Reflexões sobre o ensino da Metáfora: a dimensão subjetiva e suas implicações nos exames seletivos
DOI:
https://doi.org/10.5752/P.2358-3231.2019n35p25-36Palavras-chave:
Metáfora, Exame Nacional do Ensino Médio, Ensino de língua portuguesaResumo
Partindo de alguns parâmetros pedagógicos, propostos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), sobre o ensino de língua materna na educação brasileira, sobretudo em relação ao ensino da metáfora, este artigo propõe a análise de algumas questões do Exame Nacional do Ensino Médio que tematizam a metáfora, a fim de demonstrar que o ENEM é, de fato, um exemplo paradigmático das discrepâncias e assimetrias existentes entre o ensino básico, os seus dispositivos regulares e os seus mecanismos didático-avaliativos. Por fim, foram apresentadas algumas constatações importantes para corroborar a ideia de que, para além do fenômeno comparativo, a metáfora deve ser ensinada também enquanto uma categoria do pensamento humano, conforme preconiza a Linguística Cognitiva.
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