AS PRÁTICAS DE ORALIDADE POR (E PARA) PESSOAS NEURODIVERGENTES:
foco em TEA
Resumo
O trabalho visa entender como se dão as práticas de oralidade, assim definidas por Marcuschi como práticas sociais com protagonismo de atividade da fala, em indivíduos com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro do Autismo), na busca do entendimento da diferença e dificuldade de exercer essas práticas efetivamente em relação a pessoas fora desse diagnóstico, abordando brevemente seus estigmas e como realizar estratégias ou metodologias ativas para indivíduos com TEA poderem realizar e compreender a oralidade através de relato de experiência do autor e recursos teóricos e digitais que apoiam seu trabalho.
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