PARAGENS HEIDEGGERIANA

Arte, verdade e finitude

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5752/P.2177-6342.2026v17n33p579-584

Palavras-chave:

arte; verdade; finitude; ontologia; Susan Sontag.

Resumo

A proposta desta comunicação é dialogar sobre as relações entre arte (Kunst), verdade (Wahrheit) e finitude (Endlichkeit) em Martin Heidegger, demonstrando a relevância de tais conceitos no horizonte contemporâneo. A análise concentra-se, especialmente, na compreensão heideggeriana do ser-para-a-morte (Sein-zum-Tode) . Essa compreensão da obra de arte como evento de verdade ressoa com a provocação de Susan Sontag, ao recusar que a crítica esgote a arte na busca por um “conteúdo oculto”, reivindicando uma experiência sensível e imediata da obra que, guardadas as diferenças de horizonte teórico, converge com a recusa heideggeriana de reduzir o poético à representação ou à utilidade. 

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Biografia do Autor

Edmar Avelar Sena, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Doutor e Mestre em Ciência da Religião pela UFJF. Graduado em Filosofia pela PUC Minas. Professor do Departamento de Filosofia da PUC Minas. E-mail: edmarsena.mg@gmail.com.

Alexandre Costa Tayer, UEMG - Escola Guignard de Artes Plásticas

Artista Plástico, estudante de graduação 

Referências

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Publicado

2026-07-13

Como Citar

Sena, E. A., & Costa Tayer, A. (2026). PARAGENS HEIDEGGERIANA: Arte, verdade e finitude. Sapere Aude, 17(33), 579–584. https://doi.org/10.5752/P.2177-6342.2026v17n33p579-584