UMA LEITURA DE MISTIDA, DE ABDULAI SILÁ

  • Lauro Wanderley Meller PUC Minas
Palavras-chave: Literatura guineense. Tradição oral. Abdulai Silá. Mistida.

Resumo

Partindo de uma  breve  exposição, de  fundo histórico-político, sobre a Guiné-Bissau, procederemos à análise do romance Mis­tida, de Abdulai  Silá. Veremos  que o autor habilmente se apro­pria de elementos da tradição oral, como o traço mítico e fan­tástico, bem como de uma linguagem não raramente alegórica e de  colorido local, a  fim de  afirmar seu  compromisso com  os ideais de  liberdade de seu  país. Ao urdir seu  tecido narrativo, Silá apresenta-nos tramas permeadas por  personagens e situa­ções  que,  embora aparentemente desarticu lados, estão firme­mente unidos na busca desses  mesmos  ideais.

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Referências

AUGEL, Moema Parente. A nova literatura: Guiné-Bissau. Bissau: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa, 1998. (Coleção Kebur).

LOPES, Carlos. Prefácio. In: SILÁ, Abdulai. Eterna paixão. Praia- Mindelo: Centro Cultural Português, 2002. p. 177-179.

SILÁ, Abdulai. Mistida. Bissau: Ku Si Mon Ltda., 1997.

SILÁ, Abdulai. A última tragédia. Praia- Mindelo: Centro Cultural Portugu­ês, 2002.

SILÁ, Abdulai. Mistida: trilogia. Praia- Mindelo: Centro Cultural Português, 2002.

Publicado
11-05-2017
Como Citar
Meller, L. W. (2017). UMA LEITURA DE MISTIDA, DE ABDULAI SILÁ. Cadernos CESPUC De Pesquisa Série Ensaios, (16), 173-195. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoscespuc/article/view/14669