• Abril a Junho de 2020
    v. 30 n. 61 (2020)
  • Janeiro a Março de 2020
    v. 30 n. 60 (2020)
  • Número Especial - Serra da Canastra
    v. 30 n. 1 (2020)

    Este número especial da Revista Caderno de Geografia apresenta os resultados  do projeto "Evolução Geomorfológica da Serra da Canastra e entorno: aspectos morfogenéticos, morfoestruturais e morfométricos" financiado pela FAPEMIG através do projeto APQ-00231-16, propõem a realização de estudos geomorfométricos e geocronológicos para propiciar dados necessários a avaliação da evolução da paisagem no entorno da área delimitada consolidada do Parque Nacional da Serra da Canastra.

    A Serra da Canastra localiza-se na porção sudoeste do Estado de Minas Gerais, sendo a porção meridional do Cinturão Orogênico Brasiliano. As principais litologias são os quartzitos do Grupo Canastra localizados na parte superior dos blocos e filitos e xistos que ocorrem predominantemente nos vales. Os modelados predominantes são colinas e morros, vales em V com nascentes muito encaixadas. Grandes cachoeiras marcam as zonas de falha, sendo a mais conhecida delas a Cachoeira Casca d'Anta, localizada a 14 km da nascente do rio São Francisco, com mais de 180 metros de queda. Este conjunto encontra-se localizado dentro do Parque Nacional da Serra da Canastra, formado em 1972 visando proteger as nascentes do rio São Francisco e o ambiente de campos rupestres ameaçado pela atividade agropecuária. Os resultados alcançados até o momento estão relacionados ao desenvolvimento de estudos de caráter exploratório e classificatório de formas de relevo, processo e materiais superficiais. Neste sentido abordagens de cartografia geomorfológica, análise de rede fluvial, avaliação de materiais superficiais são a tônica dos estudos. O intensivo uso de dados de sensoriamento remoto associado a técnicas de geoprocessamento produziu materiais em diversas escalas de abordagem, predominando estudos de detalhe.

    Os materiais superficiais da região de estudo foram analisados em suas constituintes texturais e granulométrica, seja de materiais de vertentes, como sedimentos em canais. Datações de Luminescência Oticamente Estimulada  (LOE) foram utilizadas para datar materiais superficiais em estudos de detalhe. Como retorno à sociedade que financia estes estudos, diversos conhecimentos podem ser aplicados, como por exemplo aquele apresentado neste volume que trata da interpretação da paisagem através de painéis focados em geoconhecimento. Com estes estudos, associados a outros ainda em andamento, esta sendo preenchido uma lacuna de conhecimento geomorfológico sobre esta importante área do território brasileiro, com possibilidade de aplicação destes estudos em ações aplicadas de planejamento ambiental e também na área de geoturismo.

  • Número Especial
    v. 29 n. 2 (2019)
    Com o sucesso do V Simpósio Nacional de Geografia Política, Território e Poder e III Simpósio Internacional de Geografia Política e Territórios Transfronteiriços foi criado mais esse número especial do Caderno de Geografia. O evento contou com cerca de 350 inscritos e 235 trabalhos recebidos. Destes, a comissão científica do evento selecionou 17 para compor a edição espacial e continuar a parceria com a Universidade de Alfenas, em Minas Gerais.
  • Número Especial
    v. 29 n. 1 (2019)

    Diversos países do globo, dentre os quais o Brasil, têm assistido a uma espantosa degradação dos seus atributos ambientais e enfrentado constantes manifestações naturais graves e perigosas para a vida dos seus habitantes, por negligenciarem em suas ações de governo, medidas que se ocupem com o inventário dos seus fatores ambientais e humanos, para adoção de um planejamento que discipline o uso e ocupação do espaço pelas atividades antrópicas. Em vários lugares, a opinião pública tem despertado para esta problemática em razão dos problemas que a periodicidade e a dimensão dos impactos ambientais têm lhe causado, obrigando seus governantes e instituições a buscarem soluções para o difícil dilema deste início de século que se apresenta à humanidade; manter seu conforto – desenvolver suas atividades – em paralelo à recuperação e conservação do meio ambiente do planeta.

