ENTRE COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM E SEITAS DE FORMAÇÃO:
paradigmas em disputa na formação docente
Abstract
Este artigo, de natureza qualitativa e fundamentado em pesquisa bibliográfica, analisa as diferenças entre os paradigmas curriculares das comunidades de aprendizagem e das seitas de formação para o desempenho docente, com base na tipologia proposta por Hargreaves (2003, p. 247-248 apud Ferreira; Flores, 2012, p. 227). A partir dos aportes teóricos de Freire, Vygotsky, Saul e Saul, Paraíso, Passos e Cochran-Smith, discutimos como a formação docente pode se constituir como um processo colaborativo, dialógico, crítico e permanente. Argumenta-se que as comunidades de aprendizagem, ao promoverem o compartilhamento de saberes e a construção coletiva do conhecimento, se apresentam como alternativas emancipadoras frente aos modelos tecnicistas e prescritivos das seitas de formação, que reduzem o professor a mero executor de diretrizes. Os resultados evidenciam a urgência de consolidar espaços formativos que reconheçam a autonomia docente, a complexidade da educação e o inacabamento humano como fundamentos de uma prática pedagógica ética, crítica e transformadora.
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