• Abril a Junho
    v. 34 n. 77 (2024)

    Mantendo nosso compromisso com a periodicidade, já estamos liberando os artigos aprovados e formatados para publicação. Você pode conferir aqueles que já possuem o rótulo "PDF".

  • Janeiro a Março de 2024
    v. 34 n. 76 (2024)

    Devido ao grande fluxo de trabalhos e para manter a periodicidade, estamos atualizando aos poucos os arquivos em PDF.

    Due to the high volume of work and to maintain regularity, we are gradually updating the PDF files.

  • Número Especial
    v. 33 n. 2 (2023)

    Os/as proponentes do dossiê Estudos em Educação do Campo: Disputas, Conflito(s) e  resistência(s), agradecem os/as autores/as colaboradores/as que se empenharam na escrita de reflexões teóricas, construindo excelentes textos problematizadores acerca de temas importantes no que tange a
    Educação do Campo, o Território, as disputas e seus movimentos dialéticos.

    Comprometemo-nos, desde o primeiro momento em produzir um corpus teórico a partir dos temas-chave citados acima, sobretudo a partir da luta dos povos trabalhadores e residentes do campo, estreitando a vinculação e as suas significações com a educação, escolarização e processos de aprendizagem que correspondem, necessariamente, sobre os modos de vida, mas também sobre a manutenção desta, em um território vivo e diverso.

    Reforçamos acima de qualquer coisa nosso compromisso com o processo reflexivo crítico, em direção aos plenos direitos de os sujeitos viverem no campo, pautando-se a partir de suas práticas culturais, condições de reproduzirem seus saberes alicerçados na busca da plena cidadania.

    Os textos contidos neste dossiê compõem uma amostra do que é produzido por pesquisadores e educadores engajados e preocupados com a renovação teórica, empírica e da experiência da Educação do Campo em um contexto reflexivo acerca das condições em que vivem e que muitas vezes são submetidos esses sujeitos.

    Essa edição especial é um convite a leitura e a reflexão sócio-histórica da Educação do Campo a pesquisadores e educadores.

    Prof.Dr.Ivanio Folmer (UFSM), Profa.Dra.Ane Carine Meurer (UFSM) e Prof. Dr.Gilvan Charles Cerqueira de Araújo (Universidade Católica de Brasília)

    Brasil, setembro de 2023.

  • Número Especial
    v. 33 n. 1 (2023)

    Em 2022, no ano em que a outrora Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas – EFOA e hoje Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL-MG celebra seus 109 anos de existência, seus cursos de Geografia modalidades Bacharelado e Licenciatura completam quinze anos de implantação e funcionamento.

    Essa trajetória teve início em 2007 num importante momento de expansão do ensino superior em todo Brasil. Após estes quinze anos de existência já é possível perceber a consolidação e reconhecimento dos cursos, sobretudo pelo expressivo número de egressos que tem prosseguido sua trajetória acadêmica, adentrando na pós-graduação em diferentes programas por todo o país (USP, UNESP, UNICAMP, UFSCar, UFMG, UFF, UFSJ, UFV, UFJF, UFU, UFRJ, UERJ, UnB, entre outras).

    Desde 2018 conta também com um programa de mestrado, articulando no presente momento um programa de doutorado interinstitucional juntamente com as universidades federais de São João Del Rei, Juiz de Fora e Viçosa.

    Diante da emblemática data vivenciada pelas graduações, as celebrações contemplam, em parceria com a Revista Científica da PUC-MG, Caderno de Geografia, a publicação de um número especial com artigos elaborados sob a supervisão de ex-docentes e docentes dos cursos, compondo um compêndio representativo que apresenta parte das pesquisas e ações desenvolvidas até aqui por sua comunidade de estudantes, TAEs e professores neste período.

    Neste momento de celebração, desejamos a todos uma boa leitura, tendo expectativa de que nossa contribuição seja valiosa para aqueles que buscarem nela subsídios importantes para os estudos e ações acadêmicas que desenvolvem.

    Prof. Dr. Paulo Henrique de Souza

  • Julho a Setembro de 2023
    v. 33 n. 74 (2023)
  • Abril a Junho de 2023
    v. 33 n. 73 (2023)
  • Janeiro a Março de 2023
    v. 33 n. 72 (2023)

    Estamos publicando os trabalhos avaliados, corrigidos e aprovados à medida que os liberamos no processo editorial.

