ÉTICA E METAFÍSICA NO CRÍTON DE PLATÃO

Justiças contingentes e forma intligível de justiça

Autores

  • Lucas Abreu Lacerda PUC Minas - IFTDJ

DOI:

https://doi.org/10.5752/P.2177-6342.2026v17n33p585-591

Palavras-chave:

Ética; Formas; Justiça; Críton; Platão

Resumo

No diálogo Críton, de Platão, Sócrates, é condenado à morte. Na prisão, recebe a visita de Críton, que, diante da iminente morte de Sócrates, orienta que o filósofo fuja, tendo como ponto de partida a ideia de que a fuga preservaria não só a vida, mas também a honra do próprio Sócrates. Sócrates recusa a proposta. A presente comunicação tem o objetivo de analisar, a partir do diálogo, como Platão articula a noção de justiça, relacionando-a com a dimensão ética, metafísica e jurídica.

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Referências

DA MOTTA, Guilherme Domingues et al. O críton de Platão e a dignidade do direito. Prometeus Filosofia, v. 11, n. 27, 2018.

PLATÃO. Críton. Tradução de Jaime Bruna. Diálogos. São Paulo: Cultrix. Disponível em: https://www.robertonovaes.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Platao_Criton.pdf. Acesso em 26 de agosto de 2025.

REIS, Maria Dulce. Sobre o Críton. Cadernos de literatura comentada. Belo horizonte, 2007. Disponível:file:///C:/Users/Lucas/Downloads/Artigo%20Sobre%20Críton.%20prof.Dulce.pdf. Acesso em 24 de Setembro de 2025.

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Publicado

2026-07-13

Como Citar

Abreu Lacerda, L. (2026). ÉTICA E METAFÍSICA NO CRÍTON DE PLATÃO: Justiças contingentes e forma intligível de justiça. Sapere Aude, 17(33), 585–591. https://doi.org/10.5752/P.2177-6342.2026v17n33p585-591