As respostas à gripe espanhola em Moçambique, 1918 – 1919
Palavras-chave:
Gripe espanhola, Moçambique, ColonialismoResumo
Nos finais de 1918, Moçambique, como o resto do mundo, foi assolado pela gripe espanhola. As devastações desta pandemia se prolongaram até inícios de 1919. Nesta altura do flagelo, Moçambique era uma colônia de Portugal que se encontrava envolvido nas movimentações do exército no contexto da Grande Guerra a partir de 1916, ao lado da Inglaterra. O objetivo é contribuir na compreensão da resposta da autoridade colonial portuguesa e dos moçambicanos a esta pandemia. O argumento é de que a resposta das autoridades médicas foi condicionada pelos contextos colonial, Grande Guerra, estágio da biomedicina, fragilidade da rede sanitária, exiguidade do pessoal médico e recursos relacionados. Postula se que o conjunto das medidas adotadas foram extemporâneas, daí a sua ineficácia para parar a propagação e as devastações causadas pela gripe espanhola. As medidas restritivas autoritárias impostas como proibição de reuniões, festejos, rituais religiosos, movimentações e a violência inerente não agiram sobre sujeitos passivos, tiveram pouco alcance e foram encaradas com resistência pelos moçambicanos. Parte destes demostrou adaptação criativa, mas face às devastações em meio a uma medicina tradicional também incapaz a gripe espanhola exacerbou as acusações de feitiçaria. Este estudo é de natureza qualitativa e se baseia no método histórico comparativo.
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