Pela análise de alguns casos singulares, o trabalho evidencia as principais dificuldades
para a conservação adequada desse patrimônio, para que cumpra, de modo positivo, seu papel de
bem cultural, que passa tanto pelo reconhecimento e valorização de sua importância histórica e simbólica
como pela compreensão de que sua conservação não conflita e nem impede seu uso para funções atuais,
desde que estas sejam compatíveis com as características físicas do bem.

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Biografia do Autor

Clayton França Carili, Unitri

Mestre em Arquitetura e Urbanismo
pela UFU, professor no Curso de
Arquitetura e Urbanismo do Centro
Universitário do Triângulo (Unitri),
arquiteto pelo Unitri.

Marília Maria Brasileiro Teixeira Vale, UFU

Pós-doutora pela Universidade Michoacana
de San Nicolas de Hidalgo
(México), professora Associada da
UFU, arquiteta pela Universidade de
Brasília.

Seção
Artigos