TUDO BEM SER CRIANÇA E NÃO BRINCAR?
o direito ao brincar como fundamento do desenvolvimento infantil
Resumo
O direito de brincar constitui-se como dimensão essencial da infância e como direito humano reconhecido em legislações nacionais e internacionais. Entretanto, embora o brincar esteja assegurado juridicamente, sua efetivação encontra obstáculos relacionados a desigualdades sociais, práticas adultocêntricas e concepções meritocráticas que reduzem o lúdico a privilégio ou recompensa. Fatores como classe social, gênero, deficiência e violência impactam diretamente o acesso das crianças ao brincar, tornando-o um marcador social que explicita exclusões e desigualdades estruturais. Assegurar o direito de brincar exige políticas públicas intersetoriais, investimentos em espaços de convivência, formação docente pautada nos direitos humanos e mobilização social capaz de romper com visões reducionistas sobre a infância. Dessa forma, reafirma-se a centralidade do brincar como prática vital de liberdade, imaginação, aprendizagem e desenvolvimento integral.
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O(s) autor(es) do presente trabalho assegura(m) que:
1. participaram do trabalho de maneira a responsabilizar-se publicamente por ele.
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3. Nem este trabalho, nem outro substancialmente semelhante em conteúdo já foi publicado ou está sendo considerado para publicação em outro periódico, sob minha (nossa) autoria e conhecimento.
4. Este trabalho está sendo submetido à aprovação do Conselho Editorial da Pedagogia em ação com o conhecimento e a aprovação da instituição e/ou organização de filiação do(s) autor(es).
