O corpo-escrita de Agda: prelúdios niilistas em Hilda Hilst
Parole chiave:
Hilda Hilst, Niilismo, Escrita, Morte, Maurice Blanchot.Abstract
No espaço da narrativa, a escrita-corpo, representada pela personagem Agda, deseja uma nova roupagem discursiva antes de se tornar coisa, material retrógrado e inútil; porém, esse desejo de abandonar o velho para requerer o novo tem um ônus, o eterno retorno, que figura a essência e a impossibilidade do niilismo, bem como a impossibilidade da morte na escrita hilstiana. Desse modo, este artigo analisa a primeira narrativa, “Agda”, do livro Kadosh, de Hilda Hilst, na perspectiva do niilismo nietzschiano, uma vez que a proposta de renovação a partir da destruição de valores antigos em favor de novos valores pode ser observada nesse texto.
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Riferimenti bibliografici
BLANCHOT, Maurice. A conversa infinita 2: A experiência-limite. São
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