A FORMAÇÃO DAS CRENÇAS NA TEORIA DO CONHECIMENTO HUMIANA

Palavras-chave: Crenças, Hábito, Ideias, Teoria do conhecimento

Resumo

Neste texto temos a intenção de apresentar e discutir a forma como o importante filósofo escocês, David Hume (1711-1776), em sua teoria do conhecimento e filosofia, compreende o processo de formação das crenças, a qual foi fundamental para o empirismo britânico e para a filosofia dos séculos posteriores. Para tanto, de início, iremos apresentar a distinção fundamental que o filósofo realiza entre impressões e ideias, segundo a qual impressões são mais fortes e vivazes que as ideias e, por isso, são compreendidas como a origem de todo o conhecimento. Feito isso, discutiremos a importância e o papel da causalidade para a composição e o surgimento da crença em sua teoria do conhecimento e como este efeito se relaciona com outros elementos da filosofia humenana para tal. Por fim, iremos apresentar a compreensão de Hume segundo a qual seria através do hábito, em relação com a causalidade, que elaboraríamos nossas crenças.

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Biografia do Autor

Francisco Alvarenga Junnior Neto, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutorando em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Filosofia pela Faculdade Jesuíta de Filodofia e Teologia (FAJE). Graduado em filosofia pelo Instituto Santo Tomás de Aquino (ISTA).

Larissa Cristina Gomes Teixeira, Università degli studi di Verona

Mestranda em Filosofia pela Università degli studi di Verona (Univr). Graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas)

Publicado
30-12-2022
Como Citar
Alvarenga Junnior Neto, F., & Teixeira, L. C. G. (2022). A FORMAÇÃO DAS CRENÇAS NA TEORIA DO CONHECIMENTO HUMIANA. Sapere Aude, 13(26), 542-554. https://doi.org/10.5752/P.2177-6342.2022v13n26p542-554
Seção
ARTIGOS/ARTICLES: TEMÁTICA LIVRE/FREE SUBJECT