ARQUÉTIPOS ANCESTRAIS DO DESTINO os 16 odus do Jogo de Búzios à luz da Psicologia Analítica
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Resumo
O artigo propõe uma análise simbólica dos dezesseis odus do merindilogun (jogo de búzios) como arquétipos do destino presentes em uma forma de clínica ancestral e ritual. Por meio de uma abordagem hermenêutica e interdisciplinar, propõe-se uma interpretação dos odus como mitologemas afro-diaspóricos que condensam temas como travessia, sacrifício, renascimento e ancestralidade. A análise dialoga, principalmente, com o Candomblé, a Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung e os estudos de James Hillman, estabelecendo conexões entre espiritualidade afro-brasileira e Psicologia Simbólica. Ao enfatizar uma escuta decolonial dos saberes ancestrais, o estudo traz contribuições para o desenvolvimento de uma psicologia afrocentrada.
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Referências
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