“ATLÉTICO MINEIRO - O ‘VINGADOR’”:
a disputa por espaço e memória no processo judicial do Estádio Presidente Antônio Carlos (1970-1990)
Resumo
Em um cenário de crises financeiras dos principais clubes do estado de Minas Gerais, a Prefeitura de Belo Horizonte promulga a Lei Ordinária n° 1.874/1970, que tornou legal a desapropriação de terrenos privados por parte do executivo, para uso do espaço de forma pública e gratuita. A desapropriação amigável do Estádio Presidente Antônio Carlos, pertencente ao Clube Atlético Mineiro, seguiu cerca de oito anos depois, pelo início de um processo jurídico por parte da equipe. Considerado uma grande potência do esporte nacional, o Atlético buscava reaver o espaço, alegando o descumprimento da legislação por parte da Prefeitura. Este trabalho propõe analisar a Ação de Retrocessão e como o embate reflete a tensão entre o lazer público e o privado em um cenário crucial: a consolidação do futebol como espetáculo e a relação entre poder público e o capital imobiliário. Para tanto, a metodologia se estrutura em duas etapas principais: o levantamento e análise discursiva do litígio e da repercussão jornalística brasileira acerca do caso.
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