    Atentando para isto a ARPA – Agência Regional de Proteção Ambiental da Bacia do Rio Grande e os Cursos de Geografia modalidades Bacharelado e Licenciatura abrigados no ICN – Instituto de Ciências da Natureza da UNIFAL-MG Universidade Federal de Alfenas estabeleceram um convênio para proceder o estudo detalhado da sub-bacia do rio Machado.

    A ação foi coordenada pelo Prof. Assoc. Clibson Alves dos Santos e contou com o envolvimento dos docentes e alunos dos supracitados Cursos, ocupando-se com o inventário e diagnóstico socioambiental dessa área com o propósito de subsidiar um plano de manejo que respeite as vocações, potencialidades e limitações do meio ambiente local, assim como a qualidade de vida da população.

    Nos artigos dessa edição especial as informações colhidas e análises desenvolvidas são apresentadas juntamente com as metodologias utilizadas, procurando estimular o desenvolvimento de outras ações semelhantes noutras porções do território brasileiro em favor da preservação do meio ambiente e o avanço das pesquisas acadêmicas.

    Prof. Assoc. Paulo Henrique de Souza

  • Julho a Setembro de 2019
    v. 29 n. 58 (2019)
     
  • Abril a Junho de 2019
    v. 29 n. 57 (2019)
  • Janeiro a Março de 2019
    v. 29 n. 56 (2019)
  • Número Especial
    v. 28 n. 1 (2018)
    Este úmero especial reúne alguns trabalhos que foram apresentados no II Colóquio Mineiro de Geoconservação
  • Julho a Setembro de 2018
    v. 28 n. 54 (2018)
  • Abril a Junho de 2018
    v. 28 n. 53 (2018)
  • Janeiro a Março de 2018
    v. 28 n. 52 (2018)
  • Número Especial
    v. 27 n. 2 (2017)
    O presente número especial do Caderno de Geografia contempla os melhores trabalhos enviados para o I Colóquio Mineiro de Geoconservação / I Simpósio Regional de Geopatrimônio, realizado de 02 a 05 de Agosto de 2017 na Universidade Federal de Uberlândia - Campus Pontal. Parabéns aos autores e o nosso muito obrigado à Comissão Científica do Evento pela avaliação e adequação dos trabalhos para publicação.
  • Número Especial
    v. 27 n. 1 (2017)

    Este número especial se trata de um dossiê sobre a pesquisa geográfica no estado do Piauí. A produção vem dos grupos de pesquisa “Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável” do IFPI e “Grupo de Estudos em Geografia Física” da UFPI cujos autores dedicaram-se nos últimos anos à criação do Mestrado Profissional em Análise e Planejamento Espacial, que tem como referência o Programa de Pós-graduação em Geografia - Tratamento da Informação Espacial da PUC MINAS, a proposta tem área de concentração “Análise e Planejamento Espacial”. Os textos deste número representam parte da produção mais atual no estado piauiense em relação à essa temática.

    Marco Túlio Mendonça Diniz

    Docente da UFRN e consultor do IFPI para criação do Mestrado Profissional em Análise e Planejamento Espacial

  • Outubro - Dezembro 2017
    v. 27 n. 51 (2017)
  • Julho - Setembro 2017
    v. 27 n. 50 (2017)
  • Abril - Junho 2017
    v. 27 n. 49 (2017)
  • Janeiro - Março 2017
    v. 27 n. 48 (2017)
  • Número Especial
    v. 26 n. 2 (2016)

    O presente número especial do Caderno de Geografia contempla as palestras realizadas no III Simpósio de Geografia Física do Nordeste (SGFNE), ocorrido entre 18 e 23 de outubro de 2016 no Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), sediado no campus de Caicó/RN da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

  • Número Especial
    v. 26 n. 1 (2016)

    O presente número especial do Caderno de Geografia contempla os melhores trabalhos enviados para o I Seminário de Geografia e Análise Espacial, realizado entre 26 e 28 de outubro de 2016 na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais em comemoração aos 20 anos do Programa de Pós-Graduação em Geografia - Tratamento da Informação Espacial. Parabéns aos autores e o nosso muito obrigado aos avaliadores:


  • Setembro - Dezembro 2016
    v. 26 n. 47 (2016)
  • Maio - Agosto 2016
    v. 26 n. 46 (2016)
  • Janeiro - Abril 2016
    v. 26 n. 45 (2016)
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