TORTURA E ÉTICA DA FOTOGRAFIA: PENSANDO COM SONTAG

  • Júlia Satiro de Oliveira PUC Minas

Resumo

Judith Butler, filósofa pós-estruturalista estadunidense, no segundo capítulo de seu livro Quadros de Guerra, analisa amplamente a tortura e a ética da fotografia, analisando alguns postulados de Susan Sontag, uma escritora norte-americana que trabalhou extensivamente sobre as matérias de fotografia, mídia e cultura, acompanhando em suas viagens nos anos 60 as ações na Guerra do Vietnã. Nesse capítulo, Butler trata do modo como a dor nos é apresentada, mais especificamente pela fotografia, e como aquela nos atinge, quais respostas ela produz.

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Biografia do Autor

Júlia Satiro de Oliveira, PUC Minas
Graduanda em Direito pela Faculdade Mineira de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Integrante desde 2016 do Grupo de Estudos Feministas, coordenado pela Profa. Magda Guadalupe dos Santos. FMD. COREU.  Bolsista de pesquisa FIP-PUCMINAS desde 2016

Referências

BUTLER, Judith. Quadros de Guerra: Quando a vida é passível de luto? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p.99-149, 2015

Publicado
20-12-2016
Como Citar
Oliveira, J. S. de. (2016). TORTURA E ÉTICA DA FOTOGRAFIA: PENSANDO COM SONTAG. Virtuajus, 1(1), 277-282. Recuperado de https://periodicos.pucminas.br/index.php/virtuajus/article/view/13746