EDUCAÇÃO BÁSICA EM TEMPOS DE PANDEMIA

  • Maria João Cardoso de Carvalho
  • Renata Cristina Rocha Medeiros

Resumo

No início do ano de 2020, o mundo assistiu à contaminação por um vírus para o qual ainda não havia vacina para proteger o ser humano. Várias medidas para evitar a disseminação pelo vírus foram feitas pelos países do mundo. Aqui no Brasil, o isolamento domiciliar foi uma das medidas adotadas, além do aumento da higienização das mãos e de outros procedimentos para garantir a preservação dos brasileiros. Vários comércios foram fechados e tiveram que reinventar a forma de entregar o serviço. Entre os comércios proibidos de abrir estão as escolas que tiveram que optar pelo ensino remoto. A pesquisa realizada foi um estudo de caso que utilizou um formulário realizado pelo Google Forms e enviado pelo WhatsApp e Facebook. Foram computados 91 respondentes, entre as cinco regiões do Brasil. A maioria dos respondentes, cerca de 82% ou 75, eram mulheres; 83% ou 76 dos respondentes estudavam em escolas particulares; o número de respondentes entre o ensino Fundamental 1 (1º, 2º e 3º anos) 34 ou 31% dos respondentes, com idades entre 6 a 9 anos e no Fundamental 2 (6º ao 9º Ano) está equilibrado com crianças com 10 a 12 anos. Os respondentes são, predominantemente, da região Sudeste cerca de 74% ou 68 respondentes. Entre as estratégias que os respondentes estabeleceram, contratar um professor particular está nos planos de 38 ou quase 43%; a maioria dos respondentes se adaptaram ao ensino não presencial, 57% ou 51 dos respondentes e 46 ou cerca de 51% esperariam um pouco ou não levariam os filhos para as escolas, se fossem autorizado o retorno das aulas presenciais. As considerações finais da pesquisa foi que a maioria dos respondentes procuraram entender e se adaptar ao ensino não presencial, buscando dar maior autonomia para os filhos e acompanhar mais de perto, ensinando as matérias para os filhos, almejando que as crianças aprendam e não percam o ano letivo.

Publicado
04-07-2020
Seção
ARTIGOS/ARTICLES