FATORES ASSOCIADOS À NEOFOBIA ALIMENTAR ENTRE CRIANÇAS DE IDADE ESCOLAR
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Resumen
O objetivo da pesquisa foi avaliar a associação da neofobia alimentar com o sexo, o estado nutricional, o consumo, a aceitação, a frequência e os conhecimentos sobre hortaliças entre crianças em idade escolar. Além disso, mensurar se essas condições estão associadas com a percepção de saudabilidade e a aceitação sensorial de produtos alimentícios adicionados de hortaliça. Participaram 80 crianças em idade escolar. A pesquisa foi organizada em duas etapas: 1) Avaliação do estado nutricional e aplicação dos questionários de neofobia alimentar e de consumo, aceitação, frequência e os conhecimentos sobre hortaliças; e 2) Elaboração e avaliação da percepção de saudabilidade, aceitabilidade e composição físico-química de enroladinho, esfiha e muffin adicionados de quiabo. Em geral, não houve associação das variáveis com o nível de neofobia das crianças (p>0,05). O nível médio de neofobia alimentar (p<0,05) foi associado apenas ao atributo aroma do enroladinho. Maiores teores de umidade e cinzas foram observados para o muffin, sendo menores para o enroladinho (p<0,05). O muffin também apresentou maior conteúdo de lipídio comparado aos demais produtos, sendo menor para a esfiha. O teor de proteína foi mais elevado na esfiha e no muffin (p<0,05). Entretanto, teores superiores de carboidrato e calorias foram verificados para o enroladinho, sendo a menor concentração de carboidrato para o muffin e de calorias para a esfiha. Apenas o enroladinho e a esfiha podem ser considerados fonte de fibras. Conclui-se que existe pouca influência do sexo, estado nutricional, consumo, aceitação, frequência e conhecimentos de hortaliças sobre o nível de neofobia das crianças. Os produtos alimentícios apresentam um bom perfil nutricional e podem ser oferecidos ao público infantil.
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