AVALIAÇÃO DO ADITIVO DYNABASE NA MELHORIA DAS PROPRIEDADES GEOTÉCNICAS DE SOLOS NA RODOVIA NÃO PAVIMENTADA PR-092

Main Article Content

Alisson Dalto de Mendonça Souza
Rodrigo Moraes da Silveira

Abstract

This article presents an investigation into the chemical stabilization of soils on unpaved roads, focusing on the application of a commercial additive, Dynabase, which is based on calcium hydroxide. The study included geotechnical characterization of seven inspection points along the PR-092 state highway, between the municipalities of Cerro Azul and Doutor Ulysses in Paraná, Brazil. Changes in the physical and mechanical properties of the soils were evaluated both in situ and after stabilization. Laboratory tests, such as the California Bearing Ratio (CBR) and soil expansion tests, were conducted, complemented by rapid field monitoring. The results demonstrated significant improvements: a marked increase in CBR values and a substantial reduction in expansion. These findings underscore the effectiveness of Dynabase stabilization in transforming low-bearing-capacity soils into materials with adequate strength for road beds, highlighting its potential as an efficient and sustainable alternative for maintaining unpaved roads.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

Section
Artigos Tema Livre

References

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6457: Solos - Preparação de amostras para ensaios de compactação, caracterização e determinação do teor de umidade. Rio de Janeiro, 2024.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6459: Solo - Determinação do limite de liquidez. Rio de Janeiro, 2017.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7180: Solo - Determinação do limite de plasticidade. Rio de Janeiro, 2016.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7181: Solo - Análise granulométrica. Rio de Janeiro, 2025.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9604: Abertura de poço e trincheira de inspeção em solo, com retirada de amostras deformadas e indeformadas – Procedimento. Rio de Janeiro, 2016.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9895: Solo - Índice de suporte Califórnia - Método de ensaio. Rio de Janeiro, 2025.

BAESSO, D. P.; GONÇALVES, F. L. Estradas rurais: técnicas adequadas de manutenção. Florianópolis: Departamento de Estradas de Rodagem, 2003.

BERNUCCI, et al. Pavimentação asfáltica: Formação básica para engenheiros. Rio de Janeiro: PETROBRAS; ABEDA, 2008.

BERNUCCI, L. L. B. Expansão e contração de solos tropicais compactados e suas aplicações às obras viárias: classificação de solos tropicais com base na expansão e contração. 1987. Dissertação (Mestrado em Engenharia) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1987.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE (CNT). Pesquisa CNT de rodovias 2022: relatório gerencial. Brasília, 2022. Disponível em: https://cnt.org.br/documento/6b24f1b4-9081-485d-835d-c8aafac2b708. Acesso em: 11 set. 2023.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE (CNT). Pesquisa CNT de rodovias 2024: relatório gerencial. Brasília, 2024. Disponível em: https://cnt.org.br/documento/cbf59b9e-fd1a-41fc-b230-172c4dc42100. Acesso em: 10 jan. 2025.

DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM DO PARANÁ (DER/PR). CO069/2023DOP. Curitiba: DER/PR, 2023. (Diretoria de Operação). Disponível em: https://www.transparencia.pr.gov.br. Acesso em: 29 set. 2025.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Método de Projeto de Pavimentos Flexíveis. Rio de Janeiro: DNER, 1981. (Ministério dos Transportes, Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, Instituto de Pesquisas Rodoviárias, Divisão de Informática Técnico-Científica).

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA E TRANSPORTES. Manual de conservação rodoviária. Brasília: DNIT, 2005. (Diretoria de Planejamento e Pesquisa, Coordenação Geral de Estudos e Pesquisa, Instituto de Pesquisa Rodoviária – IPR).

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA E TRANSPORTES. DNIT. Manual de pavimentação. Rio de janeiro, 3 ed. 2006.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA E TRANSPORTES. DNIT 160/2012-ME: Solos – determinação da expansibilidade – método de ensaio. Brasília: DNIT, 2012.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA E TRANSPORTES. DNIT 172/2016-ME: Solos - Determinação do Índice de Suporte Califórnia utilizando amostras não trabalhadas – Método de ensaio. Brasília: DNIT, 2016. (Diretoria de Planejamento e Pesquisa, Pesquisa, Instituto de Pesquisa Rodoviária – IPR).

DYNABASE – COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Caderno de recomendações do fabricante. Penápolis, São Paulo, 2015.

EATON, R. A.; GERARD, S.; CATE, D. W. Rating unsurfaced roads: a field manual for measuring maintenance problems. Hanover: US Army Corps of Engineers, Cold Regions Research & Engineering Laboratory, 1987.

EMMERT, F. Avaliação do emprego de técnica de estabilização de solo na melhoria de estradas florestais da região de Niquelândia-GO. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) – Universidade de Brasília, Brasília, 2010.

FRANÇA, F. C. Estabilização química de solos para fins rodoviários: estudo de caso com um produto “RBI grade 81”. 2003. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2003.

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Infraestrutura e Logística. Departamento de Estradas de Rodagem. Sistema Rodoviário Estadual 2022 (SRE). Curitiba, 2023.

MOREIRA, E. D. Desempenho de dois trechos de solo-emulsão em vias de baixo volume de tráfego. 2010. Dissertação (Mestrado Profissional) – Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, 2010.

REID, L. M.; DUNNE, T. Sediment production from forest road surfaces. Water Resources Research, v. 20, n. 11, p. 1753-1761, 1984.

SANTOS, A. R.; et al. Estradas Vicinais de Terra. Manual Técnico Para Conservação e Recuperação. 3. ed. São Paulo: Associação Brasileira de Geologia e Engenharia Ambiental, 2019. Disponível em: https://www.abge.org.br/downloads/Miolo_Estradas-Vicinais_vers%C3%A3o_pdf.pdf. Acesso em: 29 set. 2025.

SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. v. 2. São Paulo: Pini, 2001.

SILVA, M. F. Estudo da estabilização com cal de um solo laterítico e um solo não laterítico. 2016. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Transportes) – Universidade de São Carlos, São Carlos, 2016.