INFLUÊNCIA DO TEOR DE GORDURA E PROTEÍNA NA RENTABILIDADE DO LEITE: RELATO DE CASO
Palavras-chave:
Qualidade do leite, Composição do leite, Lucratividade da produção de leiteResumo
Garantir que os parâmetros legais de qualidade do leite cru refrigerado sejam cumpridos é fundamental para a saúde pública contribuindo para a comercialização de um produto inócuo e nutritivo. Para os produtores, um leite com alto percentual de sólidos totais, além de cumprir com a IN 76 (BRASIL, 2018), é essencial para maximizar seus lucros, pensando nos programas de pagamento por qualidade do leite oferecidos por algumas Unidades de Beneficiamento de leite e derivados. Os valores mínimos estabelecidos pela Instrução Normativa no 76 são de no mínimo 2,9% de proteína 3,0% de gordura (BRASIL, 2018). A gordura do leite é influenciada por diversos fatores, incluindo a genética, o estado de saúde do animal, a estação do ano e, principalmente, a alimentação adequada. Por outro lado, a quantidade de proteína no leite é, em grande parte, determinada pela genética do rebanho, mas também pode ser afetada pela dieta, o estágio de lactação e a saúde do animal. Segundo Popescu e Angel (2019) apontaram em seu estudo o que os produtores devem realizar com o intuito de melhorar qualidade do leite a fim de obter uma melhor remuneração e aumentar a margem de lucro se destacando programas de melhoramento genético, produção e fornecimento de forragem de melhor qualidade junto com uma dieta balanceada e menor contagem de células somáticas. O objetivo deste trabalho é discutir o impacto da composição do leite em termos de gordura e proteína em um rebanho no município de Esmeraldas-MG, avaliada mensalmente, no pagamento por qualidade do leite realizado por um laticínio com Serviço de Inspeção Federal de Minas Gerais.
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