    We are publishing the evaluated, corrected and approved papers as we release them in the editorial process.

  • Julho a Setembro de 2022
    v. 32 n. 70 (2022)
  • Abril a Junho de 2022
    v. 32 n. 69 (2022)
  • Janeiro a Março de 2022
    v. 32 n. 68 (2022)
  • Julho a Setembro de 2021
    v. 31 n. 66 (2021)
  • Número Especial
    v. 31 n. 2 (2021)
    Este número especial é fruto das discussões e apresentações do II Colóquios Geográficos do PPGEO UNIFAL-MG com o título “Leituras geográficas sobre o avanço da extrema direita no Brasil: Resistências e Enfrentamentos em tempos de Pandemia” cocorreu entre os dias 26 a 30 de julho de 2021. Ocorreu em continuidade ao evento realizado em 2020, também promovido pelo o Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Alfenas–MG que teve como objetivo de debater a conjuntura estabelecida recentemente no planeta pela ação e consequências da disseminação da COVID-19, assim como para debater e contribuir com as demais questões estruturais da Ciência Geográfica, congregando pesquisadores(as) de várias universidades do Brasil
  • Abril a Junho de 2021
    v. 31 n. 65 (2021)
  • Janeiro a Março de 2021
    v. 31 n. 64 (2021)
  • Número Especial
    v. 31 n. 1 (2021)

    Foto da capa: Lagoa das Codornas, BR 356 (MG) - Prof. Ricardo Motta Pinto Coelho

     

    Nesse caderno especial a crise hídrica no Brasil se revela como uma crise complexa, multi-facetada, intrinsicamente associada ao mau gerenciamento político e econômico e a um presente marcado por políticas públicas voltadas para a produção e o crescimento econômico, a despeito de questões ambientais, sociais e da saúde humana. Os diversos trabalhos aqui apresentados são fruto do Simpósio Internacional “Crise Hídrica: desafios e soluções”, realizado na Universidade de Federal de São João del-Rei em abril de 2019, e abordam o mosaico de desdobramentos causados não apenas pela escassez de água para abastecimento, sobretudo a luz das mudanças climáticas, mas também pelo mau gerenciamento dos recursos hídricos e de suas bacias de drenagem. São abordados ainda a falta de valoração ambiental e, em seu aspecto social e humano mais relevantes, a falta de valoração da condição humana como parte integrante de um cenário, onde a exploração dos recursos hídricos e do meio-ambiente se tornam justificativa para perdas ambientais e humanas, em seus mais variados aspectos. Torna-se evidente que a crise hídrica no Brasil, assim como no resto do mundo, é uma crise ambiental, política, econômica, social e de saúde pública. Apenas após compreendermos essa natureza transdisciplinar da crise hídrica, em seus mais diversos graus de complexidade, seremos capazes de propor soluções verdadeiramente efetivas frente à expansão de um problema, que não é novo, e certamente não se solucionará a curto e médio prazos.

     

  • Julho a Setembro de 2020
    v. 30 n. 62 (2020)
  • Abril a Junho de 2020
    v. 30 n. 61 (2020)
  • Janeiro a Março de 2020
    v. 30 n. 60 (2020)
  • Número Especial - As Amazônias em suas múltiplas fronteiras: histórias contestadas, culturas emergentes, territorialidades nacionais
    v. 30 n. 3 (2020)
    O presente número especial é fruto do trabalho do grupo internacional de pesquisa chamado Agrocultures. O grupo multidisciplinar, é coordenado por um Geógrafo da Universidade de Cardiff (UK) e um Historiador da Universidade Federal do Mato Grosso. Maiores informações sobre as pesquisas do grupo podem ser encontradas no https://www.agrocultures.org  Convidamos a todos a navegar pelo número especial.  
  • Número Especial - Pesquisas em Geografia Agrária: olhares e reflexões
    v. 30 n. 2 (2020)

