A senzala salvando a casa grande: o caso da Fazenda Roseira - DOI: 10.5752/P.2316-1752.2011v18n22p40

  • Alessandra Ribeiro Martins
  • Wilson Ribeiro dos Santos Junior
Palavras-chave: requalificação urbana, patrimônio cultural, cultura negra, jongo/caxambu, participação popular.

Resumo

O artigo enfoca a luta pela preservação da Fazenda Roseira do
Campo Grande antiga fazenda de café situada em Campinas-SP,
num território cortado por extensas avenidas e rodovias de conexão regional e ocupado por moradores de perfil de baixa renda com forte presença de comunidades afrodescendentes. O trabalho analisa a atuação da Comunidade Jongo Dito Ribeiro e de
outros movimentos sociais e culturais, pela requalificação urbana
da Fazenda Roseira diante da implantação de um loteamento fechado no entorno da sede.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ANDRADE, Luciana T. Cultura, cidade e cidadania. Observatório das Metrópoles, Rio de Janeiro, 2009. Disponível em: <http://www.observatoriodasmetropoles.ufrj.br/cultura_cidade_cidadania_Luciana.pdf>. Acesso em: 17/02/2011

CASTELLS, Manuel. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Editora Unesp, 2001.

GUTIÉRREZ, Ramón. Direito ao patrimônio construído. In: O direito à memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura/DPH, 1992.

IPHAN. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br>. Acesso em: 14/10/2010.

NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, n. 10, p. 7-28, 1993.

SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.

UNESCO. Convenção para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Paris: UNESCO, 2003. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001325/132540por.pdf>. Acesso em: 14/10/2010.

Publicado
16-05-2012