Reabsorção intracoronária pré-eruptiva: relato de caso

a case report

Autores

  • Luisa Simões Silva Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Amaro Ilídio Vespasiano Silva
  • Flávio Ricardo Manzi
  • Izabella Lucas de Abreu Lima

Palavras-chave:

Dente não Erupcionado, Reabsorção de Dente, Diagnóstico por Imagem

Resumo

A reabsorção intracoronária pré-eruptiva (RIP) é uma alteração rara caracterizada pela presença de uma área radiolúcida/hipodensa anormal, bem delimitada, na dentina coronal, próxima à junção amelodentinária, de dentes ainda não erupcionados. Por se tratar de uma lesão que acontece, na maioria das vezes, de forma assintomática, seu diagnóstico geralmente ocorre durante exames radiográficos de rotina. Devido à escassez de casos documentando a RIP, existe uma considerável lacuna nas informações a respeito dessa alteração. Sendo assim, este estudo tem como objetivo relatar o caso de um paciente em fase de dentadura permanente, com 10 anos, apresentando RIP em segundo molar permanente, documentado por meio de radiografia periapical, radiografia panorâmica e tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC). As imagens revelaram uma área radiolúcida/hipodensa dentro da coroa do dente 47 com início na junção amelodentinária mesial se estendendo para face oclusal e distal deste mesmo dente que se encontra semi-incluso e em formação, compatível com o diagnóstico de RIP. Diante disso, mostra-se necessário que o dentista disponha de conhecimento prévio e avaliação criteriosa radiográfica e tomográfica para diagnóstico e abordagem terapêutica dessa lesão. Assim, conclui-se que o aprofundamento das pesquisas sobre esta reabsorção é essencial, a fim de ampliar o entendimento de sua etiologia, estabelecer diagnósticos precoces e possíveis tratamentos.

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Publicado

2026-02-04

Como Citar

Simões Silva, L., Ilídio Vespasiano Silva, A., Ricardo Manzi, F., & Lucas de Abreu Lima, I. (2026). Reabsorção intracoronária pré-eruptiva: relato de caso: a case report. Arquivo Brasileiro De Odontologia, 21(2), 42–51. Recuperado de https://periodicos.pucminas.br/Arquivobrasileirodontologia/article/view/36589