    Os organizadores da edição especial denominada: Pesquisas em Geografia Agrária: Olhares e Reflexões, publicada pela revista Caderno de Geografia da PUC Minas, vêm através deste, agradecer publicamente a professora Cristiane Dambrós, a qual é Geógrafa pela Universidade Federal de Santa Maria (2008), mestre em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Maria (2011) e doutora em Geografia (Organização do Espaço) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2016), com doutorado-sanduíche na UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real - Portugal. Hoje a professora Cristiane  é Coordenadora de Pesquisa do Centro Latino-Americano de Estudos em Cultura – CLAEC e, mesmo com toda a dinâmica de trabalho, imersa e contextualizada pela pandemia do corona vírus ( Covid-19) conseguiu efetuar a leitura dos artigos que irão compor essa obra, comentando, sugerindo, e problematizando questões que pudessem ser melhoradas afim de elevar a qualidade desta edição.

    Do mesmo modo, agradecemos ao Editor professor Dr Luiz Eduardo Panisset Travassos pela atenção, e abertura dessa fronteira a fim de que pudéssemos estender nossos debates para além da instituição que estamos inseridos. Pelo que notamos a revista Caderno de Geografia, por sua grande importância e extensão tem recebido inúmeros textos para publicação, desse modo sobrecarregando o editor, o que não foi empecilho para sermos bem recepcionados e encaminhados.

    Esperamos que esse seja um primeiro passo para uma caminhada de projetos em conjuntos.

    Agradecemos a Revista Caderno de Geografia PUC MINAS por acolher e validar nossas pesquisas.

    Ivanio Folmer, Isabela Mello e Ane Carine Meurer

    Universidade Federal de Santa Maria

  • Número Especial - Serra da Canastra
    v. 30 n. 1 (2020)

    Este número especial da Revista Caderno de Geografia apresenta os resultados  do projeto "Evolução Geomorfológica da Serra da Canastra e entorno: aspectos morfogenéticos, morfoestruturais e morfométricos" financiado pela FAPEMIG através do projeto APQ-00231-16, propõem a realização de estudos geomorfométricos e geocronológicos para propiciar dados necessários a avaliação da evolução da paisagem no entorno da área delimitada consolidada do Parque Nacional da Serra da Canastra.

    A Serra da Canastra localiza-se na porção sudoeste do Estado de Minas Gerais, sendo a porção meridional do Cinturão Orogênico Brasiliano. As principais litologias são os quartzitos do Grupo Canastra localizados na parte superior dos blocos e filitos e xistos que ocorrem predominantemente nos vales. Os modelados predominantes são colinas e morros, vales em V com nascentes muito encaixadas. Grandes cachoeiras marcam as zonas de falha, sendo a mais conhecida delas a Cachoeira Casca d'Anta, localizada a 14 km da nascente do rio São Francisco, com mais de 180 metros de queda. Este conjunto encontra-se localizado dentro do Parque Nacional da Serra da Canastra, formado em 1972 visando proteger as nascentes do rio São Francisco e o ambiente de campos rupestres ameaçado pela atividade agropecuária. Os resultados alcançados até o momento estão relacionados ao desenvolvimento de estudos de caráter exploratório e classificatório de formas de relevo, processo e materiais superficiais. Neste sentido abordagens de cartografia geomorfológica, análise de rede fluvial, avaliação de materiais superficiais são a tônica dos estudos. O intensivo uso de dados de sensoriamento remoto associado a técnicas de geoprocessamento produziu materiais em diversas escalas de abordagem, predominando estudos de detalhe.

    Os materiais superficiais da região de estudo foram analisados em suas constituintes texturais e granulométrica, seja de materiais de vertentes, como sedimentos em canais. Datações de Luminescência Oticamente Estimulada  (LOE) foram utilizadas para datar materiais superficiais em estudos de detalhe. Como retorno à sociedade que financia estes estudos, diversos conhecimentos podem ser aplicados, como por exemplo aquele apresentado neste volume que trata da interpretação da paisagem através de painéis focados em geoconhecimento. Com estes estudos, associados a outros ainda em andamento, esta sendo preenchido uma lacuna de conhecimento geomorfológico sobre esta importante área do território brasileiro, com possibilidade de aplicação destes estudos em ações aplicadas de planejamento ambiental e também na área de geoturismo.

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