VER PARA NÃO CRER, DESVER PARA VISIBILIZAR
Palavras-chave:
O cego Estrelinho. Noventa e três. Os olhos fechados do diabo do advogado. Estórias abensonhadas. Mia Couto. Visibilidade. Ítalo Calvino. Dupla distância. Imagem crítica. Georges Didi-Huverman.Resumo
Dando ênfase aos contos "O cego Estrelinho", "Noventa e três" e "Os olhos fechados do diabo do advogado", do livro Estórias abensonhadas, de Mia Couto, pretende-se evidenciar, nesta leitura, uma das necessidades dessa literatura: o desviar-se do caráter mimético para se valorizar a criação estética fundamentada no imaginário. Para tanto, acentuar-se-à o aspecto da visibilidade, sob a ótica de Ítalo Calvino; o aspecto da dupla distância e da imagem crítica, por meio do discurso de Georges Didi-Huberman, o que revelará uma escrita de fruição que busca constituir um mundo paralelo, transposto ao da realidade, sem negar esse último.Downloads
Referências
CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhai das Letras, 1990.
COUTO, Mia. Estórias abensonhadas: contos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996.
DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Ed. 34, 1998.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
The author detains permission for reproduction of unpublished material or with reserved copyright and assumes the responsibility to answer for the reproduction rights.
Português
English




